person_outline



search
  • Cordel
  • Postado em

Dinheiro na cueca é polêmica nacional. Só a educação é a solução para este país.

“E o poeta não morreu, vive em cada ato, em cada gesto, em cada fruto que cultivou e naqueles que o amarão eternamente!”

Pai! "Divulgar virtualmente parte de suas obras é meu dever e obrigação".
Ao Eterno Filosofo e Poeta Natim:

Abre-se uma página triste
Na história brasileira
Repercute mundialmente
E aqui na nação inteira
Arrasando a dignidade
Dos homens de boa vontade
O crime da roubalheira.

Uma crise moral política
Que envergonha a nação
A maneira de corromper
Com o nome de mensalão
Uma disputa de dinheiro
Aberta ao mundo inteiro
É ladrão contra ladrão.

Acusação e acusação
Sujeira e promiscuidade
Na disputa do real
Numa grande quantidade
Não é dinheiro de marreca
Então levando até na cueca
Junto com a intimidade.

Brasil nação corrupta
Virou notícia mundial
Sua economia espoliada
Uma vergonha nacional
De gente eleita pelo povo
Mas quando este quer socorro
Encontra é a bandeira do mal.

O episódio da cueca
Escandaliza a moralidade
Dos homens deste país
Que ainda têm honestidade
Apesar da coisa rara
De ter vergonha na cara
Caráter e dignidade.

Não podia deixar de mostrar
Esta vergonha ao leitor
Nosso país é destaque
Reconhecido onde for
É rico por natureza,
Mas só mostra sua grandeza
Em território e horror.

Os parabéns e o mérito
Pro Brasil comemorar?
Só jogador de futebol
e Fernandinho Beira Mar
E agora o mensalão
Que rouba do mundo atenção
Pela técnica de roubar.

No Brasil eu sempre soube
Que existia falcatrua
E agora desmascarada
Como vemos continua
É como um soco na cara
É um câncer que nunca sara
É a vergonha nua e crua.

Se gritar pega ladrão
Não fica um meu irmão
Disse o Bezerra da silva
Numa bela composição
Só não corre quem morreu
Um paraplégico e nem eu
Porque ando de bastão.

O resultado é um descrédito
O povo fica no escuro
O jovem odeia política
Não tem noção de futuro
Sem decisão, analfabeto
Deixa o caminho em aberto
Ficando em cima do muro.

O voto é bem poderoso
E também cria ladrão,
Mas ninguém é culpado
Se vê cara, não vê coração
Só vai um regime bem forte
De criar pena de morte
Ou então cortar a mão.

Esta lama que se formou
Na administração brasileira
São os poderosos constituídos
Que aliciam a roubadeira
As leis são mal construídas
Não garantem moral regida
Pra impedir tanta sujeira.

Só quebra na parte fraca
Na miséria da pobreza
No homem humilde honesto
No feijão da pobre mesa
E o político roubalhão
Deteriorando a nação
Acaba a nossa riqueza.

E os bolsões da pobreza
Em vários lixões da cidade
Adolescente não trabalha
Porque é menor de idade,
Mas pode roubar e matar
Ninguém pode indiciar
Pelas leis de impunidade.

Chegou o fim da picada
É proibido trabalhar
Mas a corrupção em alta
É jus de direito roubar
Numa sociedade de ladrão
Aonde bandido é barão
E metralha quartel militar.

Neste mundo em que vivemos
Estamos todos perdidos
Com o sofrimento físico
Que aumenta o tom dos gemidos
Com todas as partes da terra
Vivendo em pé de guerra
E o mundo comprometido.

Mulheres perdem valores
Homens se casam com homens
Filhos matam pai e mãe
Crianças morrem de fome
O mundo virou um prega
Se correr o bicho pega
Se ficar o bicho come.

O mundo vai se acabar
A coisa vai ficar feia
O satanás vem ai
Botar gente ruim na peia
Quem for bom que se agüente
Quem for ruim que se arrebente
Prá deixar a vida aléia.

Pin It
Atualizado em: Sex 9 Jul 2010

Deixe seu comentário
É preciso estar "logado".

Curtir no Facebook

Autores.com.br
Curitiba - PR

webmaster@number1.com.br

whatsapp  WhatsApp  (41) 99115-5222