| O Lado Fúnebre do Amor |
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Quando a minha alma andava pelo além, O meu corpo sem alma, caminhava pelo ódio e tristeza, Que minhas lagrimas eram negada por mim mesma, Que o sorriso era passado... Há assim o meu passado, um grandioso amor, Que nem a morte separava, mais um porem avia, A falsidade abominava na alma do meu amante, E suas carias me condenaram. A brisa fria do inverno toca a minha pele, Que um dia foi quente, quente como um beijo, E hoje a minha face está congelada pela tristeza, E nos meus olhos que via um mundo, vem agora somente irá. Que o meu amante foi cruel o suficiente, para me dar tristeza, E eu serei cruel suficiente para não entregar minhas lagrimas a ele. Que um dia foi belo, agora só restam ruínas congeladas, Do espírito aventurei para espírito fúnebre. Caminhando na luz, que se tonteia, E esquece o doce sabor do amor... Vou molhar os meus pés no mar, Suas águas geladas e salgadas, Não consigo ao mesmo sentir isto! É como estive presa, Em um mundo aonde esqueci de viver, Que as lembranças predominam, isso me atormenta, Então novamente vou vagar sozinha. Pois um coração que foi estraçalhado, Lembra-se somente da tristeza, e se culpa, E o seu objetivo é não amar novamente, Para encontra paz. Mais isso é ironia! Embaixo de um luar, caio de joelhos, Meus olhos cansados se fecham, então ouso as ondas do mar, Elas me acamam, o luar me ilumina, mesmo estando de olhos fechados, Então ouso passo, mais muito baixos, e eles vêm alimentando, Quando ouso. - senhorita, vamos contempla o luar juntos? Então eu abro os meus olhos, e vejo novamente a luz, E ela não me segou novamente!
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