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Titulo ainda não desenvolvido (Fantasia-épica-magia) -em atualização-

Caro leitor ,antes de ler peço gentilmente que perdoe erros de diagramação ou estruturação, sou um escritor amador que começou a escrever recentemente por incentivo de parentes e amigos ,peço que façam criticas construtivas e me ajudem a entender desse fantástico mundo da literatura que me cativara muito.
Aqui vou postar meu primeiro livro que está em desenvolvimento, ainda não fiz um titulo apropriado ,estou esperando o desenvolver da história para da-lo um que corresponda corretamente o seu conteúdo ,tentarei atualiza-lo sempre que possível, conto com vocês meus novos amigos internautas :D
PRÓLOGO
Há vinte anos, quando estudava em uma pequena escola de ensino fundamental , conheci um jovem muito intrigante, veja bem o garoto era excluído das outras crianças por não se dar muito bem com outras pessoas. O menino aparentava ser um pouco tímido, curioso e muito confuso, não entendia o porquê das outras crianças não brincarem com ele, de modo que ele começou a tentar se enturmar com os outros garotos e por mais que tentasse a professora sempre o colocava de lado, pois não queria que ele se misturasse com os demais. Em uma dessas tentativas de se comunicar com alguém que não fosse a mesma, ele falou comigo, tenho noção que também não sou uma das melhores pessoas do mundo , sou muito teimoso e indiferente quanto a maioria das pessoas e não desejo me envolver com muitas pessoas. Sempre mantive meu leque de relações limitado a minha família e meu irmão, que era dois anos mais velho que eu. Por fim o garoto que muito era isolado dos outros meninos, se aproximou e com um olhar de medo e ao mesmo tempo de felicidade (disse felicidade, no caso seu leve sorriso e semblante que trazia uma certa paz e tranquilidade, denotava um certo sentimento de felicidade) , -Oi... , disse ele com uma voz bem fraca mas ao mesmo tempo tranquila. Ficamos algum tempo se olhando , estava encarando-o , pensando se ele ia falar mais alguma coisa, com uma cara de incerteza e duvida, enquanto ele me encarava com uma cara de esperança, quase que abrindo um sorriso, a professora apareceu e retirou ele do ressinto, achei estranho pois estávamos no intervalo , por tanto , ela não poderia ter interrompido, mas do mesmo jeito ela o fez e o garoto ficou com uma cara de decepção porem com um ar cômico como se tivesse graça no ato da professora, e assim ele foi meio que quase rindo, por que quase conseguira conversar com alguém.
Fui para minha casa aquele dia pensando no quão engraçado era aquela pequena figura do qual conheci na escola. Enfim quando estava voltando para meu doce lar, eis que vejo o tal menino em um carro muito elegante e grande, todo preto, como se fosse a noite, me espanto com o tamanho sentimento de solidão que aquela cor mostrava, porém continuei andando no sentido da praça que ficava ao lado da escola. Fiquei observando o carro e o garoto, até eles irem embora, achei muito estranho, pois no para-choque do veículo havia desenhado um “S” dentro de um “V” , como se fosse uma sigla de uma família , desenhei ele no meu caderno , queria saber o que ele significava por que agora , de fato, estava interessado a saber mais sobre aquele garoto. Chegando em casa, como mais um dia normal, fui ao meu quarto , subi as escadas correndo, virei a esquerda , a segunda porta , entrei e joguei-me na cama, abrindo um sorriso de satisfação e ali fiquei por um bom tempo pensando na vida, tenho muitas coisas a pensar, não por necessidade , mas sim por que gosto , tinha minhas dúvidas quanto a minha família, dito que ela sempre foi muito unida, mas desde que meu avô materno morreu, as coisas ficaram meio diferentes, digo, meus pais estavam muito apreensivos e cautelosos com as decisões que influenciariam na casa e na família , enquanto minha mãe trabalhava muito , cuidando do seu trabalho doméstico e dos filhos, meu pai estava preocupado com a segurança e deve com a casa, como pagar as contas e ao mesmo tempo dar atenção a mim e ao meu irmão, até aí era o que eu sabia, tinha muito mais , porém não me contavam, não havia necessidade de dividir problemas que eles diziam de assunto de “adulto” com uma criança de apenas 10 anos.
Quando me preparava para levantar, meu irmão , em uma fração de segundos seguiu do chão , seguido de um pulo, se jogou em cima de mim, fazendo cócegas e gritando ,
-te peguei!!! -disse meu irmão
-okay , okay , você me pegou, hahaha , -disse a ele
-vamos garoto, se troca, o jantar já está pronto
-okay...
Até onde pensava era só mais um dia normal, será que eu perdi algo? Ou me esqueci, já não sei mais, as memorias que tenho sobre esse dia estão confusas. Já faz algum tempo que não consigo lembrar de certas coisas da minha vida, deve-se ao fato de ter sofrido algumas alterações em meu corpo e reações a algumas substancias...bom essa parte deixarei para depois.
Algo que tive certeza sobre esse dia, de fato, não foi um dia normal.
Hoje tenho 30 anos, e vou me apresentar corretamente agora, já que não deixei muito claro alguns pontos, meu nome é David Alvarez, tenho uma estatura média, 1,80 metros de altura ( acho importante dizer isso) , cabelos castanhos liso, olhos verdes e cor de pele pardo. Sou um mercenário junto com meu melhor amigo Daniel Von Sigvid, vivemos de pequenos contratos de seguranças particulares e as vezes aparece um trabalho mais intenso, ao decorrer da minha vida passei por várias situações que nunca imaginei que teria passado, contarei detalhadamente a minha visão sobre esses fatos ocorridos , certo que, estou no momento a beira da morte, uma ponte, dois lados, prontos para se atacar, a ponte de cimento maciço apresentava múltiplas rachaduras, além de grandes nevoeiros , não muito densos, de pólvora , o ar estava pesado, dois grandes rastros de nevoa luminosos estavam apontando em direções contrarias, o que representava a cor azul apontava para o sul, iluminando um grupo de cinco jovens guerreiros que diziam estar lutando por algo que acreditam , seus ideais eram muito fortes e pareciam não se abalar com o adversário, o que representava a cor vermelha apontava ao norte , iluminando os combatentes e soldados da divisão Leste-Patria , montados em seus cavalos ornamentados com grandes e maciços equipamentos dignos de uma cavalaria profissional, soldados com suas lanças e espadas tão afiadas e leves que só se ouvia o balançar quando se chocava com algum objeto, todos os guerreiros portavam em suas armaduras o símbolo da justiça e ordem , da divisão, equipamentos adequados ao seu estilo de combate, cada um com feito sob medida para cada integrante daquela equipe de soldados.
Lá estava eu , desprovido de qualquer meio de defesa, abraçado a um medalhão que ganhará de uma pessoa muito especial, tudo que tinha passado e como tinha chegado ali era unicamente culpa desse único individuo , o motivo de toda essa batalha, seu nome era Ward.
“A verdade sobre a ignorância que escolhemos não saber, se faz real novamente. ”
MEMÓRIAS
1
Certo de que não tenho muitas lembranças do meu passado, até confundo várias delas , por causa do fato de eu ter passado uma experiência , um tanto que desagradável , portei por cerca de dois meses um amuleto que emitia um poder estranho e ele causou sérios problemas e me concedeu alguns atributos. Algumas memórias que tenho sobre meu passado estão constantemente em mudança, mudando coisas básicas , distorcendo o que realmente era, por exemplo, uma vez, minha casa, eu lembrava dela como uma casa de tijolos, com alguns vitrais e um grande jardim , porém, ela estava debaixo d’agua, e quando me esforçava para tentar lembrar de mais algo, ela mudava, para uma casa na arvore ou nas montanhas , sempre tinha alterações, nunca repetia o mesmo tipo de estrutura, desde o mais rustico até o mais singelo e simples, nunca consegui entender esses fatos. Estranhamente o amuleto também me deu algumas habilidades que há certo tempo faziam o ser humano questionar seu lugar e sua função, por que com o poder vem a “justiça” daqueles que se intitulam os patronos e únicos soberanos sobre tudo que existia. Eu possuo o poder de conjurar e invocar certo tipos de magias, invocar alguns guerreiros ou até mesmo conjurar feitiços de criação de itens, como equipamentos, armamentos ou até mesmo veículos , mas isso já exige muito de mim, já que não nasci com esse dom, ele me foi transmitido, não que desejava esse poder, mas ajuda bastante com meus afazeres. Entretanto, receio que minhas lembranças continuem sendo distorcidas, cada vez que uso alguma habilidade, sinto que cada vez mais vou transformando meu passado em algo que não aconteceu causando um caos em minha cabeça.
O fato de não poder me lembrar corretamente o que aconteceu comigo no passado me assusta e me assombra, a única pessoa que sabe o que aconteceu corretamente foi meu caro amigo Daniel. Ele me contou o que sabia, certa vez, há 10 anos, ele me encontrou em escombros de uma estação de treinamento de cadetes da Facção Vexer , uma das melhores três melhores organizações contra o governo da Leste-Patria. No momento que ele me encontrou eu estava inconsciente em estado de coma sob alguns escombros no que parecia ser a ala de testes de equipamentos, só sobrevivera pois estava dentro de uma das armaduras da classe “Wallholder” são armaduras extremamente reforçadas que chegam a limitar o movimento do usuário, o equipamento se destaca por aparentar como um rinoceronte por ser bem robusto e denso além de ser possuir um único chifre de fibra de Litian , que é um material capaz de resistir a grandes impactos , em seu máximo, uma bala de 170 milímetros de espessura. Por esse motivo não sofri nenhum dano critico, apresentava apenas alguns hematomas e contusões ao longo do tórax e na região da cabeça, nada muito grave, porém o suficiente para induzir a um coma. Não conseguira entender o que aconteceu com a estação, o local estava totalmente destruído e era de se impressionar, já que a instalação era do tamanho de um campo de futebol, o que nos atingiu tinha que ser poderoso, fui o único sobrevivente, só restara cadáveres dos soldados, todos com grandes buracos no meio peito, em volta do buraco, ainda era possível se enxergar as brasas como se algo muito quente e rápido tivesse o acertado. O grande campo de treinamento estava todo coberto por uma fuligem preta com várias crateras do tamanho de carros no chão e nas construções, todos os outros edifícios como os dormitórios, praças de alimentação e garagem estavam completamente em ruínas , com destroços queimados e esburacados, todo o assentamento se encontrava em plena destruição, deixando com uma sensação de dor e desespero, o céu estava preto deixando o rastro de destruição mais visível aos demais, o ar que circulava o ambiente era pesado e difícil de respirar, um grande símbolo de esperança para aqueles que lutam pelo que acreditam e contra aqueles que controlam os ideais e ícones dos padrões atuais, mantendo todos sobre uma única ordem , uma única força e uma única pátria opressora, P.A.T.R.I.A. (Peaceful Accord Tenas Ran Inther Aegis) essas são as divisões do país.
Quando Daniel me tirou da armadura e me levou para a aeronave (bem estilizada, com formato de um drone de quatro hélices e dois propulsores na parte traseira, com detalhes dourados nas arestas e traçados do veículo que era composto pela cor cinza, aparentava ser de uso das forças de elite da Leste-Patria, tirando o nome “ALL IN , FOR THE HOUSE” ,esteticamente era bem chamativo, pois contava com uma tinta especial que absorvia a luz e gerava eletricidade , com detalhes em dourado nas extremidades de cada letra com um plano de fundo azul). Me colocara na enfermaria, deitado na maca, inserindo soro enriquecido com vitaminas especiais que aceleravam a regeneração celular, assim que decolara, se deparou com uma cena que tirou seu sono por muitas noites, uma pintura feita com sangue que envolvia todo o complexo, como se fosse um tipo de ritual com a cabeça de um Kraken onde seus tentáculos formavam uma espiral que envolvia as principais torres da estação em suas pontas. Se assustara porque nunca tinha visto algo parecido ou de ter lido em algum livro sobre tal ato, assim se distanciou com a aeronave e voltou para sua base.
A base ficava perto da antiga cidade de Domes, que se tornou um vilarejo, cerca de uns 30 quilômetros de distância do centro, em uma zona ampla e repleta de arvores com uma cachoeira que desaguava na represa San Dearly , era bem escondida e quase impossível de se detectar, já que os radares e sensores não captavam a atividade térmica ou ondas de rádio de lá, tudo graças a mãe natureza. Chegando na base, ajeitou a enfermaria para que eu pudesse me recuperar e em três semanas eu tinha acordado, muito cansado e abalado psicologicamente, sem muita noção do tempo e bem confuso com tudo aquilo, quando ele chegara do vilarejo onde foi para comprar suprimentos , ele me encontrou e me contou onde tinha me encontrado, e que infelizmente fui o único sobrevivente , já que a armadura me salvara. Tentei me acostumar com a ideia de que tudo tinha acabado, e fui aos poucos recuperando os sentidos, e questionei muito o que havia acontecido, pois n lembrara de nada, normal devido ao fato de ter sofrido muitas contusões na cabeça, ao caso tenho serio problemas com isso, acho que deveria usar um capacete, algo do tipo, talvez.
Demorei para aceitar minha situação porém não tinha mais nada que pudesse fazer, estava em um lugar desconhecido até aquele momento , não tinha como contatar meus amigos, pois estavam todos mortos. Só lembrava que fui parar naquele campo de treinamento por que ofereceram um emprego , um salario e um motivo nobre para se orgulhar de fazer parte. Não me levem a mal , eu era um zé ninguém, um fudido, estava perdido, de novo que novidade...Acabei me alistando por que não tinha outra opção de redenção, seja lá o que tivesse acontecido comigo ou que tenha feito, já que não consigo lembrar com clareza e sanidade sobre os primórdios de minha vida , apenas sabia que tinha que fazer algo para me redimir.
Daniel me propôs uma oportunidade de sobreviver neste país com o ideal de justiça e ordem equivocados, eu poderia sair pela porta e viver minha vida como quisesse ou me juntar a ele e virar um mercenário realizando pequenos contratos e vivendo como um “aventureiro”. Optei por seguir com ele o caminho, já que não tinha a menor condição de viver sozinho, sou um medroso quando estou sozinho, não tenho forças ou muito menos vontade de realizar algo, além do mais, tinha que retribuir o favor de ter sido salvo por ele, ao menos sempre gostei de uma boa aventura, como meu amigo diz até hoje.
“O que você busca parado em frente a essa caixa? Conquiste o mundo que você apenas imaginou”
INTHER, A PENUMBRA DO VALE DA TEMPESTADE
2
Após a minha reabilitação, graças algumas sessões de fisioterapia e junto com uma dieta de nutrientes dos quais estavam escassos no meu corpo. Agora tenho um quarto que fica perto da sala de comando, nosso quartel general era dentro de uma caverna abaixo da floresta, era um tanto que úmida, mas tinha um clima bem agradável, não muito quente e nem muito frio, era totalmente aberta por dentro, sem muitas portas ou trancas, de qualquer lugar conseguia-se acessar o hangar com facilidade, já que ficava embaixo de toda a estrutura.
Naquele dia fui recolher alguns suprimentos essenciais pois teríamos nossa primeira missão juntos, fui até o vilarejo da antiga cidade de Domes, fui com a Zt-720 , que é uma moto de uso militar, porém estava bem diferente de sua forma original, já que Daniel modificara ela, possuía dois faróis afrente do guidão, totalmente cinza com detalhes em dourado, com um porta armas muito eficaz, onde escondia duas pistolas calibre 12 na sua proteções do tanque de gasolina, blindada e não muito veloz por causa do seu peso.
Durante o caminho encontrei um dispositivo de armazenamento de dados, ou como vocês chamam, pen-drive, preso a chave do veículo, coloquei ele no capacete para ver o que tinha dele, um único arquivo “Registro: Domes”, era um arquivo de áudio, quando reproduzi o áudio, era Daniel falando sobre a cidade, de acordo com o registro, Domes foi construída para ser um polo comercial, com várias empresas de todos os ramos do comercio, desde armas, munições, equipamentos até roupas e alimentos. Vários anos se passaram e a cidade começou a ser atacada por diversos grupos de bandidos nômades por ter sido construída ao pé de uma montanha , não se tinha muito por onde fugir, foi saqueada e destruída enumeras vezes ao decorrer de 50 anos, até não aguentar e sucumbir, sendo abandonada pelo governo e esquecida pelas pessoas, nos últimos 10 anos, um grupo de comerciantes encontrou o lugar abandona e construiu um pequeno vilarejo comercial ocupando um terço da área da cidade, porém agora possui paz e tranquilidade para quem deseja reabastecer seus suprimentos para seguir viajem para outros lugares do país, voltou a ser um polo comercial , porém de viajantes.
Segui meu caminho direto pela estrada de terra, uma trajetória longa e retilínea que me ajudou a esquecer um pouco dos meus problemas, já que agora tenho companhia novamente, tenho alguém para me ajudar, fica bem mais fácil, aceitar e fazer da minha vida proveitosa, ainda não tinha certeza das intenções quanto a Daniel, mas ele se mostrou ao decorrer desse tempo uma pessoa confiável com boas intenções.
Ao chegar no vilarejo, olho em minha lista e vejo o que preciso comprar
-30 Pentes de pistolas 10 milímetros
-300 Gramas de amônia
- 2 Litros de cloreto de sódio
-4 Latas de sevens (bebida favorita de Daniel)
-10 Metros de corda feitas com fios de fibra de Litian
-dois Escudos de campo magnético (para repelir balas)
-8 Quilos de sabão em pó (por que as roupas não se lavam só com água)
Assim que entrei no vilarejo procurando pelos itens da lista me deparei com uma grande via de lojas, como camelos e algumas tão grandes que possuíam sacadas, era um ambiente bem árido, para uma região que a 10 quilômetros a norte se encontrava grandes florestas. O ar seco entrava no corpo e causava uma sensação de fome e cansaço, as colunas que cercavam a praça principal estava destruídas, algumas sobreviveram e estava parcialmente ereta, um estilo muito simples e humilde do ambiente mostrando todo o lado rústico e real do comércio bem movimentado do local, grandes edifícios empresariais corroídos pelo tempo e destruído pelos saqueadores, eram iluminados com algumas lâmpadas em torno de sua estrutura afim de caracterizar antiga cidade como um vilarejo. Possuía grandes corredores longos e largos com diversas lojas distintas, todas sobre aquele ambiente empoeirado e árido. Quando terminei de comprar os itens da minha lista, fui em direção da saída, que era a mesma da entrada, porém fui por um caminho diferente. Nesse caminho encontrei um quadro de notícias de uma banca e nele estava alguns avisos de variação climática das regiões sul e oeste, e uma destacada das demais, que me chamou muito a atenção, que era tinha haver com a minha primeira missão “Amélia, a filha do Lord Inther é encontrada morta as vésperas de seu casamento”. Fiquei surpreso em ler a notícia por que nossa próxima missão era fazer parte do grupo de seguranças do casamento da filha do Lorde Inther, e acho que agora não teremos mais o contrato. Enquanto voltava para a base, fiquei me indagando sobre o que faria agora, já que falhamos na nossa primeira missão que nem tinha começado, sei que aquela era uma boa chance de fazer mais trabalhos, o contratante disse que haveria mais serviços, caso tivéssemos sucesso em nossa função.
Chegando na base, coloquei sobre a mesa três sacolas com os itens que Daniel me pedira para comprar e o questionei sobre a missão
-Ei, Daniel, eu li que a filha do Lorde está morta...e ago..., falei bem preocupado com o contrato e com uma certa tristeza pela perda do Lorde, mas antes mesmo de eu ter terminado de falar ele corta com uma notícia.
-Não, não, fique tranquilo, não perderemos nosso contrato, acabei de falar com o Senhor Schultz e ele me confirmou que vamos receber adiantado e que temos um novo trabalho. Vamos proteger uma pousada, cujo o dono é próprio Sr.Schultz, já que os outros foram descartados por terem falhado no teste de confiança. Então arrume suas malas e seus equipamentos, pois vamos para Inther , o vale da tempestade, partiremos amanhã de manhã, o caminho é longo e cansativo, iremos com a Big-H0US3. Já que explodi o sistema de propulsão da ALL IN.
-Okay , aceitei de forma que fiquei bem confortável. Afinal proteger uma pousada não é muito difícil.
Nas próximas horas organizei minhas malas e equipamentos e os coloquei sobre a mesa da sala principal, após isso fui para meu quarto e me deitei , para descansar, já que o dia seguinte ia ser bem longo. E como foi longo...
No dia seguinte, levantei bem cedo e fui para sala e acabei encontrando Daniel ,muito ocioso por causa da viajem.
-Vamos David, temos um longo caminho adiante, disse ele com um tom de ansiedade e empolgação.
-Estou pronto, podemos ir!!!, fiz um gesto de positivo com a mão direita.
-Beleza, me ajude a colocar os tanques de gasolina no carro e poderemos ir, disse Daniel.
Assim que terminamos de guardar toda a bagagem que levaríamos para a missão, saímos da base em direção leste por uma estrada de terra, durante alguns quilômetros até chegarmos estrada LT-120 e seguimos ela por boa parte do caminho. Ao decorrer da viagem, comecei a reparar por cada lugar que passamos, afinal a LT-120 era uma estrada de umas duas vias bem largas e asfaltadas que cruzava a divisão leste com o ponto final no vale de Inther, enquanto admirava a paisagem das tundras e grandes cordilheiras das quais adentrávamos por tuneis, Daniel e eu conversamos sobre a missão e sobre outros assuntos.
-Já que é nossa primeira missão juntos, tenho que te contar algumas coisas importantes antes de chegarmos na pousada. No incio quando te encontrei eu pensei que você era um soldado vagabundo qualquer e iria te deixar para morrer lá, não sou um cara altruísta e definitivamente não gosto de dividir alguma missão com alguém, muito menos com uma pessoa que não confio e não conheço muito bem. Porém você me chamou muita atenção, essa marca da sigla “SV” que você tem na sua nuca é da família Voen Sarte ,é a família que comanda a facção mais poderosa contra o governo da Leste-Patria, a Days of Sun , sem dúvida é única facção que tem alguma chance de derrubar o Lorde de Inther. Sei que é ela por que já trabalhei como protetor da caçula da família, não sei ao certo como e nem o motivo de você ter essa marca, mas com certeza não poderia ter te abandonado ali, sendo de alguma importância a essa família.
-Daniel, se eu estivesse em seu lugar não teria salvo minha vida. Não lembro como consegui essa marca, até onde me lembro ela sempre esteve ali, não o culpo por pensar assim, mas agradeço por ter salvo minha vida, e agora para te retribuir trabalharei para você e seguirei esse caminho com você, se assim me permitir. Disse um com um pouco de receio pensando que ele me largaria à deriva na estrada.
-Não sei bem ao certo, mas você me parece ser uma pessoa confiável, digo isso, pois sei que não pareço ser um, desconfio de muitas pessoas e outras prefiro não me envolver muito, porém quando tenho uma missão a cumprir ,preciso agir de forma que não comprometa o andamento do contrato. Então essa missão é um teste para ver se nos daremos bem como uma dupla, espero que você consiga me acompanhar, afinal se há uma possibilidade de você ser um Voen Sarte já pode ser útil em varias situações. Só peço que deixe essa marca disfarçada, por que o lugar que vamos é o coração e cérebro da Leste-Patria, e não seria bom para o governo de ter um integrante da principal família que é contra o governo perambulando por suas terras como cidadão normal.
-Okay, darei um jeito de disfarçar essa marca, tentarei ser útil a você já que você me salvou e cuidou de minha saúde, não o desapontarei. Afirmei com um toque de leve em seu ombro como se fossemos amigos a um bom tempo.
-Sem contato físico. Disse Daniel com o tom severo.
-Entendido capitão!!!, disse com colocando a mão sobre o supercílio fazendo um gesto de obediência.
-Também não precisa ser assim. Daniel falava como se quisesse rir , mas não conseguia
Daniel era um jovem de 26 anos alto e moreno, tinha a cabeça raspada com uma barba que deixara por fazer, olhos azuis e com um porte físico de um verdadeiro super soldado. Sempre vestia uma calça militar cinza com vários coldres de arma e uma jaqueta cinza bordada com linhas douradas , tinha um aparelho multifuncional eletrônico que ele adaptara para seu uso expedicional durante as missões, portando diversas funções e usos.
Ao chegarmos no portão da pousada, nos identificamos pelo interfone, adentrando na propriedade que ficava as margens de um rio e uma montanha, vemos o grande e extenso jardim com sua praça central bem ornamentada como um grande campo aberto com colunas gregas formando um arco bem alinhadas e decoradas com a vegetação, um grande chafariz que se destacava muito por parecer com um arcanjo, com grandes azas feitas de mármore branco e estilizadas com runas em sua base e cada pena detalhada como se fosse real, era tão viva e tão maravilhosa que fazia você se sentir como se estivesse sendo levado ao céus, logo atrás coberto por uma névoa bem fraca mas ainda visível, estava a grande pousada do Sr.Schutlz, totalmente decorada com a vegetação que crescera e subia pelas longas e bem rusticas paredes deixando a mansão mais linda e diferenciada das outras que já tinha visto. Assim que paramos o carro em frente à praça , as portas se abriram e apareceu um senhor com uma certa idade, um 50 a 60 anos, de cabelos grisalhos escorridos até o ombro , com um traje formal preto e bem destacado por sua cor, com uma singela bengala preta com a ponta branca , seus olhos eram cinzas, sua pele branca como a neve porem um pouco enrugada devido o tempo, ele estende os braços e fala em voz alta demonstrando felicidade.
-Bem-vindos jovens guerreiros, a pousada Versa Lange, eu sou o Hendrick Schultz Andreas, muito prazer em conhece-los pessoalmente!!!
(o capitulo dois está incompleto ainda, mas estou trabalhando nisso o mais rapido possivel, estava mesmo muito ansioso em postar aqui que acabei esquecendo disso ) :D
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Atualizado em: Seg 29 Abr 2019

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