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Sem cura

Amigo leitor serei curto e grosso. Farei uma pergunta direta e reta, uma pergunta básica, sem meios termos, sem rodeios. Responda antes que você também se transforme na próxima vítima. Se já não é. Qual destes dois tipos de câncer não tem cura:

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA?

Antes de expressar sua opinião, é bom que compreenda, desde agora, alguns  pontos cruciais. Estas doenças DILMA E SERRA, atacam sem aviso prévio. Como erva daninha, se dilatam. Uma vez instaladas em seu organismo, não existe cura, não há saída, não há volta. Seus sonhos, desejos, vontades, seus dias de vida útil estão contados. Você, aos poucos, entrará num processo de definhamento, e não perceberá. A extenuação é tão forte, a degenerescência da carne é tão vil, tão silenciosa, que corrói suas entranhas de forma espantosa. Estes dois intrusos (até agora desconhecidos da Organização Mundial da Saúde) transformarão você, em questão de dias, num corpo inerte.  Do estado cadáver, saiba, de antemão, não há volta, só ida. Não há futuro, só retrocesso... E ao invés de quatro, sete palmos de terra... Estes tumores vêm pelo ar, entram na sua casa pelos aparelhos de rádio e televisão, mascarados pelos horários políticos gratuitos, fazendo as cabeças dos infelizes indefesos, inflamadas pelas repetições desenfreadas, como um látego martirizante, inconstante, intermitente...

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA SERRA,

SERRA, DILMA

DILMA, SERRA,

Estes cancros malignos, portanto, debilitam, prostram, subjugam e abalam. Sobretudo, contribuem para que você, meu amigo, se humilhe, se quede vencido, vergado a debilidade da sua própria estupidez. É o caso do nosso Brasil. Ele está às portas da derrota, da banca rota, do jugo vil e infame, atado, de pés e mãos, a estas desgraças sem precedentes.  E sabemos todos que não existe um remédio milagroso e eficaz.  O antídoto que esperamos como um milagre a renascer das cinzas, ainda não foi descoberto pela ciência. Mesmo norte, tais doenças, cônscias da sua voracidade, da sua fome de destruição, parecem ter vida própria; vida e fôlego em abundância. Por esta razão, se prevalecem se alastram se espalham, se estendem, se multiplicam e se reproduzem. Contagiam, propagam... Esmagam...

Diante disto, meu amigo leitor, você entendeu as minhas colocações? Qual destes dois tipos de câncer, então, não tem cura?

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

SILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA

DILMA, SERRA,

SERRA, DILMA,

DILMA, SERRA...

Se você não conseguiu atinar com a chave do segredo, estas desgraças, infelizmente, vão continuar a corroer você, minuto a minuto, segundo a segundo, INDEFINIDAMENTE!...

(*) Aparecido Raimundo de Souza, 57 anos é jornalista.

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Atualizado em: Sex 22 Out 2010

Comentários  

#1 rackel 25-10-2010 14:53
Impagável, Aparecido.

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