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Minha opnião

Hoje tive a oportunidade de ler uma bela crônica de autoria da atriz Fernanda Torres, intitulada Mortalha, publicada  na “Folha de São Paulo” em 30/06/2017, onde a mesma relata a realidade que vive a cidade do rio de Janeiro, e, transcrevo aqui o que a mesma escreveu sobre o Governador Pezão e o Prefeito Crivella: “Pezão abriu mão de governar, declarou estar ciente de que não resistira mais o cargo. Crivella honra compromissos na África, como pastor, e tem planos para fechar as torneiras da festa pagã do Carnaval”. Mais adiante, dia a atriz: ”O PMDB de Cunha e Cabral levou a medalha de ouro em corrupção, o buraco da Previdência já mostra os dentes, e a falência é papável”. A crônica é perfeita, fala a verdade, mas tem uma coisa importante que a atriz esqueceu. O Eduardo Cunha e Sergio Cabral foram eleitos pelo povo, cuja “CREDENCIAL” deles e de outros, foi dada pelo povo chamado de eleitor.
            Nós não somos obrigados a validar o nosso voto, somos obrigados a votar, o que é uma vergonha, mas, validar voto não. Desconhecemos como eleitores, que a constituição afirma: “TODO PODER EMANA DO POVO”, e nós, não fazemos cumprir o nosso direito dizendo que não queremos nenhum dos candidatos que se apresentaram ao TRIBUNAL ELEITORAL, buscando um lugar nas diversas Câmaras, Municipais, Estadual e Federal. Qual a real necessidade que temos de da empego a Quinhentos e treze Deputados e a Oitenta e hum Senadores; Nós brasileiros empregamos gente demais, cujos filhos não estudam em escola publica, não estão vulneráveis a assalto e, não são atendidos pelo SUS em hospitais públicos. Será que já paramos para raciocinar essa realidade? Será que algum de nós hoje, nesse exato momento no qual o país vive uma tremenda crise politica, causada por “CORRUPÇÃO”, sabemos chegar diante das câmaras de TV ou dos microfones das emissoras de comunicação e dizer: informo a todos que me vêm e me ouve, que o Vereador, Deputado Estadual, Federal e Senador da Republica, a quem dei o meu voto na ultima eleição, conseguiu para a comunidade tais e tais benefícios. Ninguém sabe, nem se quer se sabe em quem votou, às vezes ate deu o voto em virtude da boca de urna.
            Votar em outros candidatos que não sejam os que já têm cadeira cativa na câmara por tantas e tantas reeleições não vai mudar em nada, o vírus da corrupção, esta no sangue daqueles que prometem há anos, a mesma coisa.  Desde 1954, quando tinha quatro anos de idade, ouço a mesma musica e os mesmos versos: Mais emprego, mas saúde, mas segurança e mais educação, e, no exercício de Quatro anos, o mais se torna menos. Só houve mudança na forma de gravar a musica; de disco de cera carnaúba de setenta e oito rotações, passou a ser em CD e DV de alta tecnologia.
            Nasci em 1950 em Salvador, uma grande cidade, e depois que faleceu o  Senador ACM, nós mudamos todos os representantes da Bahia no Senado e muitos na Câmara de Deputados. Mudamos as pessoas, mas a forma de trabalhar é a mesma da época do falecido. Falo mais do Senado, pois acompanho os trabalhos dos Senadores pela TV SENADO, e a verdade é que, da troca, hum levou oito anos entrando mudo e saindo calado do plenário, já não exerce mais o cargo,  outro deixou o cargo para ser Secretário de Estado sendo substituído pelo suplente que na campanha nunca mostrou a cara, para que os eleitores tivessem conhecimento de quem poderia substitui-lo  el num eventual impedimento, e temos dois que, ainda não passou o cargo para o suplente, mas que dessa dupla, hum tem o nome ligado à  Lava Jato. Não adianta tirar o Francisco e colocar o Chico, nem trocar seis por meia dúzia, pois é a mesma coisa.
            Qual a solução? Alguém me pergunta.
            -- Votar certo e consciente, dando a sua autorização a quem nunca vai lhe trair, nunca vai prometer e não cumprir, nunca vai estar nas investigações da Lava Jato, pois da sua índole faz parte o nada prometer se não pode cumprir.
            -- Quem é esse candidato então?
            -- NULO, jamais iremos vê-lo metido em corrupção, jamais iremos vê-lo nas redes de TV sendo conduzido por Agentes Federais, e jamais iremos vê-lo pedindo para se defender em liberdade. Ele não precisa de advogado, a sua honestidade é incólume, ou seja, uma pessoa desprovida de lesões corporais e morais.
            Nulo não promete, mas tenho certeza de que, Ele fará sim alguma coisa, caso venha conseguir nas próximas eleições um número significativo de votos em torno de cento e vinte a cento a trinta milhões de votos. Havia um Senador que em seus inflamáveis pronunciamentos, dizia abertamente que, a soma dos votos dos oitenta e hum senadores era bem maior que a soma dos votos obtidos pelo presidente eleito; o mesmo estava correto, então, partindo dessa afirmativa, vamos votar NULO, vamos forçar pelo voto dizer que não estamos satisfeito com a forma do toma lá da cá, que existe no atual congresso, que queremos representantes que de fato cumpram o que promete na campanha, assim como NULO, que  nem o voto pede, nós é que o indicamos como nosso candidato.
            Amigos, nós nunca iremos ver NULO ser atendido nos hospitais particulares de São Paulo, mais iremos ter a certeza de que, o mesmo tendo uma grande quantidade de votos, começará democraticamente mudar o BRASIL, afinal, todo poder emana do povo; não é com bagunça, quebra-quebra nas ruas, queima de pneus, e outras formas violentas de protesto que mudaremos o Brasil, só farão tal mudança no VOTO, mas um voto consciente do que estamos queremos.
            Todos deveriam ler a crônica escrita pela atriz Fernanda Tornes, ela, relata a realidade do Rio de Janeiro, que é a mesma realidade do Brasil todo.
            Em dois mil e dezoito, votemos NULO, pois quem sabe se, o expressivo numero de votos NULOS, possa ensejar um pedido de anulação da eleição, com outras pessoas como candidatos, e esses que já tem cadeira cativa nas diversas Câmaras, sejam mandados de volta para seus estados, pois já ficou muito tempo se beneficiando do poder sem nada fazer. Vamos ver se na campanha em Dois mil e dezoito, alguém vai dizer: irei propor o fim da reeleição de todos os políticos, a cada quatro anos, todos os parlamentares devem ser substituídos por outros, com outra ideia, que parentes dos que estão deixando o mandato não sejam candidatos, para acabar com o emprego vitalício.
            Essa é a minha opinião.
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Atualizado em: Dom 17 Set 2017

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