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RUÍNAS

E de repente eu me vi em ruínas,

Arrasada pelo tempo

Em meio os escombros,

Como ainda reconhecer algum sonho,

Se neste chão há tantos fragmentos?

Há tanto de mim despedaçado,

Meus tesouros já foram roubados

Como rever minha fortaleza,

E erguer novamente meus muros?

Sim, tudo está destruído agora

E não há previsão de quanto tudo começou,

Ou terminou de ser devastado

Os destroços apenas servem para lembrar

Que talvez alguém pudesse ter sido feliz

Ou a infelicidade de tão grande

Fosse capaz de ruir pedra por pedra

Deixando visível apenas o abandono e a solidão.

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Atualizado em: Sex 17 Jan 2014

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