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AFRESCO

Eu pinto de madrugada
Deixo a cama no lugar
Desperto na matutina
Antes do galo cantar.

Sem papel e sem caneta
Com pincel numa das mãos
Pinto as letras nas paredes
Onde passam a multidão.

Alguns dentro dos seus carros
Outros em pé na condução
Enxergam na pintura carioca
Com os olhos do coração.

O meu nome é Gentileza
Poeta da solidão
Muito mais do que palavras
Pinto versos de oração.
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Atualizado em: Seg 19 Out 2020

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