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Criticas são bem vindas, mas sarcasmos não..

De todas as formas de auto conhecimento, as criticas são as mais difíceis, embora muitas são bem vindas.
Bem vindas quando agregadas de proteção.
Tenho um amigo que costuma dizer quando deparamos com uma pessoa mal vestida na rua que : "essa pessoa não tem amigos".
Muito legal aquele toque, de coisas que podemos mudar, pois não adianta você criticar a perna torta do fulano se ele nasceu assim. Legal é a preocupação. Ou o "anteaviso", aquelas espécies de premonições típicas da vovó macaca velha.

Mas não é nada edificante também as críticas destrutivas, as que vem acompanhada com um sarrinho, os sarcasmos.
Há pessoas que só fazem isso em bando, diante de uma galera, alias, nunca encontrei uma que seja sarcástica quando estamos sós. A sós, o tom é outro. A sós não tem a "galerinha" para rir, rir do que mesmo? Do defeito que ela, a pessoa, enxerga no outro.
Pior que sarcasmo que vem, é passível de sarcasmo que vai. Tipo um jogo, uma disputa de campeonato. Quando leva, quase sempre devolve, e vamos combinar que a coisa se torna patética.
E o entendimento se compromete.

Sempre somos alvos de críticas, normal, ninguém é perfeito. Quem dera.
Eu costumo pensar que muitas delas é perda de tempo, Pelo menos comigo, pois eu sou a majoritária do meu departamento de críticas. Sou eu quem mais me machuco do que qualquer outra pessoa. Reconheço cada pedacinho dos meus defeitos, e as vezes vou até além,
Se não falo deles o tempo todo, oras, é porque não quero parecer uma pessoa destrutiva e sem confiança.
Mas a cada noite antes de dormir ao invés de contar carneirinhos, eu conto minhas deficiências. Faço uma lista do que deu errado ao longo do dia e da parte que me toca, ou que eu toquei para dar errado.
Não é porque não demos um parecer de pronto sobre o crivo de outrem, é que não o aceitamos. Só depende de como ele chegou até nós. E é bem na hora de contar carneirinhos que a gente descobre isso.
Mas também, vamos admitir que contextualizamos os critérios. Depende de como chegou e depende de quem vem.
Não adianta você ser a rainha da cilada, e querer que o outro caia na sua.
Embora todo mundo sabe, que as vezes, e as vezes significa também nem sempre, a pessoa não é boa para consertar a própria vida, mas pode ser boa conselheira.
E bom conselheiro, mesmo os "nem sempre", a gente mantém por perto. O sarcástico , (olha ele ai de novo), a gente não respeita, não adianta, não respeita mesmo. É como literalmente entrar por um ouvido e sair pelo outro.

Mas se você é do tipo como eu, que para para pensar, mesmo que você mesma seja sua maior inimiga no quesito, você vai se pegar divagando em auto análise. E auto análise não quer dizer necessariamente decretar a sua derrota. Mas você pode descobrir sozinha muita coisa escondidinha e que você nem percebeu na hora, seja para o seu bem , para você rever e aprender, ou apenas para o seu entendimento intimo.

Justamente assim, parando para pensar nesse assunto que eu andei fazendo um apanhado de coisas que ouvi, e que você também deve ter ouvido, peneirou e em silêncio garimpou, O que de fato é certo. Naquilo que há razão de ser, que é de direito e justo. Que nos prejudica ou que nos faz prejudicar. Naquilo que escancaramos ,ou pedimos para apanhar.. Naquilo que é prudente rever.

Naquilo que obviamente não veio em tom de ironia, de pessoa zombeteira, mas sobre esses tipos, ao pensar demais, vi que algo podia agregar sim e fiquei com uma dúvida interessante:

Somos criticados por nossas imperfeições, ou para que o zombeteiro possa mascarar os defeitos , que ele no fundo sabe que também percebemos nele ?

Vera Gallerani.

De todas as formas de auto conhecimento, as criticas são as mais difíceis, embora muitas são bem vindas.
Bem vindas quando agregadas de proteção.
Tenho um amigo que costuma dizer quando deparamos com uma pessoa mal vestida na rua que : "essa pessoa não tem amigos".
Muito legal aquele toque, de coisas que podemos mudar, pois não adianta você criticar a perna torta do fulano se ele nasceu assim. Legal é a preocupação. Ou o "anteaviso", aquelas espécies de premonições típicas da vovó macaca velha.

Mas não é nada edificante também as críticas destrutivas, as que vem acompanhada com um sarrinho, os sarcasmos.
Há pessoas que só fazem isso em bando, diante de uma galera, alias, nunca encontrei uma que seja sarcástica quando estamos sós. A sós, o tom é outro. A sós não tem a "galerinha" para rir, rir do que mesmo? Do defeito que ela, a pessoa, enxerga no outro.
Pior que sarcasmo que vem, é passível de sarcasmo que vai. Tipo um jogo, uma disputa de campeonato. Quando leva, quase sempre devolve, e vamos combinar que a coisa se torna patética.
E o entendimento se compromete.

Sempre somos alvos de críticas, normal, ninguém é perfeito. Quem dera.
Eu costumo pensar que muitas delas é perda de tempo, Pelo menos comigo, pois eu sou a majoritária do meu departamento de críticas. Sou eu quem mais me machuco do que qualquer outra pessoa. Reconheço cada pedacinho dos meus defeitos, e as vezes vou até além,
Se não falo deles o tempo todo, oras, é porque não quero parecer uma pessoa destrutiva e sem confiança.
Mas a cada noite antes de dormir ao invés de contar carneirinhos, eu conto minhas deficiências. Faço uma lista do que deu errado ao longo do dia e da parte que me toca, ou que eu toquei para dar errado.
Não é porque não demos um parecer de pronto sobre o crivo de outrem, é que não o aceitamos. Só depende de como ele chegou até nós. E é bem na hora de contar carneirinhos que a gente descobre isso.
Mas também, vamos admitir que contextualizamos os critérios. Depende de como chegou e depende de quem vem.
Não adianta você ser a rainha da cilada, e querer que o outro caia na sua.
Embora todo mundo sabe, que as vezes, e as vezes significa também nem sempre, a pessoa não é boa para consertar a própria vida, mas pode ser boa conselheira.
E bom conselheiro, mesmo os "nem sempre", a gente mantém por perto. O sarcástico , (olha ele ai de novo), a gente não respeita, não adianta, não respeita mesmo. É como literalmente entrar por um ouvido e sair pelo outro.

Mas se você é do tipo como eu, que para para pensar, mesmo que você mesma seja sua maior inimiga no quesito, você vai se pegar divagando em auto análise. E auto análise não quer dizer necessariamente decretar a sua derrota. Mas você pode descobrir sozinha muita coisa escondidinha e que você nem percebeu na hora, seja para o seu bem , para você rever e aprender, ou apenas para o seu entendimento intimo.

Justamente assim, parando para pensar nesse assunto que eu andei fazendo um apanhado de coisas que ouvi, e que você também deve ter ouvido, peneirou e em silêncio garimpou, O que de fato é certo. Naquilo que há razão de ser, que é de direito e justo. Que nos prejudica ou que nos faz prejudicar. Naquilo que escancaramos ,ou pedimos para apanhar.. Naquilo que é prudente rever.

Naquilo que obviamente não veio em tom de ironia, de pessoa zombeteira, mas sobre esses tipos, ao pensar demais, vi que algo podia agregar sim e fiquei com uma dúvida interessante:

Somos criticados por nossas imperfeições, ou para que o zombeteiro possa mascarar os defeitos , que ele no fundo sabe que também percebemos nele ?

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Atualizado em: Seg 13 Jul 2015

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