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A Cesário Verde (O poeta incompreendido)

Pela vívida Lisboa deambulava
O maior dos repórteres entre os poetas
Porque na sua tela havia cores certas
E, nas suas palavras, arte não faltava.   
                                             
Concentrava toda a perfeição literária!
É Impensável não ter sido idolatrado
Mas tamanho talento foi desrespeitado,
Foi julgado por uma gentinha ordinária

O seu parnasianismo não encantou todos,
A sua busca pela perfeição formal
Foi desvalorizada de todos os modos
E essa falta de consideração foi fatal.

Repousa enfim, depois da humilhação sofrida.
Abençoada a terra que o recebeu, 
Pois o que dali nascerá serão os frutos
De uma semente desprezada pelos incultos.

Espero que este louvor lhe tenha agradado.
A si, declaro-me um simples admirador;
Que estes alexandrinos lhe sirvam de alento,
Que estes versos lhe despertem o sentimento.
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Atualizado em: Dom 22 Nov 2020

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