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| Pinga!, pinguço, pinga! |
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Pinga!, pinguço, pinga!, siga o impulso... embora você diga que tá tudo bem, que tem tudo na mão, a pinga se vinga e não demora não, aí, você ginga e vai indo pra frente à base de soluço e faz o percurso seguindo a serpente, aqui e ali, ensaia um discurso, mas, à míngua do que falar, respinga, arrota uma quase-frase e a quase-frase repete e quase desconjunta o maxilar, e toma vaia, e um beiço o outro beiço besunta, e se intromete a língua graúda e ajuda a besuntar, e você xinga e pragueja, e a nega fica louca quando você chega cheirando a rama e cerveja, e choraminga promessa oca, e soluça, e praticamente a fuça ingressa no prato de sopa, e desmaia na cama sem tirar sapato nem roupa e dá de roncar e de babar na fronha, no dia seguinte, dá uma de pedinte e pede perdão, mas, não toma vergonha, pega e toma um quente e alega que a mão é muito exigente!
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