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Quântica

Caí em sono profundo
Foram tempos depois
Quando me safei da cripta
Brotei do chão simbiótico

Corria o vento minuano
E do meu leito panóptico
Vi a cidade deserta
O fumo das chaminés
Toda cortina fechada..

Correu-me um frio pela espinha
(Ao menos pensei que tinha)
Soube que todas almas
Encerradas em sua sorte
De mim nunca viram nada
Nem estavam interessadas
Na ladainha da morte

Num impulso agonizante
Subi no sopro do vento
E num traslado fremente
Tornei-me na água fria
Fiquei preso em qualquer porta
Ao menos no frio que corta
Alguem notou que eu existia
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Atualizado em: Qui 16 Mar 2017
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