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Divisão de Ensino Soldados que sonhavam ser pará-quedistas PART: 6

6
De Partida

Um pouco depois do café da manha o major Fernandez procurou Adail com uma mensagem do QG para ele a mensagem era a uma ordem do coronel Fontelli ele queria que o regimento fosse para Port e se juntasse com os fuzileiros navais da praia de Port e apoiasse a unidade numa operação que estava sendo planejada, as forças brasileiras, russas, americanas, alemãs, francesas e belgas então pouco tempo conseguiram livrar dos terroristas os distritos Moussaitbeh, Zkak el Blat, Bashoura, Ras beirut, Dar Mreisse, Minet el Hosn, Port e Medawar. A movimentação das tropas e dos regimentos era feito com movimentação facilmente parte do tempo que tinha livre a 1º CIA e o 26º fazia ações contra possíveis resistências terroristas, não houve nem uma retaliação por parte do estado islâmico os ataque por homens bombas que era temido por todos nós não aconteceu em nenhuma das áreas que foi tomada pelos aliados.
Depois do almoço toda a 1º CIA partiu em direção norte para Port a ultima vista que todos tiveram de Moussaitbeh foi quando alguns olharam para trás numa região elevada de Zkak el Blat dava pra ver toda a costa litorânea de Moussaitbeh, o coronel Fontelli havia instalado seu posto de comando em Port a tarefa da 1º Cia era defender o QG da companhia Adail juntamente com o segundo tenente Alberto comandante da xavante montaram uma escala de serviço para onde o serviço fosse igual para ambos os regimentos, o tempo que a divisão de ensino tinha de sobra todos aproveitavam para recompor a forma física, escrever cartas pra família, recompor o equipamento que eles haviam perdido durante o salto e por o sono em dia borá era quase impossível por conta de alguns tiroteios que ainda havia e ataques com os morteiros.
No mês seguinte surgiu um problema entre os brasileiros e russos nas cidades Moussaitbeh, Zkak el Blat, Bashoura, Ras beirut, Dar Mreisse, Minet el Hosn, Port e Medawar estava cheio de vinho e whisky de qualidade e quantidade que nenhum soldado conhecia o soldado Luan e Alvez acharam uma loja de vinho artesanal, invadiram ela e começaram a beber as garrafas que estavam ali rapidamente todos do 26º e da 1º CIA vieram a ficar sabendo e todos beberam o que gostavam as vezes algum atirador de elite libanês atirava e tentava nos acertar por algum motivo ele errava o tiro e alguns de nos mesmo bêbado conseguíamos acertar o tiro. O problema maior não era esse o problema maior era as brigas e discussões que aconteciam quando a bebida acabava o tempo livre que tínhamos bebíamos para passar o tempo a maioria das brigas acabava mal muitos foram para os hospitais por conta de fraturas ou ferimentos na cabeça, nenhuma das brigas que ocorria ali ninguém em nenhum momento sacava alguma arma e atirava todas era apenas por socos e garrafadas muitos quebravam a garrafa na briga na cabeça de alguém.
O cabo Bruno achou um barril de vinho ele estava tentando beber todo o barril sozinho ele escondeu o barril de modo que ninguém o acharia ele sumia por horas só para beber e quando voltava os cantis estavam cheio de vinho e se alguém falasse com ele, ele não ouvia nenhuma palavra que diziam pra ele não por que ele tinha alguma deficiência auditiva e sim pelo fato dele estar alcoolizado, com o tempo o problema começou a ficar incontrolável tinha muita bebida e todos nos estávamos tenso demais e a bebida ajudava aliviar a tensão.
Para resolver o problema o coronel Fontelli juntamente com o comando russo do QG tomou uma medida drástica toda bebida foi apreendida em Port os comerciantes e moradores não gostaram nada de ter militares russos e brasileiros invadindo com mais freqüência e pegando qualquer bebida alcoólica que fosse encontrada e todo combatente que fosse pego com bebida seria julgado pela corte marcial e toda bebida apreendida foi jogada no mar pela marinha americana. Alguns dias mais tarde descobrimos que parte dela foi a outra parte os americanos pegaram para eles contrabandeava com os franceses e os alemães em Moussaitbeh e Ras beirut o jeito que todos acharam para poder beber era ir para Moussaitbeh e beber por lá e volta antes do anoitecer.
A essa altura a 1º divisão aliada vindo de Dar Mreisse tinha tomado Saifi situada a 10 quilômetros de Port, Saifi tinha cerca de 5 mil habitantes Saifi vazia fronteira com Medawar, Rmeil e Ashrafieh o distrito de Saifi ficava distante de toda costa litorânea de Beirut havia muitos comércios por ali e uma linha ferroviária que interligava os distritos de Mazraa, Moussaitbeh, Ashrafieh, Bashoura e Zkak el Blat, o exercito libanes havia falhado em defender juntamente com os terroristas Saifi e todos eles estavam defendendo Ashrafieh e Rmeil, isso fez com que toda zona litorânea estava segura e poderia facilitar a expansão pela cidade a dentro o avanço era lento pois a falta de unidade blindada e artilharia era grande e os terroristas tinha uma forte artilharia era quase impossível derrota eles quando eles usavam a artilharia e veículos blindados no mesmo dia veio uma informação da inteligência o general Hermman Saund havia recebido uma ordem do terrorista Ayman ele tinha ordenado que Saifi fosse defendida ate o ultimo homem e que todos os combatentes do estado islâmico dessem a vida por Allah.
Diferentes dos outros distritos Saifi diferente dos outros distritos tinha muitas ruelas estreitas e becos sem saídas e estreito que impossibilitava a entrada de tanques a não ser que derrubasse todas as casas e muitas eram grudadas uma na outra tão compactas que podiam deter um tanque facilmente e difícil de organizar um assalto.
Os comandantes da segunda divisão aliada divisão aliada decidiram atacar de duas posições diferentes utilizando o distrito de Port e Bashoura a 1º CIA e do 26º se mobilizaria em marcha noturna para uma área que fazia fronteira com Bashoura e Saifi ataques coordenados com juntamente com os fuzileiros franceses e americanos foram combinados para a madrugada seria entre 3 e 5 horas da manhã.
O segundo tenente Adail tinha providenciado que a divisão de ensino tivesse treinamentos noturnos com enfrentamento de problemas, sinalização e controle de tropas e durante o dia marcha através do porto e da praia e em alguns vilarejos o objetivo de Adail era fazer com que todos continuasse a forma física e soubessem combater tão bem a noite como na luz do dia e trabalhasse mais a sinalização e a comunicação por código morse, todos ainda estavam se acostumando com Adail no comando juntamente com o Evandro os dois não eram maus lideres eram rígidos quando tinha que ser e sabia administrar tudo muito bem sabiam fazer o papel de líder sabiam mostrar o caminho e nos mostrar o que fazer mesmo que seja um caminho ruim ou bom os dois não mandava a gente e esperasse que nos fizesse todo o serviço, eles mandavam a gente distribuía o serviço de cada um e fazia junto não ficava parado de braço cruzado eles arregaçavam as mangas e trabalhava junto conosco.
O treinamento a noite foi ainda melhor do que durante o dia a sinalização e a orientação noturna era um fator que a divisão de ensino não ia muito bem mais conforme os exercícios e treinamentos a noite foram acontecendo isso foi melhorando, nos olhos de Adail achou que isso iria demorar a acontecer mais logo na primeira semana de treinamento a orientação noturna e sinalização por código morse melhoram bastante desde que chegamos ali apesar que todos nós sabíamos o mapa todo de Beirut de cabeça a orientação noturna ajudo muito mais a se orientar sem o auxilio do mapa.
Um pouco antes do almoço a divisão de ensino juntamente com a 3º divisão de fuzileiros navais do Brasil partiu em direção a divisa de Port com Saifi através das pequenas vilas e ruelas até alcançarem uma estrada terra e uma estrada de ferro que interligava Saifi com Port, o QG trocava toda hora as  posições da divisão de ensino com a posição da 3º divisão de fuzileiros navais nos chegávamos entrincheirávamos, montava as metralhadoras em posições estratégicas e depois de decoramos nossa posição recebíamos ordens para se deslocar mais uma vez.
Houve algumas batalhas ao longo da rota mais não era com terroristas e sim com o exercito libanês pelo menos nos achávamos que sim a menos que o estado islâmico tenha adotado o uniforme do exercito libanês, achávamos que todos eram do exercito libanês depois que a divisão de ensino se instalou abaixo da estada de ferro perdemos contato com os fuzileiros navais aquele terreno era estranho e era muito aberto éramos alvos fáceis ali para se chegar a estrada de fero era preciso subir um pequeno morro e nós estávamos logo abaixo no pé desse morro, se fosse preciso recuar teríamos que correr pelo campo aberto que faria todos nós sermos alvos fáceis ou correr o ricos de correr e subir o morro já que não sabíamos ao certo o que havia do outro lado estávamos em um ponto sem chances de defesa. Adail tentou contatar com os fuzileiros e com o QG pelo rádio, os operadores de radio falavam no tom de voz mais baixo que poderiam falar isso não evitou que uma metralhadora abrisse fogo contra a posição, por sorte a visão a noite não era muito boa então o disparo era contra a nossa posição mais não chegava a nos acertar apenas facilitou para que mudássemos a nossa posição sorrateiramente enquanto eles revelavam a posição deles a cada disparo deles, Adail ordenou que Hartmman preparasse os morteiros e que Evandro montasse as metralhadoras do esquadrão em direção dos disparos feitos contra eles, enquanto eles faziam barulho com a metralhadora nos ficávamos em silencio e nos posicionávamos estrategicamente quando eles pararam para recarregar a metralhadora nos o surpreendemos eles e atacamos, o esquadrão de morteiros abriu fogo primeiro a mando de Adail logo em seguida as metralhadoras o ataque foi rápido eles logo recuaram após os morteiros acertar em cheio a metralhadora e danificando ela e as metralhadoras abrirem fogo nos estávamos com quatro metralhadoras e eles estavam apenas com uma e aparentemente em menor numero então confrontar a gente seria burrice da parte deles.
Um pouco antes do amanhecer a divisão de ensino avançou um pouco mais a frente passamos por um corpo de um libanês que foi abatido na noite anterior ele estava com um relógio que aparentava ser de prata no pulso, Bruno passo por ele apertou a mão dele enquanto tirava o relógio chegamos num trecho do caminho que dobrava totalmente para esquerda tinha uma criança brincando com um cachorro ali quando ela nos viu saiu correndo o cachorro foi atrás o sargento Anderson disse: -Droga aquela criança vai nos dedurar.
-Eu acho que não e apenas uma criança não só deve ter se assustado com todos nós como também deve esta assustado com toda essa guerra: Disse o Evandro.
A divisão de ensino alcançou o inicio da entrada da estrada de ferro em Saifi e conseguiu estabelecer contato com o QG e com os fuzileiros, o regimento foi informado sob um possível ataque de blindados que foram visto na noite anterior se movimentando entrando e saindo pelas estradas de Saifi, Adail e Evandro posicionou o esquadrão de morteiros e bazuca em algumas posições estratégicas na rampa da estrada era uma posição de matar ou morrer, qualquer erro alem de revelar a posição colocaria a vida de todos em risco.
Durante toda a manha não houve ataque e nenhuma movimentação do inimigo o motivo foi à falta de suplementos por parte dos libaneses depois de quase duas semanas de combate intenso a munição e os mantimentos estavam escassos então o coronel libanês Hasan Said tinha movimentado boa parte da tropa para Rmeil e deixou em Saifi duas companhias de artilharia e cavalaria para defender e manter o controle ate que suplementos chegassem em Rmeil e pudesse se suprir e desloca para Saifi e prepara um contra-ataque nas áreas tomadas em especial Port e um cerco em volta de Saifi. Os 60 membros da companhia da libanesa mantinham uma posição frente à estrada para efetuar disparos na estrada que dava entrada a Saifi, os morteiros de 80 milímetros estavam  posicionados nas vias que adentrava Saifi formando um cerco entre as vias.
A divisão de ensino lá pelas 03:00h estava pronto para atacar juntamente com os fuzileiros navais pelo leste de Port adentro Saifi e os pára-quedistas russos e americanos estavam prontos para atacar em Bashoura eles atacariam pelo lado sul de Saifi enquanto os franceses junto com os alemães atacaria pelo lado leste, o objetivo era cercar os libaneses tendo como única saída o recuo para Rmeil enquanto as respectivas forças aliadas fossem entrando se encontrariam dentro de Saifi e formariam uma encruzilhada para força o recuo dos libaneses e de terroristas caso houvesse algum e em torno de toda divisa que Saifi tivesse com Rmeil forma um cerco e repreender qualquer contra-ataque que pudessem vim a ocorrer, o silencio naquele local era tanto que podia se ouvir o canto dos pássaros e ouvir o barulho dos galhos das arvores com o vento.
A essa altura todos estavam tensos e um pouco furiosos por muda de posições toda hora era preciso quase uma noite inteira para se deslocar para outra posição, não tínhamos idéia do que estaríamos enfrentando exatamente ali estávamos nos dois lados da estrada aguardando ordens para atacar, nenhum libanês e nenhum terrorista um pouco antes das 5 horas veio a ordem de atacar e ir em direção onde seria o ponto de encontro para formação da encruzilhada, distante de nos mais ou menos a 40 metros uma metralhadora abriu fogo direto na estrada ela estava numa posição que pegava toda a estrada e tinha uma boa visão da nossa posição.
Os tiros de metralhadora dividiu o regimento alguns conseguiram permanecer na trincheira deitado de bruços o restante procuro se proteger atrás de algum muro ou rolar pelo pequeno morro que havia ali e se proteger no pé dele. Adail viu aquela cena e foi para o meio da estrada e começou a berrar pedindo para os combatentes que estavam nas trincheiras se moverem, Evandro começou a chutar e empurrar os combatentes para a estrada mandando se moverem e continuarem com as posições os dois ficavam cruzando a estrada de um lado para o outro com aqueles projeteis zunindo e ricocheteando os lados da estrada, o libanês estava tentando fixar a mira no Evandro e no Adail os dois eram um alvo tentador.
Mesmo com toda aquela pressão do Adail e empurrão do Evandro eles não saíram das trincheiras o medo estampado nos rostos deles era surpreendente ninguém esperava por isso Adail pegou seu fuzil foi para o meio da estrada e começou a atirar e gritou: -Vamos movam-se!
Isso funcionou der repente todos começou a se mover e ir para estrada saíram tão rapidamente que parecia ser um único homem nesse momento foi ali que a disciplina mostrou seu valor, o sargento Tony passou por Adail e disse em voz alta: -Para que direção ir?
-Siga para a esquerda – ordenou Adail.
Enquanto se moviam o esquadrão de morteiros conseguiu acertar em cheio a metralhadora facilitando o avanço do regimento der repente do nada logo após a explosão feita pelo lançamento do morteiro tudo ficou em silencio novamente.
Quando adentrou em Saifi Adail dividiu o regimento em dois, um seguiria pela esquerda e outro pela direita sob comando do Evandro o primeiro grupo seguiria pela direita sob comando de Adail e o segundo pela esquerda sob comando do Evandro, ambos os grupos lançavam granadas dentro das casas pela janela aguardavam a explosão pelo lado de fora e logo depois da explosão entravam na casa para procurar sobrevivente e matá-lo.
Leandro e Tony entraram em uma casa pela porta da frente os dois foram jogados no chão por um grupo de eles não conseguiram reagir nem levantar para reagir antes do restante que estava com eles entrar para dar cobertura eles os terroristas que estavam encima deles relutando para manter-los no chão explodiram a explosão foi tão grande que o restante do grupo que estava entrando na casa foi jogado para trás o barulho foi tão alto que poderia ser ouvido a quase cinco quilômetros dali, uma nuvem de fumaça seguida de poeira cerco toda a casa Evandro se perguntava como aquela casa ainda estava de pé de pois daquela explosão o soldado Luan foi quem mais se feriu ele foi primeiro depois de Tony e Leandro a entrar na casa com a explosão ele foi arremessado para fora da casa ele se feriu com estilhaços em todo o peito e no pescoço, enquanto Bruno tentava fazer o possível para socorrer e estancar o sangramento ele gritava por medico toda vez que Luan tentava falar algo ele jorrava sangue pela boca um pouco antes do socorrista chegar Luan morreu tentando dizer algo para Bruno logo depois um intenso troteiro começou.
Adail chegou ao ponto combinado sem dificuldade alguma ele ouviu o barulho da explosão antes que ele pudesse contatar no radio o segundo grupo para saber o que houve com o barulho da explosão começou um intenso tiroteio seguido de ataques de morteiros Adail mando para que todos se protegesse e mantivesse a posição mais o ataque de morteiros e as metralhadoras era de mais para eles então Adail decidiu recuar e ir de encontro com o segundo grupo antes que houvesse baixa, um projétil de morteiro caiu a um metro do subtenente Rodolfo ele caiu no chão imediatamente alguns estilhaços atingiram seu rosto ferindo um dos olhos e a bochecha o peito e as pernas ele se arrastou um pouco mais não conseguiu ir muito longe sua preocupação era com o olho e com a mão já que o sangue saia quase que se esguichando dela antes que ele pudesse gritar por ajuda ou alguém pudesse socorre rapidamente uma rajada de metralhadora o atingiu matando ele quase que imediatamente.
Enquanto recuava indo encontro com o segundo grupo a divisão de fuzileiros navais juntamente com uma divisão de infantaria americana chegava seguida logo atrás do segundo grupo Adail contato a todos o fato ocorrido e ordenou ao primeiro e o segundo grupo darem suporte a eles, Hartman ouviu alguém rezar uma ave Maria em russo enquanto ele instalava seu morteiro ele olhou para os lados de relance e viu um tenente capelão russo segurando uma bíblia e um rosário e andando entre os corpos e o tiroteio tranquilamente para dar extrema-unção para os mortos em combate ali alguns dias mais tarde ele foi condecorado com a cruz russa de serviços notáveis.
Adail foi atingindo por um projétil ricocheteado que lhe atingiu na altura do tornozelo ele continuou em combate mesmo que mancando ele tento tirar o projétil com o canivete para poder fazer um curativo rápido e depois ir num posto medico para fazer um curativo com mais cuidado, era mais ou menos 9 horas e parte da área havia sido tomada os aliados estavam enfrentando dificuldades para formar o cerco logo após os russos tomarem o lado leste de Saifi o cerco foi sendo formado e forçando os libaneses terroristas recuarem para Rmeil, um pouco das 10 horas Saifi estava tomada e passaram parte da manhã formando pontos de defesa estratégicos e organizando o posto medico.
Adail foi para o posto medico e encontrou seis de seus homens lá recebendo os primeiros socorros, um medico capitão examinou o ferimento de Adail e retiro o projétil de sua perna com uma pinça e preciso dar um ponto e fez um curativo, depois ele foi andar entre os feridos ajudar no que fosse preciso e ver o estado de seus homens ele viu o corpo de Rodolfo chegar ele ficou um pouco chocado com o estado que o corpo do Rodolfo estava Adail ordenou a um soldado para recolher todos os pertences pessoais dele para enviar pra os familiares.
O contra ataque dos terroristas era certo de acontecer poderia acontecer pelo leste de Saifi ou por uma das linhas férreas que interligava Saifi e Rmeil, alem das estradas havia uma região alaga e um campo para pasto que conduzia o lado norte de Saifi o coronel Fontelli encabeçou o regimento xavante de estabelecer uma de posição de defesa na área norte juntamente com uma divisão de infantaria francesa e a divisão de ensino de forma um cerco pela estrada do lado norte que fazia fronteira com Rmeil e Medawar juntamente com os pára-quedistas russos, Adail recebeu ordens de posicionar o regimento pela esquerda da estrada.
Enquanto o regimento da divisão de ensino se preparava para partir para a estrada ouviu se um barulho de uma explosão quando olhei pela janela vi que um ataque com homem bomba foi cometido logo depois um tiro de canhão, não vi de onde veio o tiro mais ouvi alguns russos apontarem e gritar tanque inimigo eu sai cautelosamente para ver tudo e vi um tanque T-90 a alguns metros de distancias e alguns terroristas instalando morteiros e se protegendo e atirando para todos os lados e os tanques avançando cada vez mais todos saíram pra repreender o ataque, o sargento Rodrigo Gabriel podesse reagir e se posicionar para atirar um tiro de algum franco atirador atingiu sua perna encima do joelho e o derrubou Hartmman o viu logo após ele ser atingindo e o arrastou rapidamente para dentro de alguma casa e logo ele foi evacuado pelos socorristas para a praia de Port ao longo do caminho para Port Rodrigo viu o capitão Torres em uma viatura transportando suplementos para a zona de batalha.
Logo após os tanques russos começarem a atacar fez com que os terroristas recuassem Adail organizo o regimento rapidamente e avançou junto com os russos e avançou pela estrada o regimento avançou dois quilômetros e se deparou com uma resistência muito fortificada que estava se preparando para avançar Adail estabeleceu uma posição de defesa junto com os russos conforme o dia foi passando a noite foi vindo não houve nenhuma movimentação por parte dos terroristas e qualquer movimentação nossa poderia atrair eles e haver tiro inimigo temíamos que eles estivessem com muito mais força e poder bélico do que todos nós ali, um pouco antes da noite começar a cair recebemos ração e foi abastecida com munição para todo o regimento, uma divisão de fuzileiros americanos chegou para dar suporte todos receberam ordens de lançar um ataque ás 3h30.
Adail moveu todo o regimento para o lado esquerdo da estrada com o intuito de atacar pelo flanco quando fosse à hora ele e Evandro estudaram cautelosamente o local pelo mapa e examinou ate o mínimo detalhe, os dois acharam melhor retroceder eles ficariam muito expostos ali e os terroristas poderiam perceber o avanço deles ele não queria que a divisão de ensino servisse de isca enquanto os americanos e os russos avançavam pela estrada usar a divisão de ensino como isca seria muito arriscado isso poderia fazer que houvesse muitas baixas ou ate mesmo matar todos do regimento, essa decisão fez com que o regimento permaneça na posição que já estavam.
O subtenente Jean ficou parte da noite toda andando de ponta a ponta da linha de frente fazendo a troca de postos entre os soldados e os sargentos para que os combatentes pudessem ter alguns minutos de descanso e de sono ele ordenou que todos ficassem com as baionetas no fuzil a noite toda quando foi proximo das duas da manhã, Jean foi acorda o Bruno batendo com o pé no capacete de Bruno ele parecia em coma Jean precisou sacudir Bruno para que ele acordasse, quando ele finalmente acordou Bruno se assustou com Jean e deu um tiro de revolver que ele segurava enquanto dormia no peito de Jean isso acordou todo mundo e assusto um pouco todos que acharam que foi um tiro inimigo, felizmente o tiro não foi fatal Jean precisou ser removido e levado para o posto medico rapidamente e ficou fora de combate naquele dia todos acharam que com o barulho do disparo do revolver haveria algum ataque dos terroristas mais isso não aconteceu viu se algumas movimentação deles mais nada que fosse do nosso lado e nenhum avanço.
Por volta das 03h20 o regimento todo já estava preparado para o ataque e o Adail com o auxilio do Evandro estava fazendo os últimos ajustes e passando os detalhes da missão e fazendo os últimos preparativos para o ataque um pouco antes das 03h30 como era o combinado para o ataque a divisão de ensino juntamente com um corpo de fuzileiros navais americana, todos abririam fogo com tiros de morteiros, metralhadoras, tanques e tudo que podiam e tinham quando fosse dado o sinal para disparar quando foi dado o sinal a confusão foi enorme muitos terroristas estavam cansados havia muitos homens gritando e atirando e disparando com os morteiros de volta e aos poucos eles começaram a recuar aos poucos, conforme todos avançavam mais disparávamos com muito mais freqüência muito das vezes disparávamos sem mirar antes e sem ver para onde estávamos atirando.
Os russos junto com uma divisão de infantaria brasileira e americana estavam posicionados pelo lado direito e nos estávamos pela esquerda e indo de encontro a eles sem percebemos que isso iria ocorrer, começamos a trocar tiro com eles e alguns tanques T-90 da cavalaria russa um caos completo estava se tornando por ali isso facilitou para os terroristas recuarem e formarem um cerco de defesa, conforme os tanques foram avançando íamos corrigindo a posição e parando de disparar contra as unidades amigas mais ate que víssemos isso demoro um tempo.
O tiroteio era intenso a divisão de ensino junto com os americanos ficaram posicionados pelo flanco esquerdo conforme íamos avançando íamos nos dispersando e muito das vezes ate se encaixando nas posições do flanco direito isso fez com que o flanco esquerdo ficasse muito exposta, a divisão de ensino ficou totalmente na posição do flanco direito recuar para tomar a posição da esquerda poderia ocasionar numa falha que atrasaria o ataque e colocaria a vida de todos do regimento em risco a divisão de ensino manteve firme a posição pelo flanco direito, o soldado Gabriel montou sua metralhadora no portão de uma sebe em direção aos terroristas ele havia perdido o tripé no salto mas atirou mesmo assim apoiando a metralhadora na mureta um morteiro caiu a um metro dele logo depois que ele começou a atirar Gabriel foi abatido pelos estilhaços que atingiram seu rosto e peito, o mesmo aconteceu com o Bruno mais ele apenas feriu um dos braços e a perna e continuo em combate apesar do ferimento.
Adail e Evandro juntamente com alguns oficiais americanos e russos ficaram correndo de um lado para outro incentivando a tropa e mostrando para onde atirar e a posição que deveria ser estabelecida e corrigindo as falhas para evitar o avanço dos terroristas, um tanque terrorista começou a avançar pelo lado esquerdo onde o regimento deveria estar junto com os americanos Evandro pediu para que o esquadrão de morteiros posicionasse os morteiros na direção do tanque juntamente com as bazucas e os lança rojão o esquadrão teve que atravessar meio campo de conflito para se posicionar na posição ordenada pelo o Evandro e agacharam atrás de um muro para montar os morteiros e a bazuca o primeiro sargento Martins ordenou que fizessem o disparo primeiro com a bazuca, o projétil atingiu a torre de tiro giratório, mas não fez efeito e ricocheteou o tanque posicionou seu canhão em direção a eles e disparou o projétil passo zunindo por cima da cabeça deles e atingiu a casa que estava atrás deles fazendo levantar uma nuvem de poeira e escombros da casa o operador do canhão não conseguiu abaixar o cano suficientemente para atingir eles Martins começou a recarregar a bazuca e ordenou que os operadores de morteiros fizessem o disparo o projétil dos morteiros atingiram em cheio o tanque logo após os disparos dos morteiros ele disparou junto com alguns soldados a bazuca e atingiu em cheio a parte inferior do tanque sem blindagem causando um impacto grande e uma explosão, outros tanques estavam vindo atrás em fileira do tanque que o esquadrão de morteiros havia abatido eles tiveram que engatar a ré e recuar isso fez que tivesse um pequeno congestionamento entre os tanques que facilitou para o esquadrão avançar um pouco e se posicionar para o próximo disparo.
Os terroristas ainda continuavam a vim eles tentaram um ataque pela esquerda com os tanques mais o esquadrão de morteiros da divisão de ensino anulo essa tentativa tentaram pela direita mais as metralhadoras dos russos neutralizava a tentativa deles o jeito foi ser um ataque frontal que ocasionava algumas baixas de ambos os lados,
Martins saiu de sua posição e foi procurar o Evandro ou o Adail ou de algum operador de radio ou morteiro russo ou americano para pedir munição já que do esquadrão do regimento já estava no fim e estava sendo racionado entre os operadores, um atirador atingiu o ombro esquerdo dele por sorte foi de raspão não chegou a atingir corretamente mesmo com o ferimento ele continuo em combate o ferimento não o incomodava nenhum pouco o que lhe incomodava mesmo era alguns calos que ele tinha nos pés causando uma dor insuportável Adail pediu que Martins fosse ao posto medico mais ele só lembrava-se de ir quando a dor começava o incomodar.
Um pouco antes das 10h os tanques da 1º divisão de cavalaria alemã acompanhados por alguns aviões bombardeio chegaram para dar suporte e cobertura os tanques começaram a atirar e bombardear os terroristas fazendo com que eles recuassem totalmente para Rmeil.
Logo após o ataque dos bombardeiros e dos tanques alemães o combate havia finalizado os oficiais do QG providenciaram alojamento para todos os combatentes nas casas que não foram afetadas pelo bombardeio a divisão de ensino encontrou abrigo num sobrado abandonado salões de barbearia foram improvisados por ali os soldados faziam filas enormes que dobrava o quarteirão para cortar o cabelo e fazer a barba, eles se serviam de alimentos e bebidas que encontravam nas casas abandonadas que vasculhavam com o intuito de prender algum terrorista que pudesse ainda estar ali e pagavam pelos serviços que eles recebiam dos moradores locais que ainda se permaneceram ali apesar da guerra, o coronel Fontelli fez uma visita rápida no regimento para verificar se todos estavam bem e para agradecer pelo excelente trabalho que o regimento teve no conflito pela defesa da estrada e especialmente ao esquadrão de morteiros que impediu o avanço dos tanques dos terroristas que se tivessem obtido êxito no avanço eles poderiam romper toda a formação de defesa do lado esquerdo.
Todos os membros do esquadrão de morteiros da divisão ensino foram condecorados com a cruz de prata da ordem do mérito da defesa.
Martins alem da cruz de prata juntamente com o Evandro foram condecorados com a medalha sargento Max Wolff Filho.
O restante do regimento da divisão de ensino foi condecorado com a cruz de combate segunda classe.
A 1º CIA juntamente com os russos e os americanos estabelecerão uma posição de defesa pelo leste de Saifi, na segunda semana um soldado do 26º passo enfrente ao soldado Junior do regimento xavante e os dois começaram a conversar como se conhecessem há muito tempo os dois conversaram durante o quarto de hora da ronda toda que era feita pelo Junior depois esse soldado se despediu e foi embora, algumas horas mais tarde Junior descobriu que ele estava voltando para casa o porquê ele nunca soube mais soube através de alguns combatentes do 26° que ele queria se despedir de todos os brasileiros que estavam ali mesmo não conhecendo quem era ele só queria se despedir e voltar pra casa e esquecer toda aquela guerra. No dia seguinte Junior soube que ele juntamente com o 26º tiveram na operação de invadir Rmeil o regimento dele foi cercado pelos terroristas e ele era operador de metralhadora, ele atirou contra os terroristas ate esvaziar todas as caixas de munição e conseguir fura o cerco metade de seu regimento foi morto nesse conflito, a invasão não deu certo e recuaram de volta para Medawar após uma avaliação psicológica feita pelo QG nele depois do conflito ele tinha crises de choro sem motivo e surtos e psicológicos fazendo com que as vezes ele disparasse com o seu fuzil pro nada ate acabar a sua munição, acharam melhor o mandar para casa para descansar e depois fazer o mesmo teste se ele tivesse apto ele voltaria, isso nunca aconteceu o avião que ele estava foi abatido pelos terroristas em algum lugar da Síria que o Junior jamais soube.
A divisão de ensino se entrincheirou do lado esquerdo da estrada de Rmeil e a xavante se entrincheirou do lado direito, ambos os regimentos estavam recebendo suplementos e reforços de armas e munições muitos do regimento conseguiram trocar suas armas ou conseguir as peças que perderam no salto e que faltava para conseguir manejar melhor a arma mesmo, nas trincheiras os combatentes da divisão de ensino ficavam agachados na trincheira prontos para atacar a qualquer momento ou fazer o contra-ataque a qualquer ataque por terra, enquanto nenhuma movimentação por parte dos terroristas não acontecia eles se mantinham agachados o maximo possível para não ficar exposto e a vista dos inimigos.
O serviço de inteligência do QG e da 2º divisão aliada queria saber a força e a posição dos terroristas posicionado a frente da trincheira da divisão de ensino e da xavante foi organizado uma missão de patrulha para os dois regimentos, o coronel Fontelli escolheu a dedo os combatentes para essa missão que seria cordenada pelo Adail e pelo Moraes comandante do regimento Xavante, Adail e Moraes receberam o mapa uma noite antes da operação os dois passaram quase que a noite toda estudando o mapa que apresentava um lugar de edificações comerciais e agrícolas e algumas casas e um campo para pasto com uma casa que apresentava ter dois andares que poderia servir de posto de comando para os terroristas libaneses, que situava a três quilômetros de distância dali.
Um pouco antes do amanhecer Adail, Bruno, Matheus, Otavio, Luiz e Saldanha da divisão de ensino e da xavante Moraes, Breno, Kevin, Gabriel, Pedro e Adriano partiram para a operação, eles usaram um campo ao lado estrada e aproveitaram o mato alto para ocultar a movimentação eles alcançaram uma casa cuja a extremidade da edificação dava de entrada a cidade e dava visão para o campo de pasto de repente Breno levou um tiro no rosto próximo dos olhos de um atirador de elite terrorista que o matou imediatamente.
Vamos sair daqui rápido – gritou Moraes quando a patrulha começou a se retirar de volta para o campo os terroristas saltaram de trás de uma pequeno muro e da janela das casas atirando com as metralhadoras calibre 50 e com os fuzis e pistolas, um tiro de metralhadora atingiu as costas de Bruno mais por sorte o radio que ele carregava nas costas serviu como colete e não o feriu quando a patrulha alcançou a linha de frente a divisão de ensino respondeu o ataque inimigo e a xavante fez disparos com os morteiros em direção a posição de onde vinha os tiros.
Um pouco depois do jantar eles tentaram de novo com o apoio dos russos antes de se posicionar no mesmo lugar que antes Adail pisou em galho de arvore que quebrou, um russo viu a cabeça de um terrorista que se aproximava agachado ele disparou com seu fuzil atingindo em cheio a cabeça dele Moraes viu mais terroristas se aproximando e preparando para atirar ele disse para todos recuarem imediatamente eles tentaram mais quatros vezes naquela mesma noite, mudaram a posição para o posicionamento para realizar a patrulha mesmo assim ainda houve falha um pouco antes do amanhecer Adail e Moraes fizeram um relatório explicando e detalhando tudo ao QG e entregaram o relatório logo após o café da manha.
O dia seguinte foi relativamente tranqüilo não ouve nenhum disparo ou movimentação dos terroristas o silencio era tanto que as vezes esquecíamos que estávamos em plena guerra parecia que estávamos apenas em um campo de treinamento e instrução mais os disparos de morteiros feito pelos terroristas vazia nos lembrar exatamente de onde estávamos e do que estávamos lidando, os exercícios foram reduzidos o tempo que não estávamos fazendo exercícios estávamos fazendo patrulha dentro de Saifi ou nas trincheiras das estradas quase não havia tempo para lazer freqüentar os bares locais ou ate mesmo jogar cartas ou tomar um simples banho muitos ficavam quase cinco dias sem tomar banho ou fazer a barba, na semana seguinte o corpo de fuzileiros navais da marinha brasileira juntamente com uma divisão de infantaria do exercito chegaram para render a 1º CIA e o 26º nas trincheiras nos os vimos chegar eles estavam tão limpo as botas deles brilhavam tanto que dava a impressão que acabaram de sair de uma caixa como se fosse um brinquedo novo.
Sair da linha de frente para todos nos foi um alivio foi como nascer de novo uma noite de sono sem interrupção e sem ter que dormi sentado apoiado no fuzil foi um conforto prazeroso foi um conforto que jamais pensávamos na possibilidade de ter de novo, durante duas semanas conseguíamos comer algo quente e tomar um banho, trocar nossas roupas e botas, escrever cartas e entrar em contato com os nossos familiares o uso do telefone ainda era proibido entre as divisões aliadas mais sempre dávamos um jeito com a ajuda dos moradores locais não conseguíamos acesso a internet mais só o fato de conseguir usar o telefone e ligar para nossos familiares e dar noticias de tudo e dizer como nós estávamos foi algo tão bom que não havia palavras para descrever ouvir a voz de nossos familiares novamente por alguns minutos nos dava um animo e uma força de vontade maior de lutar e voltar pra casa logo quando tudo acabar.
Após duas semanas de completo descanso a 1º CIA foi transferido juntamente com o 26º para um acampamento militar no sul de Ras beirut lá cumpriria serviços de policiamento da área, serviços sociais, limpeza das armas, desfile militares para os moradores locais e o programa de exercícios físicos era semelhante ao que tínhamos em Sochi.
O subtenente Marques e o terceiro sargento Guilherme da divisão de ensino juntamente com alguns soldados do 26º eram encarregados do setor de suplementos e munições perto da praia de Ras beirut, Marques e Guilherme sempre dava um jeito de mandar algo para a divisão de ensino como caixas de frutas, refrigerantes e doces também faziam o mesmo para os rapazes do 26º para que eles não os dedurassem para o QG depois de uma semana os dois se tornaram amigos dos rapazes do 26º o tempo que eles passavam fora dali eles bebiam juntos e jogavam cartas chegavam ate organizar um pequeno torneio de buraco entre eles no dia seguinte foi feito uma cerimônia para promoção de alguns combatentes, Adail foi promovido a capitão e Evandro para segundo tenente, os cabos Bruno Hartmman, Dominick e Vanderson foram promovidos a terceiro a sargento todos os terceiros sargentos do regimento foram promovidos a segundo sargentos e dos doze soldados apenas seis foram promovidos a cabo o subtenente Marques foi promovido a primeiro tenente, nenhum segundo sargento e primeiro sargento receberam alguma promoção todos que não receberam nenhuma promoção receberam uma noção de aplausos do congresso nacional e um bônus no salário de quinze mil reais juntamente com o salário mensal.
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Atualizado em: Qui 31 Ago 2017
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