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| Suposições - cap.2 |
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Entre o percurso do terminal rodoviário e o motel, fomos coversando alegremente. Estávamos felizes por finalmente termos nos encontrado e expectativa do que ainda estaria por vir estimulava, em muito, o nosso humor. Vc revezava sua mão direita entre a direção e as minhas coxas, enquanto a minha esquerda acariciava a parte posterior de sua cabeça. Escutávamos uma música gostosa e estimulante que vc havia colocado para tocar, talvez escolhida a dedo por vc para esse tão esperado momento. Estávamos radiantes e cheios de desejos.
Meus olhos avistaram um grande painel colorido que dizia sutilmente qq coisa a respeito de prazer e desejo. Havíamos finalmente chegado ao motel e eu senti um friozinho percorrer novamente o meu corpo. Entramos na garagem do motel, antes de sairmos do carro, vc puxou-me bruscamente para perto de vc e beijou-me violentamente, desesperadamente, com o tesão livre, o qual havia sido tão reprimido. Eu apenas me entregava á vc. Ficamos por alguns segundos naquela explosão explícita de desejos. Vc, mais uma vez gentilmente abriu-me a porta do carro para que eu pudesse descer, depois de já ter aberto a porta do quarto. Eu entrei primeiro. Fechei os olhos respirando fundo aquele ar de pecado exalado por aquele ambiente de penumbra. De costas para vc, ouvi o som da porta se fechando e com aquele som pude perceber que tudo estava apenas começando. Vc abraçou-me pelas costas encaixando seu quadril em meu bum-bum, colocou os meus cabelos de lado e começou a beijar-me o pescoço que eu oferecia á vc. Vc se esfregava em mim e eu rebolava em vc. Sua boca em meus pescoço, suas mãos em meus seios e nossos quadris se esfregando. Eu me viro de frente para vc e nos beijamos nesse momento depravadamente e nossos corpos, unidos, praticamente colocados um no outro continuam se esfregando freneticamente. Sinto seu pau muito duro se esfregando em mim, então começo a beijar-lhe o pescoço, a orelha, passeando com minha língua por toda sua extensão com pequenos suspiros e sussurros de desejo. Falo á vc quase suplicante: - Que delícia!!! Que tesão!!! Vc é muito gostoso!!! Vou beijando seu pescoço, seu peito e desabotoando sua camisa e a cada pedaço seu descoberto, vou percorrendo minha língua com lambidas e pequenos beijos´, vou me abaixando, numa posição submissa á vc até chegar em sua calça. Mordo levemente seu pau, ainda por cima da calça, abro o cinto, abaixo o ziper fazendo com que sua calça caia no chão e seu corpo fique á mostra e que seja todo meu. Agora mordo seu pau por cima da cueca, já posso sentir nesse momento ele muito mais real, quase desnudo. Corro as mãos por suas pernas peludas, subindo-as e descendo, concentrando-as agora em seu pau, seu saco.....Ele está muito duro. Abaixo então sua cueca e ele salta para fora, como uma explosão e entra direto para minha boca. Vc ali, de pé, como um rei e eu alí agaixada em vc como uma serva a satisfazer os seus desejos. Beijo seu pau, mordisco a cabeça e o engulo, enquanto minhas mãos acariciam o seu saco. Que delícia senti-lo todinho em minha boca, quente, duro, vulnerável as minhas vontades. Nesse momento vc me segura pelos braços e me ergue, beija-me ardentemente enquanto corre suas mãos pelo meu corpo por baixo do vestido e passa a me conduzir em passos lentos, entre beijos e gemidos ofegantes para a cama. Vc me deita nela, continua me beijando enquanto tira minha roupa, ergue meu vestido ficando agora meu corpo sob sua observação. Meus seios estão duros, os biquinhos ouriçados e vc os abocanha intercaladamente, seu corpo agora já está sobre o meu e nossa quentura, assim como nossos desejos já são um só. Sua boca abandona meus seios e passa então a percorrer a minha barriga. Vc escorrega a língua por ela entre mordidinhas e beijnhos e eu me contorço de prazer. Introduz sua língua em meu umbigo e vai tirando a minha calcinha vagarosamente. Eu, em um movimento involuntário abro as pernas para vc e me ofereço. Ela está muito molhada, grelho inchado e de repente sinto a quentura de sua boca e o roçar de sua língua introduzindo-me loucamente. Ergo meus quadris me oferecendo ainda mais á vc. Sua saliva e meu nectar se misturam e vc por entre minhas pernas procura o meu olhar que policiam vc, encorajando-o para que continue e não pare jamais. Diante de tanta espera e tesões reprimidos já não estamos aguentando mais, agora tudo foge de nosso controle e o nosso querer é o nosso cúmplice. Num forte ímpeto vc tira sua boca dela e eu me ajeito ainda mais para vc, vc se ergue e de repente eu sinto vc me desbravando, entrando dentro de mim, me possuindo. Seu pau está duro e muito gostoso me proporcionando nesse momento um misto de dor e prazer. Agora somos um só e nesse momento passamos a fazer uma dança totalmente ritmada com nossos corpos. Sinto vc entrar e sair de dentro de mim frenético e desesperadamente, num movimento de vai-e-vem incontrolável. Eu ergo e abaixo meus quadris numa sincronia oposta a sua e entrelaço minhas pernas em sua cintura na ilusão de que aquele momento possa ser eterno e que vc nunca mais saia de cima de mim. Eu solto palavras obcenas e imploro para que vc me possua mais e mais, digo á vc que sou sua puta, sua égua no cio e vc o meu garanhão puro sangue a me cobrir. Vc solta grunhidos, deixando que aflore todo o seu intinto animal e entre palavras confusas e desesperadas deixa jorrar dentro de mim todo o seu tesão. Sinto então seu pau latejando dentro de mim enquanto eu, nesse preciso momento, simultâneamente com vc, passo então a conhecer o desespero do inferno, para logo em seguida me abrandar na tranqulidade do céu e gradativamente nossos frenéticos movimentos vão cedendo lugar a movimentos mais brandos, mas tranquilos, mas serenos. Nosso corpo treme e uma satisfação plena nos acomete. Ficamos por alguns segundos em silêncio, sinto seu coração acelerado se misturando ao som do meu, acaricio seus cabelos e beijo-lhe o rosto, desço a mão em suas costas, carinhosamente, como a lhe acalmar, vc sai de cima de mim, se vira deitando-se a meu lado, nossas mãos se procuram, nossos dedos se entrelaçam e ficamos olhando juntos para o nada, ainda um pouco ofegantes, mas com a mente vazia, como se nada pudesse estar ocupando nossos pensamentos naquele momento a não ser a sensação que nosso corpo nos está transmitindo.
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