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POR QUE NÃO?

Aos carros que passam tão apressadamente nas ruas

Eu me pergunto: por que não?

Ao trem que se aproxima, por que não?

A faca afiada esquecida sobre a pia,

Aos calmantes, morfinas e antiinflamatórios,

Eu me pergunto incessantemente: por que não?

À  janela do 9º andar, à vala do elevador reformando,

À corda, ao rio, aos cacos de vidro, ao revólver...

Por que não?  Porque não. Que não?

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Atualizado em: Ter 17 Dez 2013

Comentários  

#2 wicos 10-01-2014 14:48
porque ñ eis ai a questão , se a vida se mistura em vazio da solidão valeu poetisa
#1 Geraldocoelho 05-01-2014 21:45
Porque não!...A vida é bela, e o amor a qualquer momento
nos bate à nossa porta!...Um tanto confusa a mente poética;
porém, uma obra pra se refletir...Parabéns; beijos.

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