| MEU ESPADACHIM |
|
|
|
Amórfica... num quanto qualquer... vejo epitélios infectos de seres mortais... podridão, vermes no chão... espremidas em lágrimas de dor... corroídos sem viço num coração que goteja rastilhos do amor... na imagem mórbida que ficou vejo amargura em teu semblante sina lírica, diabólica e mortal seguimos entre o bem e o mal... no brilho da arma reluzente vejo um olhar trepido e ausente. em outras vidas foi meu algoz corpo e alma o que será de nós? vácuo inexistente... efêmero e persistente... último suspiro fecha os meus olhos e beijas minh'alma... sopras ao vento cinzas de ti e de mim... grifada em tua espada fica essa frase: Voltarei... Amo-te! Meu espadachim.
|
| < Anterior | Próximo > |
|---|