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Quando...

Quando o sol nascer e eu estiver triste,

Não julgues a razão, ou se é fingimento,

Nem duvides que o terrível mal existe...

E nas veias do coração o ressentimento!

 

Ao meio dia, no mais forte calor do sol,

A se dissiparem as nuvens no horizonte,

Olharei ao longe, passos lentos do arrebol,

Refletindo águas cristalinas lá da fonte!

 

E eu, já ansioso pela minha linda tardinha,

Que aguardo todo dia na ponte velha do rio,

Ou à beira da lagoa, brincando de cirandinha!

 

Quando tudo isso se for e restar o peito frio,

Saibas, amor, que à noite terei a luz da lua,

Como em toda a minha vida tive a vida tua!

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Atualizado em: Dom 19 Jun 2011

Comentários  

#1 jrs49 19-06-2011 19:21
Um soneto singelo e de grande beleza.
Parabéns.

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