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El Zorro!
Primeiro, ele foi para as Minas,
Levou consigo sua espada,
Numa luta insana,
Buscando sua felicidade,
No ouro, e nas pedras preciosas.
Nesta batalha,
Feriu com a lâmina,
E ao ferir sangrou-se com o sangue do outro.
Tornou-se então um “Pato de Minas”.
Onde até hoje ele vai,
Para registrar suas percepções do que vê.
Preferiu largar a espada.
Que jaz hoje pendurada e enferrujada,
No lugar mais nobre da casa,
A lembrar-lhe do sangue e da dor.
Preferiu ser funileiro,
E do metal que pode ser consertado,
Num concerto harmonioso,
Se inspira e transforma,
Sobre e sob a terra, com ar, fogo, e água,
O veículo que leva a alma a transcender a sua carne
E encontrar a sua essência.
Se personifica num herói de máscara, capa e roupa preta.
Incógnito adentra as almas incautas,
Lhes toca nos defeitos,
E as faz pedir: Me conserte!
E ao som de uma orquestra,
Com coros de querubins,
Mãos tocam tambores,
Dedilham cordas e pianos,
Bocas sopram em metais.
E ele afina os sons perfeitos do divino no SER.
