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olhos

A noite invade-me os olhos...
Que fixos no vazio, procuram
no passado um sentido
para o presente.

Vêem na ronda secular
de um astro.O puro ato de
viver a plenitude de sua
própria existência.

Oh! idade nobre.
De inúmeras vivências
sabedoria alcançada.

O crepúsculo invade-me os olhos...
Que fixos no vazio,
não mais procuram no externo
mas no interno.
 
Vêem no passado
a experiência presente.
Oh! fiel guia dos sábios.

O dia invade-me os olhos...
Que fixos no vazio, procuram
no presente um sentido
para o futuro.
 
Vêem no transitório
aquilo que não pode ser
mudado.

Pois a morte, vem a superfície
reclamar a sua herança.
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Atualizado em: Ter 9 Jun 2020

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