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Aves Tristes

Rebrilham nesta lua
um empréstimo de saudades
e tristezas tolas, tolas.
Toscas correntes
que trancam nossos peitos
em amores de porvir e devir
num derredor de ais
não ditos, insuspíraveis que são.
Um bolo amargo
desenha-se na garganta,
lagriminhas
miúdas de olhos ausentes,
afanados prantos
de escorrer, em cascatas,
poesias dúbias...
Que olhos teimosos,
aflitas aves de migração revés
que, menos te vêm,
mais te desejam.
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Atualizado em: Seg 24 Out 2016

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