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O Menestrel

Das quimeras que colhi pelo mundo
faço a rima cujo verso inundo,
quando compondo sob um céu profundo
urdindo a trama no qual vou a fundo.

Ávido amante da prosopopeia
portadora da santíssima ideia.
Louco, rebelde Quixote sonhador
enfrento meus moinhos sem temor.

Ando por terra contemplando o céu
semeando versos como um menestrel.
Essa rebeldia, essa boêmia,

é o fermento da minha poesia
traz em relevo todo velho encanto
num augusto e soberano canto.
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Atualizado em: Dom 31 Maio 2020

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