| Amanhã tem mais |
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É o barulho da marmita e é o grito na voz mole de um de nós, é o eco de um Zé ao cabo da faina, um treco que tafulha o rabo de pinga gole após gole e amaina o pandulho, e pita um pito barato e matuta, e do mata-rato não sai tanta fagulha, e destrata e xinga o trem, mas, não adianta, o trem não escuta e não vem e o Zé se vinga indo a pé, e vai indo birosca a birosca, bordel a bordel, sem nenhum vintém, não se enrosca com ninguém e sonha com a bronha que se foi Severina na nona barrigada sem sequer se despedir e a cunhada, irmã da mulher, que quebrava um galho virou fanchona e cafetina e galho com macho não quer, só quer cacho com menina, vai dormir, Zé, amanhã tem mais!, vai dormir, Zé, amanhã tem mais!
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