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| A mão que a gente não vê |
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Vamos lá, mulher, se levante que o dia já vai indo adiante e não dá pra ir sem pão nem café, espante preguiça e queixa que noviça você não é mais, mulher, você já devia saber que a mão que a gente não vê não deixa o carrilhão sossegar nem dormir, aliás, já devia saber que uma fração do dia é pista importante demais pra quem sabe que não pode perder a vida de vista por um instante sequer, pra quem sabe que viver é não perder sequer um instante de vida, levante e diga presente, mas, diga da boca pra dentro e que a convicção não seja pouca, mulher, e siga em frente, rumo ao centro, ao sumo da questão, que o mais relevante não está na superfície e a velhice o melhor pode não ser, mas, a opção pode ser bem pior!
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