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Que se vá 2017

Aproxima-se o fim do ano, e dentro de alguns dias, toda a humanidade alcançará o decimo oitavo ano do século XXI, conhecido como terceiro.    Sei perfeitamente que muitas pessoas também estão sentindo o mesmo desejo, que esse ano se vá rapidamente, e que o próximo chegue nos trazendo novas esperanças de bons dias, com poucas ou quase nenhuma tristeza. Sei que esse desejo é impossível de acontecer, pois em todas as partes do mundo, muitos nascem e muitos morrem das formas mais variadas, mas também nascem belas e maravilhosas flores que embelezam o mundo e perfumam a alma de todos os seres vivos.
         Queria nesse Natal escrever um texto, quem sabe um poema de amor, expressando o real significado desse dia que comemoramos o nascimento de Jesus. Para tanto, me falta à genialidade poética de um Neruda, Carlos Drummond, Mario Quintana e outros grandes poetas.
         Mas nesse ano, que ora se finda, também tivemos a alegria pelo nascimento da quina bisneta, e mesmo hospitalizada, numa cadeira de rodas a Bisavó pode conhecer, e se emocionar com a doçura e o encanto da pequena que assim como a Bisa foi batizada como Maria.
         No poema “Ninguém é de Ninguém”, Humberto Silva o autor, em um dos versos disse: “Ninguém é de Ninguém, na vida tudo passa”, e, como os poetas, de fato sabem dizer poeticamente a  a verdade com o sentimento da alma, dois mil e dezessete vai passar levando todas as tristezas, mas também postergando para o futuro grandes alegrias que servirão de conforto para que continuemos vivendo felizes, com a nossa consciência tranquila diante de Deus, seguindo o aprendizado que ela nos deixou, pois esse aprendizado sim, nunca passará.
        Devemos, portanto entender que mesmo que tenhamos perdido grandes amigos, nascidos do coração, que tenhamos perdido pai, mãe, filhos irmãos, filhos etc.. A vida prossegue e que nesse caminhar, devemos seguir as instruções do Cristo, de amarmos uns aos outros assim como somos por Ele amados, verdadeiro sentido do Natal.
        Quero também nesse texto dizer que Deus me proporcionou cumprir talvez a ultima vontade de minha mãe; mudar de Salvador para Santo Antônio de Jesus, para viver com a pessoa que Deus me deu como esposa e  companheira, cuja família me abraçou com carinho, respeito e amor. A legalização dessa união perante Deus e os homens, também aconteceu com a presença dela, minha mãe, que me ensinou a ser fiel aos mandamentos de Deus.
        Por meio desse texto com interpretações variadas, alegria e tristeza, eu abraço meus filhos Fernando e Mayanna, meus netos gêmeos Valentina e Guilherme, meu genro Gabriel, minha sempre nora Duda, minhas irmãs Angélica Maria, Eliana, cunhado e amigo Antônio Carlos Travessa, meus sobrinhos Marcos Aurélio, Davi Lucas, Davi Cesar e respectivas Esposas, Iane Erica e esposo, meus sobrinhos netos, Marco Antônio, Giovana e Maria, bisneto/as de Maria. Abraço também, os sempre amigos Daniel Davi e família e Virginia Julia, mãe dos meus filhos, e com muito carinho e respeito à Débora, amiga e filha do coração.
        Abraço a todos os meus cunhados que me receberam especialmente a minha esposa Denise e seus filhos Wanderson e Nathalli, nora Camila e neto Gustavo.
        Como ninguém é de ninguém e na vida tudo tem que passar mesmo, que passe 2017, mas que as marcas do amor, da fraternidade, permaneçam para sempre em nossas vidas, que não é, e nunca será eterna para viver, mas se eternizará para todo sempre, nos legados entre as gerações pelo que fazemos enquanto aqui estamos, como eterna e imortal é a grandiosa Nona Sinfonia de Bethoveen, que o mestre alemão postergou para toda humanidade.
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Atualizado em: Ter 26 Dez 2017

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