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A Caçada Ao Terrorista Joseph Anderson
A Caçada ao Terrorista Joseph AndersonCapitulo Um: O Início da Caçada
Rio de Janeiro, 1988. Dia Um...
Na mansão de Issobari Vicliono, banqueiro do Banco Internacional da Sicília, está fazendo uma festa com 100 convidados, inclusive autoridades dos governos do Brasil e da Itália que chega um furgão do bufê da festa que o segurança da guarita para e fala:
--- Vocês são do bufê?
--- Sim que trouxemos os canapés.
--- Aguardem.
O segurança checa e volta onde autoriza a entrada que o furgão para nos fundos e quando os garçons abriram o furgão, surge seis pessoas armadas com pistolas Glock 22 e fuzis M-16 Commando e o líder deles que se chama Joseph Anderson fala:
--- Se falarem, vão parar no caixão. Pedro, leve eles para o freezer e tranque-os. Vocês peguem as roupas e vistam. E Pedro, fique de guarita.
--- Sim!
Joseph Anderson e seus compassas de fantasiam de garçons e vão para o salão de festas que quando chegaram no salão, tiram os disfarces e Joseph Anderson fala:
---Ninguém se mexam que isto é um assalto. Todo mundo no chão.
Um segurança tenta impedir e morre onde começa a chorar as mulheres e Joseph Anderson fala:
---Silêncio! O próximo a bancar o herói, vai virar defunto.
---Por favor, calma que não machuque ninguém.
----Escuta, banqueiro, vamos pegar as jóias suas. Aonde é o seu cofre?
--- No meu escritório.
--- Pessoal, fiquem de olho. Vamos, vovô.
Os dois subam que os outros enchem sacas de relógios, colares, brincos e 500 mil de cruzeiros e libras esterlinas dos convidados. No escritório, Joseph Anderson limpa o cofre pegando jóias e barras de ouro e não percebe que Issobari Vicliono acionou um alarme silencioso que ao perceber, Joseph Anderson dar um tiro e fere Issobari que ele corre com o saco de lona cheio e fala pros compassas:
---Vamos embora!
---O que houve, pai?
---Não interessa. Avise o Pedro e...
De repente, 29 viaturas cerquem a mansão e Joseph Anderson abre o caminho à bala que correm os convidados e Pedro, um dos compassas dar a marcha-ré e arrebenta a cozinha que todos entram e saiam em disparada que ferem o segurança da guarita e começam a perseguição, mas Pedro com uma manobra consegue fugir da polícia.
Na mansão, um cenário de destruição que o filho de Issobari, o médico Francesco Vicliono Morais da Costa tenta entrar e é barrado que ele fala:
---Eu moro aqui.
--- Me desculpe, mas eu tenho autorização para...
--- Pacheco, deixe entrar que é o filho do banqueiro.
--Me desculpe.
O médico entra que fala com o inspetor da Polícia Civil, Ribeiro Carlos de Paiva:
---O que houve aqui?
--- Aconteceu um roubo que seu pai se feriu, mas nada grave.
--- Quem foi?
---Nós ainda não sabemos quem foi. Vou pegar o depoimento agora do seu pai.
--- Eu vou com você.
--- Ótimo. Pacheco mande fazerem um cordão de isolamento e não deixem a imprensa entrar que os convidados são muito importantes.
---Certo inspetor.
Os dois entram que vira o médico cuidar dos feridos das viaturas que sobrem à escada e viram o banqueiro de 52 anos com braço enfaixado que Ribeiro manda os paramédicos saírem e só fica o filho e o inspetor que senta na cadeira e ele fala:
--- Senhor Vicliono, me conte como aconteceu?
--- Foi uma coisa tão rápida que primeiro renderam meus seguranças e depois roubaram todos os meus convidados. Foi uma ação planejada que antes disso, meus garçons foram para o freezer.
--- E as armas?
--- Eram sotifiscadas que teve um detalhe que me surpreendeu.
--- O que foi, pai?
--- O líder que tinha um sotaque de português e italiano e era calmo.
--- Como era a sua filosofia.
--- Alto, cabelo escuro e tinha uma cicatriz no rosto. Não vi nada que me deu um tiro no meu braço, mas foi de raspão.
--- Eu pedirei que faça o retrato falado. No seu cofre tinha quanto?
--- 200 barras de ouro e 200 jóias: 100 diamantes e 100 esmeraldas.
--- Papa, já te disse para não deixar nada de valor na mansão.
--- Olha...
---Calma que não se exalte que é só.
Ribeiro sai do escritório que veio o Francesco e chama no canto:
--- Por favor, quero descrição desse caso que minha família tem laços com mafiosos na Sicília e se souberem, matam os que roubaram.
--- Tudo bem que...
Um senhor de terno cinza chega e fala:
--- Senhor Ribeiro, sou o deputado Polifar José e quero que investigue esse roubo e mantenha o que o Francesco falou.
O deputado sai e Ribeiro fica tonto e Francesco esclarece:
--- O deputado é primo da minha esposa e, por favor, não o provoque que ele tem ligação com a mafia siciliana no Brasil.
--- Escuta aqui: Temos um roubo seguido de sete mortes e nós não sabemos o que houve. Vai cuidar do teu pai e não enche o saco.
Ribeiro sai fulo da vida e o seu auxiliar, o detetive Pacheco Paulo Schinelder corre e fala:
--- Inspetor, eu peguei o depoimento de um dos garçons e ele falou de que recebeu a encomenda de canapés do Buffet Francesa de Ouro.
--- Me consegue o telefone desse bufê e leva para a delegacia. Outra coisa procure mais depoimentos de alguns seguranças e pode descansar.
--- Sim, inspetor.
O inspetor Ribeiro entra no seu Fusca 61 e sai do local. Na manhã seguinte, o inspetor Ribeiro sentado na sua cadeira, relendo o relatório que entra o detetive Pacheco e este fala:
---Bom dia, chefe.
--- Bom dia. O que descobriu sobre o Buffet Francesa de Ouro?
--- Ela existe sim, mas de acordo com François Lagrand de Souza, o dono do bufê, roubaram uma de suas caminhonetes que é uma Fiat Fiorino placa RT-4345 na madrugada de Domingo para Segunda-feira.
--- O crime ocorreu na noite da festa. O que mais apurou?
--- Acharam o veículo duas horas depois no Centro do Rio toda destruída e sem nenhuma impressão digital.
--- Merda! Pacheco, eu vi o resultado da autópsia dos sete mortos indicaram que as balas eram de um M-16 Colt Commando usado pelo exercito israelense e pelo exercito americano. Esse tal de Joseph Anderson pode ser...
De repente chega o delegado da 16ª DP e superior de Ribeiro, Paulo Bastos que chama ele:
--- Ribeiro, no meu escritório agora.
Ribeiro entra no escritório e Paulo fala:
--- Eu recebi ordens superiores para o caso do roubo da casa de Issobari seja feito pela Polícia Federal.
--- Mas, Paulo, esse roubo não foi coisa de armador.
--- Ribeiro, eu sei que quer esse caso, mas tem que entender que...
--- Escuta aqui, Paulo, sei indícios que foi um ladrão profissional e...
--- Então passa para os federais. Eu sinto muito.
Ribeiro sai da sala espumando de raiva que encontra Pacheco no corredor e desabafa:
--- Esse Paulo é um filho da mãe corrupto e faz média com os políticos e passa todo o meus casos por amiguinhos dele.
--- Chefe, sei quem pode nos ajudar e ele é de confiança.
--- Quem?
--- Me encontre no bar perto da delegacia.
Ribeiro espera terminar o seu plantão e vai ao bar perto da delegacia e senta numa mesa que chega Pacheco e pede duas cervejas e duas coxinhas que quando o garçom sai, Pacheco fala:
--- Eu trabalho para Teixeira Matias de Albuquerque que é um expert em assuntos de crime internacional e pode solucionar esse caso.
---Ele é de confiança?
--- Sim que ele tem amigos na cupla de Segurança Pública do Rio. Posso chamar ele que ele vive na França.
--- Pacheco, você ouviu o Paulo? Se ele souber que você é um agente duplo, te prende.
---Calma inspetor que minhas atividades como espião são confidenciais.
--- Quando é que vai chamá-lo?
--- Já chamei e chega pela manhã.
----Então eu vou com você e não fala com Paulo.
---Tudo bem. Até manhã.
Ribeiro sai do bar e pega o seu carro e vai para a sua casa que fica no bairro de Rocha Miranda e deixa o carro que veio o seu filho Platão Herodes, de cinco anos abraçá-lo que fala com a babá:
---Obrigado por cuidar de Platão, Severina.
---As ordens, doutor.
---Pai, vamos brincar?
---Agora não, Platão que vai dormir que eu vou pagar a Severina.
Ribeiro paga a sua amiga e entra na casa que tira a sua 38 Rossi e suas roupas que toma um banho e vai dormir que acorda e veste o uniforme do filho e fala:
---Sabe das regras: Depois da escola, pra casa que pedirei a Severina te pegar.
--- Tá bem, pai.
O inspetor Ribeiro sai de casa e encontra o seu amigo Pacheco que os dois vai para o Aeroporto Internacional do Rio esperar Teixeira Matias de Albuquerque que chega o vôo e Pacheco fala:
--- Inspetor, ele chegou que é o Portão três.
--- Deixa-me apagar o cigarro.
Ribeiro apaga o cigarro e os dois vão para Portão três que Ribeiro fala:
--- Como é esse Teixeira?
--- Ele é uma pessoa reservada. Só encontrei poucas vezes, mas é uma boa pessoa.
--- E só isso?
--- Só que na agência, somos orientados para não dizer nada da sua vida pessoal.
---Sei que...Já estão saindo.
Todos os passageiros saem que Ribeiro fica nervoso e fala:
--- Cadê ele, Pacheco?
--- Olha, é ele.
Teixeira Matias de Albuquerque chega trajando um casaco verde-oliva, terno cinza, camisa polo e óculos Ray-Ban que fala o Pacheco:
--- Bem vindo, senhor. Esse é o inspetor Ribeiro.
--- Prazer em conhecê-lo.
--- Eu também, senhor Tei...
--- Desculpe, aqui sou Doutor Max que vamos sair do aeroporto. Pacheco, minhas malas.
Pacheco pega as malas que os três saem do aeroporto e Ribeiro fala:
--- Doutor, você está a par da situação e eu vou resumir: Houve um assalto na casa do banqueiro Issobari Vicliono que foi um grupo de assaltantes liderado pelo Joseph Anderson que roubou dois milhões de dólares em jóias e barras de ouro. Conseguiu ferir Issobari e 7 pessoas. O curioso é que o arsenal é de armas de uso exclusivo do exercito israelense e o Joseph Anderson tinha um sotaque de europeu e brasileiro. O que acha?
Teixeira tira os óculos e fala:
--- Eu acho que vocês estão numa fria que esse Joseph Anderson é um terrorista.
--- Que!
--- E digo mais, ele já matou quem estava no seu caminho. Na delegacia, eu já dou a ficha completa.
Ribeiro pega o viaduto que vai para a Barra da Tijuca que chega na delegacia onde o delegado Paulo olha os três entrarem na sala que Teixeira fecha a porta e as cortinas que Paulo fala:
--- Que negócio é esse?
---Sr. Paulo, eu sou Doutor Max e tenho permissão da Polícia Federal para entrar nesse caso.
---O senhor tem papéis que comprova que você foi indicado pela Polícia Federal?
Teixeira abre o bolso do terno e mostra o distintivo da Interpol que Paulo fica calado e senta que diz:
---Desculpe a minha educação que...
--- Me poupe da sua educação que eu vim para o Brasil que o Joseph Anderson é mais do que vocês pensam. Pacheco pegue minha valise.
Pacheco pega a valise que Teixeira retira uma pasta de arquivo e bota na mesa que Teixeira fala:
--- Eu peço sigilo para todos que o que vocês escutarem, fiquem com vocês.
Teixeira pega os óculos e fala:
--- "Joseph Anderson. Seu nome é José Roberto Nivarinõn da Silva. Nasceu no dia 26 de junho de 1950 em Nápoles, Itália. Filho do general napolitano Giovanni Cliono Nivarinõn e da enfermeira brasileira Carla Sampaio da Silva. Estudou na Inglaterra e Suíça que o pai era herdeiro de uma vinícola em Porto e a mãe trabalhava no hospital onde o tio João Silva da Cruz fundou para ajudar italianas vítimas da Segunda Guerra, Hospital Cruz da Justiça. Em 1954, ele viu o seu pai se matar na sua frente que o pai fazia parte de um grupo de fascistas militares que matava opositores de Benito Mussolini e ele era o comandante. Após o suicídio do pai, José foi com a mãe para os Estados Unidos onde aos 16 anos, termina os estudos e controla os negócios do pai e matou os juizes que denunciaram o pai. Foi preso e na prisão, treinou muito e aprendeu técnicas de tortura que ao fugir da prisão, criou a Companiaz de Los Vives, grupo de mercenários a serviço de ditadores que no decorrer disso, sua mãe morre e fica um assassino frio e cruel.
Em 1973, seu grupo foi morto na Bolívia por soldados bolivianos e foi preso. Ele foi julgado a 29 anos de cadeia, mas foi solto. Depois se aposentou, mas virou um ladrão profissional que em 1974, ele foi contratado por senadores franceses para matar o senador francês Jospin Lucien no qual foi o responsável de aprovar leis de antiterrorismo e ele é uma ameaça que o plano não deu certo que Joseph matou um grupo de crianças que estavam no ônibus que passava perto. Foi preso pela terceira vez e conseguiu escapar que a sua situação atual é desconhecida ".
Teixeira para de ler que Paulo fala:
---Como ele se estabeleceu no Brasil?
---Eu vou te dar a resposta: Para não ser deportado, casou com uma brasileira que seu nome é Luíza Pereira Bastos da Costa e teve um filho que seu nome é Giovanni Roberto da Silva Bastos, vulgo Joseph Netto que auxilia o pai. A esposa Luíza morreu de câncer em 1978 e ficou com os seus bens.
---Tudo bem, Sherlock. Como vamos pegá-lo se ele não pode ser extraditado?
---Eu tenho uma autorização do Ministério da Justiça Francesa para levá-lo já que sua cidadania brasileira foi falsificada e pode ser preso.
--- Conte conosco!
--- Agradeço a cooperação, mas esse caso é muito perigoso e vocês poderão ser meu apoio que só quero o Pacheco e Ribeiro na minha equipe.
--- Tudo bem. Você tem algum lugar para ficar?
--- Tenho a minha mansão que fica perto daqui.
--- Então, até logo, Doutor Max.
Teixeira sai da delegacia que pega um táxi e fala para o taxista:
--- Me leva para o Recreio.
O táxi sai da delegacia que o táxi chega ao condomínio no Recreio dos Bandeirantes que o táxi entra e para numa mansão de 53 metros quadrados onde Teixeira paga o motorista e retira as três malas que entra na mansão e aperta a campainha que veio o mordomo Morais e fala:
--- Patrão Teixeira, que prazer em reve-lo!
--- O mesmo de você, Morais que, por favor, leve as malas e providencie um banho que estarei no meu escritório.
Teixeira retira o seu terno e vai para o escritório onde pega o telefone e telefona para a França onde conversa com a sua esposa Joanna Moon de France Teixeira:
--- Oi, querida.
--- Teixeira, mon amour . Como chegou de viagem?
--- Sim que eu liguei para saber da nossa filha.
--- Está bem que Teixeira, você me prometeu que não faria esses casos?
--- Joanna, nós já falamos que desta vez, a coisa é seria que Joseph Anderson está aqui.
--- Oh meu deus! Teixeira tome cuidado que já perdi o Jean Pierre* por causa dele e não quero perder você!
--- Não vai me perder que vou desligar.
Teixeira desliga que Morais fala que o banho está pronto que Teixeira tira a sua roupa e fica na sua banheira que se lava e fica por 20 minutos meditando e depois se levanta que pega um robe e vai para o seu segundo escritório que acessa o seu computador Apple e abre os seus arquivos que imprime a ficha de Joseph Anderson e pega o telefone de cor verde e disca um número que cai numa casa em São João de Meriti no bairro Jardim Nóia onde atende o sargento da Marinha Palmeira Cruz Neto e fala:
---Alô?
---Isso é jeito de falar com um velho amigo?
--- Teixeira! Como você está...
--- Palmeira, você está sozinho?
--- Estou que minha esposa está no hospital de plantão. Pode falar.
--- Você me pode falar sobre Joseph Anderson e se tem alguma base de operações aqui no Brasil.
--- Está maluco, Teixeira? Joseph Anderson está aqui?
---Ele está sim que você pode dar alguma informação?
---Agora não posso que de manhã, me encontre na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão que eu vou falar com uma pessoa que conheceu ele de perto.
---Ótimo e boa noite.
Teixeira desliga e veste o pijama e dorme. De manhã após tomar um café da manhã reforçado e pega um dos seus 12 carros, um Maverick 61 que sai da Barra da Tijuca e vai para São Cristóvão que vai para a Quinta da Boa Vista onde senta no banco e derepente chega Palmeira com um sujeito e Teixeira faz um sinal e o três vão para o Jardim Zoológico onde Palmeira fala:
---Teixeira, esse é Oldemar Graciliano Tavares, ex-capanga de Joseph Anderson que sabe onde ele está.
---Sr. Teixeira, antes de falar, quero uma garantia.
---Qual garantia?
---Eu tenho filhos e se meu ex-chefe souber, me mata. Preciso de proteção a mim e aos meus filhos.
---Terá a sua garantia e agora, pode falar.
---Meu ex-chefe tem imóveis espalhados pelo Rio de Janeiro e Espírito Santo e o seu esconderijo fica numa casa em uma ilha situada em Angra dos Reis. Eu era o tesoureiro e eu fugi e denunciei ele. O seu amigo aqui sabe onde estou.
---Quantos homens ele tem?
---Ele tem ao todo 100 homens vigiando a sua casa e usam alguns para roubar.
---Minha última pergunta, conhece o banqueiro Issobari Vicliono?
---Sim, eu conheço que ele é um dos financiadores de Joseph Anderson e devia a ele que o assalto foi planejado.
---Eu sabia. Palmeira, consiga através dos seus contratos na Capitania dos Portos se tem uma casa em alguma ilha em Angra dos Reis.
---Certo chefe.
---E Oldemar, está liberado. Pode ficar tranqüilo que seus filhos estão sob a minha proteção.
---Obrigado Teixeira.
Quando estava saindo do Zôo, um carro acelera e atropela Oldemar e Teixeira e Palmeira correm que Teixeira saca sua Glock e descarrega no carro, mas consegue escapar que Teixeira levanta Oldemar e diz para Palmeira:
---Chama uma ambulância.
---Sim, Teixeira.
Palmeira corre e Teixeira fala:
---Agüenta firme.
---Sr. Teixeira, "coff", cuide dos meus filhos...*
Oldemar morre e Teixeira fecha os olhos dele que chega a ambulância, mas para levar o corpo e Teixeira fala para o seu amigo:
---Palmeira, localize os filhos de Oldemar e cuide pra que eles tem assistência da minha fundação.
---Sim, Teixeira.
Teixeira sai da Quinta da Boa Vista e o carro que atropelou Oldemar chega a Rua São Luis Gonzaga que aparece Joseph Anderson numa Mercedes blindada e fala:
---Aqui está o seu dinheiro, Valdo e suma com esse carro.
---Sim, senhor.
O motorista sai com ele e some que Joseph Anderson pega o telefone do carro e fala para o motorista:
---Jarbas, mande alguém vigiar o Doutor Max e mande dois para matar o Valdo e sumir com corpo dele.
---Sim, senhor.
A Mercedes sai de São Cristóvão e Joseph Anderson lê a ficha de Doutor Max e diz:
---Nos encontramos finalmente, Doutor Max...
No segundo capitulo, começa a investigação de Teixeira sobre o falso assalto de Joseph Anderson e muitas revelações vão surgir.
[Fim do Capitulo Um: O Início da Caçada]
Atualizado em: Qua 6 Out 2010
