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Divisão de Ensino Soldados que sonhavam ser pará-quedistas PART: 9

 O Cerco 


Todos os pára-quedistas da 1ºCIA e do 26º foram treinadas para serem unidades de assalto de manobras e mobilização de tática rápida com equipamentos portáteis, fomos treinados para trabalhar atuando dessa forma no salto de Beirut depois do salto nos conflitos em Bashoura, Saifi, Rmeil e em especial Jwayya estávamos sendo empregados para combater em trincheiras característica não muito forte dos pára-quedistas e para qual havíamos poucos treinamento para esse tipo de combate apesar do fracasso do ultimo combate em Jwayya em todas as operações que fomos empregados havíamos se saído muito bem mesmo em trincheira.
Os terroristas estavam controlando toda a cidade de Jwayya e haviam se fortalecido nos principais pontos estratégicos de fácil entrada da cidade principalmente roda a parte agrícola que usavam pra se obter suplementos, alguns dique de quase 14 metros de altura que poderia ser usado como uma estrada de duas mãos e se obter água os lados eram um pouco íngremes em alguns pontos e apresentava uma inclinação muito variada que fazia ter de 80 a 90 metros de largura e alguns regos para o escoamento entre as colinas, que dava para os terroristas um ótimo ponto de observação.
Eles aparentavam estar muito bem municiados pelo menos o suficiente para segurar qualquer ataque que os aliados fizesse para tentar entrar em Jwayya a movimentação dos aliados eram feitos a noite durante o dia passávamos dentro das trincheiras ou em postos de observação improvisados o clima no Líbano era horrível, durante o dia era muito quente e abafado parecia que estávamos dentro de um forno que estava ligado na temperatura máxima e a noite depois das 19 horas a temperatura caia e muito as vezes a temperatura chegava a ter menos quinze graus todos nos sentíamos mais frio que em Sochi e a chuva só contribuía para sentíssemos mais frio, havia muita artilharia americana eles lançavam fogo constantemente contra os terroristas eles não bombardeavam toda a área com os caças da aeronáutica por conta do dique havia ali eles não queriam responder e nem carregar a culpa do rompimento do dique e a inundação de uma grande área populacional e de um campo agrícola então isso fez com que os terroristas e os americanos tivesse um duelo constante de artilharia ambos os lados atiravam as cegas os oficiais tentavam acertar os pontos de onde os terroristas faziam os disparos e disparava de volta tendo como alvo os canhões dos terroristas, eles nunca souberam se acertaram ou não mais faziam muitos cálculos antes de efetuar algum disparo o papel da artilharia e da infantaria americana era estar pronta e preparada para repreender qualquer ataque dos terroristas e dar suporte para as tropas e as patrulhas que partiam a noite para alguma missão de reconhecimento. Os pára-quedistas da 1ºCIA e do 26º permanecemos e mantivemos a posição próximo de Blint Jubayl e ajudávamos e combatíamos os terroristas como podiam o fato dos terroristas fazer só ataques com os canhões da artilharia deixava todos nós muito frustrados por não poder fazer nada contra os ataques da artilharia a cada semana os ataques aumentavam e se tornavam cada vez mais freqüentes que fazia nossa frustração aumentar cada vez mais e nos deixava ansiosos para entrar em combate logo, na mesma noite os pára-quedistas poderão acompanhar e ver de perto os caças F/A-18E da aeronáutica americana e alguns mísseis balístico RS-28 dos russos entrarem em ação todos ficaram admirados vendo os caças e os mísseis passando por cima de suas cabeças e atingindo Jwayya comentávamos entre a gente que essa era uma cena que só poderia se ver uma vez na vida de perto todos pensavam que só veria esse tipo de cena em filmes e nos noticiários da televisão mais aquela noite fico na memória de todos nos os mísseis cruzavam o céu apagando o brilho de poucas estrelas que iluminava a noite e tentava deixar a paisagem de uma destruição feita pela guerra linda é estranho pensar que as estrelas são apenas luzes que refletem para a gente depois de muito delas morrem no espaço elas mostravam seu brilho após a morte e nós o que mostrávamos para elas e para o universo quando morremos ou antes de morrer, eu ficava olhando para uma imaginando como era o som de uma estrela explodindo no meio de um espaço vazio mais quando um míssil passava diante dos meus olhos iluminando o céu escuro apagando o brilho das estrelas eu não conseguia imaginar mais nada e o silencio que havia em minha cabeça dava lugar ao barulho de algum míssil explodindo após se chocar contra o solo.

Após aquela noite ficamos com a impressão de que estávamos participando de um filme de guerra de uma produção de Hollywood e não de uma guerra contra o estado islâmico varias unidades partiam e vinham e nós ficávamos parado no mesmo lugar mantendo posição as rações operacionais só reforçava ainda mais essa idéia comentávamos e tirávamos sarro dizendo que nossa vez de atuar diante das câmeras da produção ainda não chego e que nosso camarim era péssimo, com o tempo as rações se tornaram horríveis principalmente a de frango que parecia que estávamos comendo borracha tentávamos trocar as rações pela ração dos russos ou dos franceses e americanos as vezes tínhamos sorte quando não conseguíamos trocar o regimento juntava tudo colocava tudo dentro de uma panela faziam um grande ensopado ou algo próximo disso e acrescentava com os legumes e verduras que conseguiam dos moradores em troca dos cigarros e pó de café na maioria das vezes só conseguíamos batatas e arroz mais era melhor do que nada, pela manhã quando enjoávamos de café conseguíamos com os moradores leite e chá mais depois de um tempo isso enjôo um pouco então ficávamos só no café.
Os moradores locais estavam muito acostumados com todos nós entrando e vasculhando a casa toda revirando as gavetas, armários e ate mesmo dispensa de alimentos isso fez com que alguns soldados adquirissem o péssimo hábito de saquear pequenos objetos de valor e mandar por correspondência para os familiares ou para suas mulheres os intens mais cobiçado pelos soldados eram os anéis e cordões de ouro, relógios de pulso, pulseiras, par de brincos e bebidas isso incomodou e muito os moradores que passo a rejeitar e muito nossa presença muitos passaram a resistir nossa entrada nas casas e chegava ate atirar pedras e jogar baldes d’água para nos expulsar dali onde éramos bem vindos agora éramos rejeitados e um incômodo para todos os civis. Os combates ali aconteciam toda a noite durante o tempo que ficamos em Blin Jubayl usamos mais munições que poderíamos usar a nossa munição fico muito escassa o capitão Adail e o segundo tenente Evandro tentava administrar e controlar o uso da munição, por sorte Adail conseguia munição com os americanos e com os pára-quedistas do 26º eles trocavam alguns cartuchos de munição para os fuzis e alguns projeteis de morteiros em troca maços de cigarros fazíamos patrulhas quase todas as noites todos nos estávamos tão fartos de fazer patrulhas que havíamos decorado todas as táticas e formações de patrulha sofremos algumas baixas durante as três semanas que ficamos ali.
No inicio da quarta semana fomos substituídos por uma unidade pára-quedista americana nós fomos para uma ponte no distrito leste de Blint Jubayl que havia sido tomada pelos russos, de lá fomos transportados de caminhão por mais 30 minutos passamos por varias tropas e peças de artilharia russa e americana que estavam muito bem escondidas e camufladas fomos levado para 10 quilômetros adentro do distrito leste de Blint Jubayl chegamos nas primeiras horas da noite ficamos posicionados numa linha de frente em um pequeno bosque juntamente com o regimento xavante e uma divisão pára-quedista russa nós ficamos junto com a xavante numa trincheira na extremidade direita e os russos na extremidade esquerda a frente da nossa trincheira havia enormes buracos no chão feito pelos projeteis dos canhões de 110 milímetros dos terroristas, alguns estavam ainda saindo fumaça de dentro deles dava a impressão que tinha acabado de serem feitos. Não ficamos muito tempo ali após o jantar veio uma ordem do QG para a divisão de ensino e a xavante a ordem era marcha mais a dentro do bosque até alcançar uma unidade da infantaria francesa e substituía, Adail tentou fazer contato com o QG e com o coronel Fontelli para informar que todo o regimento estava como a munição escassa ele não obteve sorte a alternativa que Adail tinha era juntar todos os cigarros que os praças do regimento tinha procuro o capitão da xavante sugeriu a idéia para ele os dois juntaram todo o cigarro que conseguiram e foram ate os russos para ver se conseguiam trocar todos os cigarros por algumas munições e granadas por sorte conseguiram munições para as metralhadoras, alguns cartuchos de munição para o fuzil e algumas granadas e bombas de morteiros Adail e o comandante da xavante o capitão Valdomiro dividiram a munição igualmente entre eles e distribuíram da melhor maneira que puderam dentro do regimento, depois da distribuição iniciamos a marcha depois de quase duas horas marchando alcançamos o objetivo chegamos num vilarejo onde havia um pequeno aglomerado de casas uma pequena área alagada com muitas casas destruídas pelos ataques dos terroristas.
Quando chegamos na posição dos franceses fomos informados que no inicio da noite houve um ataque com os canhões dos terroristas e alguns ataques com homens bomba que causo o rompimento de um dique havia ali ás unidades que estavam situadas e posicionadas alis sofreram grandes baixas e perderam muitos suplementos médicos, alimentos e munições as casas destruídas pela força da correnteza da água, as enormes crateras no chão e o barro passava uma imagem que ali era uma terra ninguém e uma verdadeira zona de guerra após observa bem toda a área aonde teríamos que estar posicionados Adail começou a forma as posições do regimento no local para cobrir o setor ele dividiu o regimento em três pelotões e posicionou todos nós um pouco abaixo do dique onde ele achava que era um ponto bastante vulnerável e o mais provável de sofrer tentativas de infiltração dos terroristas, Adail não tinha efetivo o suficiente para cobrir todo o setor então colocou o 1º e o 3º pelotão lado esquerdo posicionado pro norte um pouco abaixo do ponto onde teve o rompimento do dique e o 2º pelotão ele deixou na reserva para ser o pelotão de suporte casou houvesse ataque e montou dois pontos de observação avançada um pouco mais a baixo do dique onde ordenou que o Evandro comandasse esses pontos de observação ele mantinha contato com esses pontos via radio e código morse no inicio da madrugada Adail enviou uma patrulha com quatro soldados para cima do dique para observar uma possível movimentação dos terroristas e para observar se tinha um ponto onde ele pudesse posicionar o esquadrão de morteiros.

O subtenente Dallan era o responsável pela patrulha a patrulha partiu para a missão ás 2h45 juntamente com o subtenente Dallan ele mandou, os soldados Brendon e Pablo o cabo Bruno, quando chegou ao topo do dique ele viu um alguns terroristas posicionando uma metralhadora ele relatou ao Adail através do radio, Adail rapidamente organizou outra patrulha com o terceiro sargento Moura, o cabo Hartmman e os soldados Wallace e George os membros na subida ate o dique essa patrulha ouviram um terrorista falando no radio o Moura sacou seu revolver e a baioneta e foi rastejando até ele chegou perto o suficiente para pode gopealo diretamente no pescoço, outros terroristas viram isso e começaram a disparar contra ele Moura foi atingindo no pescoço e morreu engasgado com o próprio sangue os outros correram morro abaixo na correria o soldado George tropeçou com a queda ele danificou o radio eles se depararam com vários terroristas eles estavam se reagrupando  e preparando um ataque divisório durante a madrugada com o apoio de alguns tanques T-90 e dos canhões de 90 milímetros eles tinham como objetivo de fazer todos os aliados recuarem e causar o maior numero de baixa possível nos aliados, depois da descoberta da patrulha feita pelo regimento da divisão de ensino Adail fez com que todos recuassem e avisou os demais.
Ás 03h45 Adail tentou falar com o QG e com qualquer unidade que estivesse por perto para pedir ajuda e informar todo o acontecido todos os pára-quedistas estavam sem munição para enfrentar uma divisão inteira de terroristas por sorte ele conseguiu contato com um regimento pára-quedista russo que estava próximo dali, eles estavam sob combate os terroristas havia acabado de romper a linha de frente e destruído toda a artilharia aliada.
Adail resolveu juntar todo o regimento e avançar e tentar interromper o avanço dos terroristas quando chegou no topo do dique ele viu os terroristas agrupados e atirando com uma metralhadora para uma direção contraria a eles coisa que não fazia muito sentido pois não tinha nada naquela direção e também mostrava qual era a posição deles, ele resolveu para o avanço do regimento para observar o que eles estavam fazendo depois de dois minutos observando eles Adail resolveu seguir em frente junto com o segundo sargento Marques e deixou o regimento no comando do segundo tenente Evandro. Ele e Marques rastejaram até o topo do dique e viu um canal de escoamento pelo lado direito do rompimento que devia ter mais ou menos quatro metros de profundidade que se estendia ate o vilarejo isso poderia ser usado como cobertura para fazer uma aproximação do regimento ele fez um sinal para o regimento continuar onde estavam e ficassem atentos a qualquer sinal dele para eles avançarem e darem cobertura, quando ele chegou próximo do canal ele fez sinal para todos avançarem cautelosamente até onde ele estava o regimento todo seguiu cautelosamente para onde o Adail estava havia uma trincheira que foi feita pelos terroristas todos eles entraram naquela trincheira e ficaram aguardando novas ordens do Adail.
Depois Adail resolveu ir sozinho ate o topo do dique andando cautelosamente para ver a situação e a posição dos terroristas quando ele chegou próximo da estrada ele pode ver e ouvir os terroristas ele viu alguns terroristas próximos a metralhadora carregando caixas de munição e falando entre si, ele voltou para o regimento rapidamente e explicou toda a situação e distribuiu as ordens para cada esquadrão e ordeno que todos subisse devagar silenciosamente e quando chegassem próximo a estrada ficassem agachados em menos de 5 minutos todos ficaram a 20 metros da metralhadora. Adail falou com cada combatente mostrando qual era o alvo de cada um e dizendo o que deveria ser feito ele ordenou que todo o esquadrão de metralhadoras montasse a metralhadora e aguardasse novas ordens e concentrasse a mira na MG 42 e o esquadrão de morteiros nas caixas de munição e nos terroristas próximo a eles Adail se afastou um pouco do regimento e deu a ordem para todos dispararem, os pára-quedistas abriram fogo com os fuzis logo depois os morteiros entraram em ação e acertaram em cheio a metralhadora e as caixas de munição Evandro ficou surpreso com o ataque ele não esperava que fosse tão rápido e com os tiros bastantes certeiros outros disparos foram feitos em direção ao regimento Adail não conseguiu observar bem a direção de onde vinha os tiros então ele resolveu recuar antes que houvesse alguma baixa ou um ataque maior do parte dos terroristas ele recuasse para longe do fogo dos terroristas ate a trincheira próximo do canal ele ordenou que alguém do esquadrão de comunicações contasse o regimento xavante e relatasse todo o acontecimento, informasse a posição do regimento e pedisse que mandasse a sua patrulha e se desse parte do esquadrão de metralhadoras o regimento todo ficou posicionado na trincheira aguardando a chegada de reforço dos pára-quedistas do regimento xavante, enquanto todos esperavam o reforço o cabo José por ordem do terceiro sargento Amaro ficou de pé na beirada da trincheira distribuindo os soldados do esquadrão de caçadores um terroristas que estava na estrada o avistou andando na beirada da trincheira ele deitou no chão e mirou seu fuzil no José antes que ele pudesse entrar na trincheira o terrorista disparo contra ele o acertando no peito ele deu um leve suspirada e disse algo que ninguém conseguiu entender e caiu morto para frente dentro da trincheira como se fosse uma arvore que acabava de ser cortada, todos gritaram franco atirador um soldado avistou o terroristas deitado na estrada e disparou contra ele o acertando na cabeça.
Enquanto a patrulha do regimento xavante não chegava Adail resolveu ir ate a margem canal para verificar se tinha alguma outra trincheira ou alguma rota para fuga casso fosse preciso recuar ou se esconder em caso de ataque e tentar enxerga a posição dos terroristas, algumas coisas o preocupavam a principal delas era não saber exatamente quantos terroristas haviam exatamente acima daquele dique a outra era escassez da munição no regimento e as baixas do regimento fazia com que o efetivo ficasse menor impossibilitando que o regimento formasse um cerco ou ataque pelo flanco ou alguma operação de reconhecimento depois de alguns minutos pensando sozinho ele chegou a conclusão que talvez o melhor a se fazer era tentar um ataque para fazer-los recuar e tentar fazer o maior numero de baixas possíveis nos terroristas, um pouco antes do amanhecer ele voltou para a patrulha e viu que o reforço havia chegado tinha mais ou menos 20 homens do regimento xavante Adail os distribuiu entre os esquadrões do regimento e pediu para que as metralhadoras dessem cobertura ate que eles pudessem alcançar a estrada e suspendesse fogos e se juntassem a eles antes de partir ele reuniu todo o pessoal e explicou o plano todos a eles os pára-quedistas em especial Adail ficaram muitos nervosos estávamos com pouca munição que nos fazia ficar muito tenso e fazer com que errássemos menos disparos possível contra os terroristas.
A essa altura não sabíamos ao certo quantos terroristas iríamos enfrentar a cima do dique e muito menos os terroristas sabiam que estávamos ali e que tentaríamos um ataque frontal talvez eles sabiam da nossa presença depois que nós abatemos os operadores de metralhadoras, Adail foi o primeiro a chegar próximo a estrada ele viu a alguns metros dele um terrorista de cabeça abaixa fumando um cigarro a esquerda dele ele viu muitos terroristas reunidos que estavam sentados ao lado da estrada conversando entre si e alguns estavam cavando uma trincheira ao lado da estrada e conversando entre si eles estavam usando um casacos grossos e uma mochila de campanha, todos estavam de frente para o dique  e não tinha percebido a chegada do Adail pois eles estavam de costas para ele todos os terroristas estavam a 10 metros de distancia Adail ele desceu um pouco barreira e informou a todos do regimento logo após ele tirou o pino da granada e lançou a granada em direção ao terrorista que estava de pé próximo a estrada a granada falhou e não explodiu Adail correu ate a granada para ver se tinha tirado o pino corretamente, ele viu que o terrorista havia agachado e colocado as mãos na cabeça e estava esperando a granada explodir o terrorista estava a 2 metros de distancia dele o terrorista olhou bem para o Adail e deu um sorriso de leve e Adail atirou nele com seu fuzil parafall 762 e o atingiu no peito.
O tiro fez com que todo o regimento se levantasse e começassem a atirar junto com o Adail todos viram aqueles terroristas e começaram a atirar, algumas horas mais tarde pensando solitariamente a Adail pensou e muito sobre o ataque feito ele achou o tempo de reação dos terroristas lento demais eles começaram a disparar de volta e a se posicionarem logo depois dele ter recarregado pela segunda vez alguns correram outros começaram a mirar e a disparar contra todo o regimento mais os movimentos e a reação deles foram muitos lerdos sendo dificultados pela mochila de campanha que usavam eles pareciam ter uma certa dificuldade de se mover com utilizando a mochila de campanha talvez os terroristas também estavam sem munição ou ficaram apavorados com a nossa presença depois do Adail a ter recarregado pela terceira vez ele gritou para todo o regimento atirar sem parar a vontade ate ficarem sem munição os terroristas estavam fugindo eles estavam correndo mais rápido do que podiam o regimento não sofreu nenhum retaliação ou contra ataque, um grupo de terroristas se separou da massa e se escondeu entre as arvores que haviam próximo do lago do dique Evandro pergunto se alguém ali falava árabe e Bruno disse que sim Evandro ordenou que Bruno falasse para o grupo de terroristas se entregarem antes mesmo que Bruno terminasse de falar eles se explodiram entre as arvores todos eles eram homens bombas, ninguém do regimento se feriu com os estilhaços ou com os pedaços de madeira que foi para os ares a explosão foi muito alto e espantou todos os substitutos que estavam presentes se assustaram um pouco aquilo todos que estavam atirando intensamente pararam der repente e ficaram assustados com aquela explosão.
Adail avistou a direita do dique um grupo de terroristas que tentaria um ataque pelo flanco direito eles estavam mais ou menos a 80 metros dele, antes deles formarem uma posição para o ataque Adail ordenou que duas metralhadoras atirassem contra aquele grupo e que os morteiros fossem disparados contra eles quando as metralhadoras começaram a atirar aquele pequeno grupo recuo e se retiro rapidamente para fugir dos tiros da metralhadora e dos morteiros enquanto todos atiravam contra os terroristas os jatos americanos começaram a bombardear, Adail gritou para todos cessarem fogo e se protegesse dos bombardeio Adail pergunto para Evandro se ele havia solicitado o fogo dos americanos ele respondeu que não depois ele pergunto a cada um se alguém havia solicitado fogo dos americanos todos responderam que não ele pensou consigo mesmo que talvez os franceses teriam solicitado isso ou a explosão foi alta o suficiente para que atraísse os caça americanos dentro de uma pequena vala Adail assistiu a martelada dos caças americanos encima dos terroristas todos fugiam e corria o mais rápido que podia nenhum tentou revidar ou abater algum caça com o morteiro ou alguma bazuca e ate mesmo atirando com o fuzil.

Depois do bombardeio Adail informou ao QG todo o acontecimento e a escassez de munição e suplementos o coronel Fontelli informou ao Adail que estaria enviando o regimento arranca-toco juntamente com suplementos e toda a munição necessária enquanto aguardava a chegada do reforço Adail e Evandro observou toda a área e estabeleceu uma base de tiro com metade do esquadrão de metralhadoras e morteiros a outra metade ele posicionou um pouco mais a frente, ele pretendia repetir a manobra assim que chegasse reforço e munição mais dessa vez ele pretendia avançar 100 metros a frente da extensão do rio enquanto ele posicionava as metralhadoras os terroristas atacaram utilizando os canhões da artilharia eles atacaram bem nos pontos onde Adail pretendia estabelecer uma linha de defesa e uma posição de tiro os pára-quedistas espalharam-se e tentavam se esconder das explosões causada pelos projeteis que explodiam em questão de segundo logo depois de tocar o solo  mais isso não evitou que houvesse muitas baixas no regimento, Bruno pegou o seu radio e contatou o posto medico do QG e solicitou o envio de socorristas e ambulâncias o medico que comandava o posto médico foi ate o radio e perguntou o numero de baixas e feridos
Bruno respondeu: -Pouco mais que três times de futebol.
Antes mesmo que o doutor respondesse Adail ordenou que trouxesse o radio até ele para que ele pudesse pedir apoio da artilharia aliada, Bruno rapidamente informou a posição do regimento e desligo o radio e foi ate o Adail correndo e se desviando das explosões enquanto ele corria ele viu alguns projeteis de morteiro sendo lançados e explodindo ele não estava conseguindo correr rapidamente por conta do cansaço e do peso do radio nas costas um projétil explodiu perto dele um estilhaço cortou a perna dele e cortou profundamente o joelho esquerdo e a coxa ele não sentiu nenhuma dor apesar do golpe terrível que ele sofreu o ferimento não foi nada grave apesar do estrago, ele perdeu a consciência logo depois de cair no chão a ultima cena que ele viu antes de apagar foi de um socorrista correndo ate ele juntamente com o Adail.
Mariano um soldado substituto do regimento xavante estava tentando atravessar o campo todo sozinho até chegar a um ponto seguro longe dos ataques da artilharia ou ate a um posto medico, ele ia rastejando pelo caminho marcado pelo gado e em algumas áreas onde a vegetação estava um pouco alta de um modo geral era o certo a se fazer e o mais seguro apesar de tudo só tinha ter a sorte nenhum projétil explodir perto dele ou ate mesmo encima dele, ele teve que passar por cima de poças de lama e esterco de vaca e passar por algumas cercas de arame farpado que foi onde ele rasgou as calças depois de alcançar uma certa distancia bem longe dos ataques dos terrorista ele se levantou para ver onde estava e ver quanto ainda faltava para chegar a um ponto totalmente seguro um atirador terrorista o viu e efetuo um disparo por sorte o projétil atingiu seu capacete e não chegou a penetrar o capacete e nem feri-lo ele caiu no chão e voltou a se arrastar até o barranco do dique onde pode ficar de pé em segurança.
O regimento divisão de ensino e xavante tiveram ao todo 22 baixas nesse ataque bombardeio dos terroristas, nenhuma das baixa foi fatal depois que todo o regimento arranca-toco chegou trazendo suplementos ele juntamente com o capitão Júnior comandante do regimento arranca toco criaram uma fortificação próximo do ponto onde o dique havia sido rompido para cobrir toda a área e evitar um possível avanço dos terroristas naquele mesmo dia no inicio da noite o coronel Fontelli para ver como estão as tropas ele chegou bem na hora do jantar Adail o convidou para jantar e para surpresa dele ele aceitou o convite pela primeira vez desde a criação da 1º companhia pára-quedista Agulhas Negras o coronel Fontelli durante o jantar Adail conversava com o coronel pediu um pouco de água o próprio Adail lhe serviu a água quando ele esticou o braço Adail notou que suas mãos estavam um pouco tremulas Fontelli estava muito exausto e bastante tenso, depois do jantar ele tentou se acalmar um pouco andando entre os regimentos falando com alguns praças e oficiais e fumando cigarros com alguns soldados um pouco antes das 23h ele se despediu de todos os pára-quedistas que estavam ali desejo a todos uma boa noite e subiu em seu jipe e voltou para o QG.
Com 25 homens no regimento divisão de ensino, 27 na xavante e 32 na arranca-toco os pára-quedistas haviam formados dois postos de observação apesar que no inicio da manhã eles tinha feito quase 150 terroristas se debandarem e estavam esperando que houvesse alguma retaliação ou algum contra ataque fato com que fez todos nos ficarem bastante tenso e acordado a noite e tirando leves cochilos.
Durante a noite dentro de sua trincheira Adail não conseguiu pegar no sono a operação realizada pela manhã ele chegou a conclusão que todos tiveram bastante sorte a falta de liderança e qualidade dos terroristas teria sido o fator decisivo para a operação ser bem sucedido borá a retaliação dos terroristas com os ataque da artilharia teria causado um numero de baixa bastante significante para o regimento, acima daquele dique haviam quase 150 terroristas preste a atacar e tentar um avanço isso preocupava um pouco Adail depois dele verificar três vezes as posições dos postos de observação um pouco antes das 03h ele pego no sono após algumas horas cochilando e acordando a cada 20 minutos depois de uma pequena oração pessoal ele pegou no sono um pouco antes das 3h. De modo geral no ponto de vista do Adail achou que o regimento se saiu bem melhor do que no dia do salto comparando as duas operações a única diferença do salto pra essa operação que Adail batizou de ponto alto e que no salto todo o regimento ficou disperso e na ponto alto o regimento não ficou disperso mais teve um numero muito significativo de baixas que dificulto que muitas operações fossem realizadas, a forma física que tínhamos era um fator que nos ajudava e muito durante as operações gastávamos mais energia do que um time de futebol inteiro gasta em quatro partidas seguidas uma coisa que facilitou e muito e foi um fator decisivo para que saíssemos bem em todas as operações que éramos empregados era a boa comunicação que tínhamos entre nós sempre estávamos conversando e fazendo algo junto desde serviço de sentinela a fumar cigarros na trincheira e as mensagens via radio, semáfora, código morse e a sinalização com as mãos eram usados freqüentemente e muito eficiente, todo o treinamento e instruções que tivemos no período básico na AMAN e no Rio de Janeiro e depois em Sochi foram colocados em pratica desde que saltamos em Beirut todas aquelas instruções que fazia todos nós ficássemos muito exausto foram feitos exatamente como foi dito e realizado nas simulações e lido nos manuais de campanha.
A retirada dos feridos eram realizados com a mesma eficiência e coordenação que tínhamos a logística das viaturas que transportam feridos era muito eficiente sempre que solicitávamos o socorro medico do posto medico do QG as viaturas transportando alguns médicos e enfermeiros socorristas chegava rapidamente para socorrer e evacuar todos os feridos que precisasse de um cuidado mais especial.

Por melhor que todos os pára-quedistas fossem e por mais que saíssemos bem nas operações que éramos empregados não havia nada que podíamos fazer contra os ataques da artilharia moderna dos terroristas o regimento tinha que atravessar todo o dique para estabelecer uma posição segura para os aliados e estabelecer uma posição de defesa, não podíamos ficar o tempo todo em um campo aberto usando as casas que ainda estavam de pé como abrigo e proteção contra as explosões dos projeteis da artilharia e tentar atravessar o dique os deixaria ainda mais expostos e resultaria muito mais baixas ou ate mesmo a morte de todos e levaria todo o regimento a ter novamente alguns minutos de terror e fuga da artilharia dos terroristas, que era uma coisa horrível os paraquedistas não sabia da onde vinha os disparos e nem quando disparavam só sabiam quando viam os projeteis cruzando o céu indo em direção ao solo não dava pra saber ao certo onde iria cair mais quando atingia o solo alem de levantar uma nuvem de poeira e fumaça o cheiro horrível de pólvora os estilhaços causavam um enorme estrago pra quem tivesse perto na hora de explosão, uma explosão dos projeteis dos canhões ou dos morteiros da artilharia era o suficiente para arrancar a sua perna ou para partir um de nós ao meio ou simplesmente causar ferimentos graves.
Adail juntamente com os do regimento oficiais da xavante e arranca-toco estavam pensando juntos uma estratégia e uma boa oportunidade para iniciar um ataque programado, nenhum deles conseguiram apresentar uma boa tática e alguma idéia para esse ataque depois de horas conversando chegaram a conclusão que estavam em um beco sem saída o melhor a fazer era formar um cerco de defesa e esperar o ataque dos terroristas e fazer o melhor que pudesse para evitar o avanço deles pelo dique a baixo, todos reconheceram que a divisão de ensino e a xavante  tiveram uma boa atuação na operação ponto alto borá ela tenha sido uma operação realizada improvisadamente de ultima hora mais de modo geral todos foram bem talvez se ela tivesse sido muito bem planejada e pensada antes talvez o regimento não teria sofrido grandes baixas e saberíamos exatamente o que fazer ao invés de pensar de ultima hora o que deveria ser feito e mais uma vez todos pensaram nas instruções e treinamentos que tiveram antes do salto a operação ponto alto foi resultado do bom treinamento e da qualidade que os pára-quedistas tinham no mesmo dia depois do almoço o coronel Fontelli emitiu um comunicado e mandou entregar para os pára-quedistas o comunicado parabenizava todos pelo bom trabalho feito na manhã de ontem e que estava orgulhoso de todos nós e nos parabenizava pelo bom trabalho e pelos feitos realizados até ali e em breve se tudo desse certo e se Deus quisesse estaríamos em casa em breve.
No final de semana o coronel Fontelli visitou os regimentos divisão de ensino, xavante e arranca-toco dessa vez ele não ficou para almoçar junto com o regimento ou para trazer boas noticias ele informou a todos que na noite anterior os terroristas haviam rompido o cerco de Jwayya e tomado por completo a cidade o regimento alfa havia estabelecido um cerco no distrito oeste de Jwayya e não conseguiram defender aquele distrito junto com as forças terrestres americana, todos os soldados e praças foram mortos e os oficiais os que não foram mortos se tornaram prisioneiros e não se tem informações onde estão mais o serviço de inteligência esta fazendo de tudo para obter essa informação o coronel Fontelli termino de falar agradeceu a todos pela atenção e entrou em seu jipe e voltou para o QG.
Aquela informação que Fontelli passou para a tropa desmotivo e muito todos muitos conseguiram nem almoçar direito e só tentavam imaginar como foi a morte de todos do regimento tudo aquilo só acendeu ainda mais a raiva de todos nós pelos terroristas, evitávamos de tocar no assunto e melhorar o baixo astral tentávamos nos manter bem psicologicamente falando para que não ficássemos tristes e deprimidos com tudo aquilo e não deixar a raiva tomar conta  de nos e fizesse que agíssemos por impulso sem pensar nas conseqüências.

Na semana seguinte Adail recebeu um comunicado do QG ele recebeu ordens para ir ate o QG e se apresentar ao coronel Fontelli no inicio da tarde, ele ficou um pouco surpreso com esse comunicado e bastante curioso a única coisa que ele conseguiu pensar é que ele seria chamado para comandar a nova formação do regimento alfa ou seria repreendido por alguma coisa mais ele não tinha feito nada de errado ou ilegal não que ele soubesse depois do almoço ele uso o radio para solicitar que um jipe viesse lhe buscar para que ele fosse para o QG se apresentar para o coronel Fontelli, depois que se apresentou ao coronel Fontelli o coronel perguntou: - Você acha que pode se sair bem comandando o batalhão?
Ele passou a impressão a Adail que queria que ele fosse para transferi-lo para o comando da companhia ou tornar ele subcomandante do batalhão, Adail ficou bastante surpreso com a pergunta pensou bem na resposta e disse: - Creio que sim coronel sei que tenho competência suficiente para comandar nossa companhia no campo, borá eu nunca tive experiência com administração.
-Não se preocupe capitão eu dou um jeito nisso eu só preciso de alguém confiável para o trabalho, você aceitaria ser subcomandante da companhia?
-Acho ótimo coronel mais quem comandaria a divisão de ensino no meu lugar senhor?
-Eu cuido disso não se preocupe e alem do mais você ainda vai poder estar com todos eles eu não vou mais separa os regimentos para que não aconteça mais o que aconteceu com o regimento alfa eu só preciso de alguém para administrar tudo no campo pra min enquanto eu cuido de tudo aqui e que me mantenha informado de tudo, o que me diz capitão você aceita?
-Sim senhor se o senhor me acha confiável para esse trabalho eu aceito.

Três dias depois Adail foi promovido a major e nomeado a subcomandante da 1º Companhia pára-quedista Agulhas Negras, Adail se não era um dos mais jovens era o mais jovem oficial do QG Evandro era segundo tenente e foi promovido a capitão e nomeado a comandante do regimento divisão de ensino ele não se mostrou ser da altura de Adail e algumas vezes ele era muito arrogante e mesquinho lembrava muito o capitão Torres ele não sabia o que fazer muito das vezes e não se preocupava em aprender e saber o que fazer e sempre mandava alguém fazer as inspeções e saber a ordem do dia e depois do café da manhã passava o dia todo dentro da trincheira tentando dormi, nos combates ele ficava totalmente perdido e desorientado sempre recorria ao segundo tenente Gabriel subcomandante do regimento perguntando o que deveria fazer na maioria das vezes nós que assumíamos o comando e fazíamos o trabalho dele e assegurávamos da melhor maneira possível para que desse certo, Evandro era exatamente a copia idêntica de Torres a única coisa que o diferenciava de Torres é que ele não reclamava e nem tentava impor sua autoridade nós achávamos que talvez ele sabia que não capacidade para comandar o regimento e que ele não queria admitir isso e mostrar serviço da maneira que ele achava melhor.
Nós jamais o perdoamos ele por isso nunca vimos ele na linha de frente dando um tiro se quer em combate depois que se tornou capitão ele não agia e não tinha responsabilidade com nada e sempre que podia ele empurrava a tarefa para outro e se livrava de qualquer trabalho que era de obrigação dele como capitão, um soldado ou até mesmo um substituto errar em combate era ruim mais era perdoável mais um oficial e comandante do regimento era imperdoável é esperado que todo o oficial comandante do regimento ou não administrasse para que não houvesse nenhuma falha e cuidar pessoalmente para que cada soldado não errasse, não era esperado que um oficial tentasse se esconder em todo combate e não liderasse seus homens na linha frente e empurrasse para outro seu trabalho como comandante do regimento, isso era uma coisa imperdoável não só dentro do regimento mais em toda a companhia.  
Depois de quase um mês internado no hospital do QG o cabo Bruno foi promovido a terceiro sargento depois dele saber da promoção de Adail e saber como estava todo o regimento ele contou a Hartmman e a alguns soldados que no hospital havia muitos substitutos em sua maioria eram oficiais com ferimentos que os enfermeiros suspeitavam que foram causados por eles mesmo, na cama ao lado de Bruno tinha um tenente que estava com um ferimento na cabeça na altura dos olhos causado por um tiro de raspão alguns enfermeiros diziam que o ferimento foi causado por ele mesmo que ele usava o cano do revolver para coçar a cabeça e aperta o gatilho sem querer efetuando o disparo nele mesmo.
Havia muitos soldados e oficiais novos que não foram treinados pelos padrões do primeiro grupo da a impressão que eles não foram treinados corretamente ensinaram apenas o básico de tudo e os mandaram para o campo de batalha não passaram pelo período básico e nem pelo duro treinamento no 26º batalhão de infantaria e por Sochi, esse fator fez com que os substitutos principalmente os oficias não tivessem o mesmo condicionamento físico e a mesma resistência corporal no qual fazia que eles ficassem doentes com muita facilidade e piorar ainda mais a situação todos eles estavam adquirindo a boa forma física e resistência corporal no campo de batalha ao invés de adquirir no campo de treinamento e nas instruções como os graduados. Os graduados tinham muita força de vontade de ficar na linha de frente e fazer seu trabalho e cumprir com o trabalho, a amizade de longe era a maior das motivações que tínhamos para continuarmos de pé lutando ate onde der nenhum dos graduados queria dar a impressão e parecer ser covarde aos olhos dos outros graduados e de nossos amigos que respeitávamos mais que qualquer oficial, lógico que a disciplina que havíamos adquirido e o regulamento do exercito não permitia isso nós apenas respeitava eles e obedecia as ordens dos oficiais já os nossos amigos nós tínhamos uma lealdade e um companheirismo maior podíamos contar com eles a todo momento sempre que precisávamos e não tínhamos medo de morrer em combate pois no fundo sabíamos os amigos que tínhamos iriam nos salvar e fazer de tudo para que não morrêssemos ali e se morrêssemos eles iriam tirar nosso corpo dali e mandar de volta para casa junto com os nossos pertences pessoais.
A solidão nas trincheiras na linha de frente nos fazia pensar no futuro  e como seria quando a guerra acabar por alguns anos todos lembrariam de nós mais com o tempo e novos eventos históricos que entraria para a historia da humanidade os pagaria da historia a cada acontecimento novo tudo que fizemos e tudo que aconteceu seria esquecido e só seria lembrado quando alguém abrisse algum livro de historia, o tempo da historia não era medido com os relógios e calendários e muito menos controlado apenas acontecia e quando percebíamos era historia muito das vezes pensávamos no conforto do lar quando estávamos muito exaustos e no limite da resistência a única coisa que ficava em nossa cabeça era o conforto do nosso lar e até uma cela de uma prisão militar ou de algum presídio de segurança máxima passava a ser mais aconchegante e quente o que realmente importava de verdade era que tudo aquilo acabasse logo para que pudéssemos descansar um pouco da melhor forma possível e da forma mais confortável possível dentro da nossa trincheira, talvez esse era o motivo para que um soldado fizesse qualquer coisa para ter um longo descanso e uma boa noite de sono em um combate a noite o soldado Nilton viu o que parecia ser um revolver folheado a ouro depois dele acertar um tiro em um terrorista ele saiu da trincheira e foi correndo ate o corpo do terrorista ele atravessou correndo meio campo de tiro que estava sendo varrido pelos disparos das metralhadoras e dos fuzis para pegar o que ele acreditava ser o revolver folheado a ouro, mais quando chegou até o corpo não era um revolver o terrorista nem tinha revolver algum era apenas um relógio que ele acreditava ser ouro algumas horas mais tarde ele descobriu que era falso e o relógio não tinha valor algum que naquela mesma noite ele trocou por um maço de cigarro com um soldado francês.
No final daquele mês o inverno começou a dar suas caras e muito de nós não tínhamos equipamento apropriado para o inverno libanês alguns de nós tentava trocar nossos cigarros por equipamento de frio com os russos ou com os franceses ou tínhamos que ter a sorte de achar com algum terrorista morto e pegar do defunto e usar de modo geral e de alguma forma isso dava ao combatente alguma certeza em relação ao futuro  e os fazia pensar bem longe dali, distante do ambiente destruidor no qual estavam presentes no qual procurávamos a certeza que iríamos sobreviver era impossível não pensar na nossa própria sobrevivência a cada tiro que disparávamos e a cada terrorista que matávamos nossa única preocupação era com o dinheiro e com os pertences pessoais que tínhamos ficávamos preocupados e procurávamos ter a certeza que tudo seria entregue aos nossos familiares caso fossemos mortos dávamos mais valor a vida do que o material para ser mais especifico havíamos aprendido no campo de batalha que tudo na vida é substituível mais a vida não então tentávamos conseguir o maior numero de equipamento possível para proteger nossa vida.
Uma das coisas insubstituível era a amizade dos colegas não só do regimento mais em toda companhia em si na maioria das vezes para um substituto recém-chegado não havia isso não existia nenhum tipo de amizade e companheirismo, eles aprendiam adquiriam isso depois de um tempo combatendo ao lado dos graduados e de longas noites tirando serviço de sentinela na linha de frente.  Todas as amizades que eu tive no campo de batalha no qual eu fiquei muito intimo, foram mortos ou transferidos para outro regimento ou para o batalhão do QG conforme participávamos de mais combate os projeteis e as granadas pareciam cair cada vez mais perto em uma noite durante a madrugada eu estava em minha trincheira lutando dando o máximo de mim e fazendo meu melhor, uma granada explodiu perto de mim meus ouvidos ficaram zunindo por um tempo eu sentei dentro da minha trincheira tirei o meu capacete e olhei para o céu e observei a lua que estava em coberta por algumas nuvens mais seu brilho ressaltava de trás das nuvens fazendo-a aparecer a única palavra que vinha em minha cabeça era eu não consigo mais um sargento no qual não me recordo pulou der repente dentro da minha trincheira para escapar dos estilhaços ele me viu sentado agarrado ao fuzil olhando para o céu sem motivo algum, ele me perguntou se eu estava bem depois disso eu não me lembro do que ele me disse mais o que ele me falou me fez levantar e voltar a lutar ele ficou do meu lado até o fim do combate.
Na frente de batalha ocorre muito o relaxamento na observação da disciplina rígida, muitas ordens eram ignoradas com certa freqüência no ponto de vista geral isso não importava muito o que importava realmente era sobreviver de qualquer maneira seja acatando ou ignorando ordens, os veteranos amargamente tiveram que aprender a ser independentes na raça e a tomar rápidas decisões sozinhos, que fez com que os veteranos amadurecessem rapidamente no campo de batalha coisa que não aconteceu com alguns substitutos alguns foram espertos e observavam bem o que os substitutos faziam e tentavam copiar seus gestos e jeitos de serem em batalha para muitos isso veio a dar certo para outros não deu muito certo no que resulto na morte de alguns quando tomaram alguma decisão sozinho sem pensar antes de agir, Todos os veteranos ajudava como podia alguns substitutos evitávamos de conhecer-lhes mais do que o próprio nome não interessava para gente de onde eles vieram, como vieram para ali e por que se alistaram eles eram tão jovens que muitos ainda nem tinham barba achávamos um crime ter que mandarmos eles para combater na linha de frente os pára-quedistas era os melhores do exercito mais os substitutos aparentavam mais ser simples garotos que estavam longe de casa e trocaram a escola pela guerra.
Nenhum substituto que ainda estava vivo nunca tinha passado por saltos em campanha, mais a maioria deles haviam se ferido em combate alguns se feriram por acidente como o oficial que Bruno contou para todos que viu no hospital, depois dele observar bem os substitutos ele sempre dizia que os substitutos dormiam com a sorte apesar dos incidentes com as armas não houve nenhuma baixa mais passavam muito tempo no hospital do QG que fazia os regimentos terem muitas baixas impossibilitando muitos avanços e operações por falta de efetivo, alguns graduados comentavam que os substitutos se arrependeram de virem para guerra então faziam o possível para que não entrassem em combate todos sabiam que o único jeito de voltar para casa era morto ou tendo um ferimento grande o suficiente que o impossibilitava de lutar e fosse mandado para casa claro que nem todos os substitutos eram assim alguns que estavam realmente estavam com vontade lutar eles tentavam fazer amizades com os graduados nenhum obteve sucesso mais depois de alguns combates e muitos substitutos que estavam ali e queriam realmente combater e diferente dos demais substitutos eles se mostravam mais eficientes e espertos logo eles ganhavam a confiança dos graduados logo eles conseguiam a nossa amizade e confiança, conforme chegava mais substitutos mais despreparados eles eram o exercito estava acelerando o processo de treinamento das tropas com o objetivo de fornecer efetivo suficiente para as tropas em combate isso fazia com que eles não fossem tão preparados e não tivessem o mesmo condicionamento físico que os graduados e nem o mesmo preparo para o combate muitos substitutos não conseguiam entrar em combate eles se escondiam e ficanvam agarrados ao fuzil chorando sem parar e tremendo eles ficavam traumatizados com aquele combate . Eles ficavam traumatizados facilmente com tudo os médicos diziam que o trauma era um fenômeno físico, principalmente para aqueles que não são muitos durões e não são muito agressivos o fato de terem recebidos pouco preparo nos treinamentos facilitava muito para terem traumas e não conseguir superar-los e nem saber lidar com isso os que fazia ficarem paralisado sentado no chão agarrado ao fuzil chorando, o que nos impressionava e muito era os oficiais graduados nos perguntávamos como eles sabiam e como ficavam tão calmos diante de tanta pressão dentro e fora de combate parecia que eles eram blindados aos stress e traumas raramente víamos algum oficial com muita raiva ou zangado com algo no regimento.
Com a transferência do Adail para o comando do batalhão Evandro assumiu o comando do regimento como já era esperado por todos, Evandro antes do Adail liderava o esquadrão de morteiros como líder do esquadrão ele era um sujeito exemplar e um bom líder e sempre prestativo e nunca deixava de cumprir com o seu trabalho, como líder do regimento alem de ser um sujeito mesquinho deixava de fazer muitas tarefas que era de obrigação dele e acabava mandando algum soldado ou cabo fazer os combatentes do esquadrão de morteiros não tinha o que reclamar quando ele liderava o esquadrão ele era sempre um dos primeiros a se voluntariar para patrulhas noturnas, visitava com freqüência os postos de observação e fazia as trocas pessoalmente dos sentinelas. Quando o combate começava ele não descansava na trincheira ele posicionava todos os morteiros e informava ao Adail a situação e antes de efetuar qualquer disparo pedia a confirmação fato meio que desnecessário pois ele era subcomandante do regimento bastava apenas avisar mais ele preferia pedir a confirmação do Adail, agora como comandante do regimento deixava muito a desejar e delegava funções para não ter muito trabalho na hora do combate as vezes desaparecia na hora do combate ninguém o via logo depois que acabava o combate ele aparecia do nada.

No fim daquela semana o serviço de inteligência descobriu o paradeiro dos oficiais do regimento xavante que foram feitos prisioneiros e informaram o comando das forças terrestre americana depois de duas semanas investigando e realizando algumas operações os americanos conseguiram descobrir corretamente o paradeiro de todos eles o comando do QG solicitou ajuda dos paraquedistas coronel Fontelli foi o primeiro a se manifestar e emprego todos os regimentos nessa operação de resgate os prisioneiros estavam em um vilarejo a 50 quilômetros em direção ao oeste da atual posição de onde os pára-quedistas estavam posicionados, o coronel Fontelli ordenou que todos os esquadrões de comunicações instalassem grampos em todas as linhas num raio de cem metros por sorte Bruno achou uma linha que dava direto aos rádios dos terroristas que estava no local onde os oficiais estavam presos mesmo assim o coronel ordenou que o esquadrão prosseguisse com os grampos de alguma forma os terrorista sabia o que estávamos fazendo mais nunca soubemos certamente o porque eles nunca cortaram a linha.
Todos os pára-quedistas juntamente com as forças terrestres americanas fixou uma posição para o resgate as 23 horas, parte do esquadrão de metralhadoras e do esquadrão de morteiro se posicionaram no flanco esquerdo e começaram a disparar com as metralhadoras e os morteiros para chamar a atenção dos terroristas, enquanto os outros entravam sem chamar a atenção. As metralhadoras e os morteiros atiravam sem uma mira fixa atiravam pra qualquer lado.
O Evandro organizou o regimento em duas filas para entrar no vilarejo e deixou o Gabriel a comando da fila da esquerda e ele comandava a fila da direita e dava cobertura para todos eles e para os americanos, a noite estava muito escura não havia lua no céu e fazia tanto frio que quando falávamos sai fumaça de nossa boca uma fina garoa começou a cair e deixar a noite ainda mais fria do que já estava, os combatentes das forças terrestres entraram pelo lado direito todos combatentes iriam se encontrar no centro do vilarejo após chegar ao centro os pára-quedistas e os americanos fariam um sinal com a lanterna para o esquadrão de metralhadoras e de morteiros que estavam disparando. Após o sinal eles deles as metralhadoras e os morteiros cessaram fogo e deram a volta para se reagrupar ao grupo enquanto esperavam o reagrupamento dos operadores de metralhadora e de morteiros os pára-quedistas se juntaram com a força terrestre os comandantes dos regimentos pára-quedistas juntamente com os americanos deram uma ultima olhada na tática que usariam para o resgate para confirma realmente se era aquela mesma que usariam, os operadores de metralhadoras e morteiros chegaram mais rápido do que todos imaginaram rapidamente se posicionaram e montaram as metralhadoras no flanco direito e o restante dos combatentes seguiu em fila pela coluna da esquerda procurando o melhor lugar para entrar a iluminação era precária tínhamos pouca visibilidade de onde estávamos pisando e não conhecia nada da li o que dificultava mais ainda, que realmente incomodava todos nós era o silencio que estava a única coisa que se podia ouvir era os nossos passos, continuamos avançando ate achar o local onde estavam os prisioneiros entraram em uma pequena casa sem resistência e retiraram todos os oficiais sem encontrar nenhuma resistência, alguns oficiais estavam bastante feridos e precisaram de ajuda e foram carregados todos saíram rapidamente dali sem serem notados pelos terroristas eles evacuaram todo o local em menos de 30min sem disparar um tiro se quer contra os terroristas.
No dia seguinte durante o café da manhã o alto comando do QG fez uma menção honrosa pela coragem demonstrada na operação de resgate dos oficias do regimento xavante da 1º companhia pára-quedista Agulhas Negras, a coragem, a calma e o rápido raciocínio lógico dos pára-quedistas brasileiros e das forças terrestres americanas foram os fatores decisivos que fizeram essa operação ser muito bem sucedida.
Todos os combatentes receberam essa menção honrosa todos os pára-quedistas ficaram orgulhosos de si mesmo e parabenizaram um ao outro de todos ali o que mais se orgulhou foi o Adail que esteve presente na cerimônia e ficou muito feliz e emocionado ao saber que a divisão de ensino estava se saindo muito bem sem ele e que tudo estava se saindo bem, não contamos e jamais falamos dos problemas que tínhamos com o Evandro no comando tentávamos fazer que tudo estivesse bem sem ele e ainda melhor com o Evandro não queríamos passar a impressão que somente o Adail sabia comandar o regimento e saber exatamente o que fazer para fazer com que todos nós tivéssemos chance de sobreviver em uma linha de frente em combate. Um bom líder sabe como agir e mostrar os caminhos fáceis e passar por ele e também os difíceis superando os desafios encontrados nesse caminho e passar por eles sem dificuldade e Adail sabia exatamente como fazer isso e nos passava confiança e segurança nos combates.

Adail ficava muito entediado e irritado em seu novo posto como subcomandante da companhia ele se sentia como se tivessem cortado as suas asas de pára-quedistas estar ali para ele era muita decepção, ele sempre chamava o Evandro para conversa depois do almoço sobre o regimento em uma das conversas ele admitiu para o Evandro que seu melhor momento no exercito até ali era quando ele estava no regimento como comandante ou subcomandante em especial como comandante, pois como subcomandante ele tinha que lhe dar com o Torres e praticamente ser um criado dele mais como comandante ele podia tomar as decisões que quiser na linha de frente e fazer sua festa particular.
Como subcomandante da companhia ele era um administrador e não tomava nenhuma decisão de comando do regimento em combate, ele apenas fazia recomendações ao comando do QG e ao serviço de inteligência a distribuição de suplementos e equipamentos entre os regimentos, todos os oficias queriam ter um posto como o do Adail do que estar em combate mais Adail preferia muito a linha de frente e as trincheiras do que uma sala quente e aconchegante às vezes ele aproveitava seu comando para mandar uma quantidade boa para todos os pára-quedistas da companhia ele pedia mais do que era necessário para os combatentes em especial o regimento divisão de ensino ele passou a se preocupar de verdade com o regimento e toda a companhia quando soube da falta de preparo dos substitutos, no seu ponto de vista parecia que só ensinaram eles a pular dos aviões os vestiram com a farda e o equipamento e os mandaram para o campo de batalha ele informou esse fato ao coronel Fontelli e ao serviço de inteligência e tentou fazer com que eles tivessem um preparo maior antes de virem para batalha. Adail não obteve sucesso em seu trabalho cada vez mais chegava substitutos e a cada nova remessa que vinha os substitutos pareciam cada vez mais novos ele argumentava muito que eles aparentavam de acabar de terem terminados o ensino médio, quando soube que a maioria dos combatentes que morriam em combate e que estavam no hospital do QG era substituto ele ficou ainda mais frustrado com aquilo tudo o desejo de combater tomava conta cada vez mais diariamente ele telefonava para o Evandro para aconselhar e dar dicas do que fazer com os substitutos e como lhe dar com eles para seu alivio e sua sorte o coronel Fontelli permitiu para que ele fosse para o campo de batalha para inspecionar as tropas.
Logo no inicio da tarde ele foi para o campo ele inspecionou todos os regimentos aconselho todos os comandantes ele resolveu passar a noite ali para ver o desempenho dos regimentos a noite e inspecioná-las, após o jantar ele e o segundo tenente Gabriel subcomandante da divisão de ensino foram andar entre os postos de observação vigiados por sentinelas Gabriel era um homem muito tranqüilo falava calmamente e tinha um ótimo porte físico durante a conversa caminhando entre as linhas um sentinela em meia escuridão gritou pedindo a senha, Gabriel ficou nervoso e tenso Adail sabia que muito bem que Gabriel era um sujeito calmo Adail percebeu que ele havia esquecido a senha antes que ele pudesse interromper e falar com o soldado ele disparou com seu fuzil foram dois disparos rápidos que Adail se agachou rapidamente e rolou para o lado e sacou seu revolver e Gabriel havia caiu no chão ele foi atingido no ombro esquerdo e no pescoço  o soldado que atirou chegou perto para averiguar no que ele havia atirado logo ele viu que tinha atirado em um oficia, ele argumentava e pedia desculpas toda hora a Adail sobre o incidente enquanto eles faziam rápidos curativos.
O soldado que atirou não era um substituto era um graduado que estava ali desde o salto em Beirut, ele ficou muito arrasado e mexeu muito com o psicológico dele Adail não o puniu pois o erro não foi dele ele apenas estava cumprindo com o seu trabalho Adail cuidou pessoalmente para que fosse transferido para o hospital do QG e receber-se todo o tratamento psicológico necessário para que ele pudesse voltar para o combate ou pra casa se fosse preciso.
Gabriel sobreviveu ao incidente ele ficou três meses internado no hospital do QG mesmo depois desse tempo ele ainda não estava recuperado para voltar para o campo e não conseguia ingerir alimentos sólidos apenas líquidos e os médicos acharam melhor o deixar mais tempo internado ate que ele pudesse ingerir alimentos solidos, Adail foi visitar ele pessoalmente para perguntar a ele se ele queria que providenciasse tudo para mandar ele para casa e continuasse a recuperação no Brasil, Gabriel respondeu que não e agradeceu o Adail por ter cuidado dele e não deixado ele morrer ate a chegada da ambulância e fosse movido para o posto medico do QG ele dizia que foi um jeito ridículo de sair de combate e perguntou onde estava as suas coisas e pertences pessoais Adail lhe respondeu para ele ficar calmo pois estava tudo com ele e que devolveria quando ele saísse do hospital. Naquele mesmo dia Gabriel entrou em óbito os médicos tentaram reanimar mais não tiveram sucesso os médicos e enfermeiros disseram que uma das causas de sua morte foi sua fraqueza ele recusava a ingerir todo o liquido apenas tomava metade e uma infecção também foi uma das causas de sua morte, Adail organizou tudo pessoalmente para enviar seu corpo e todos seus pertences para os familiares no Brasil e o condecorou com a medalha sangue do Brasil e a cruz de combate de primeira classe e escreveu uma carta para sua mãe dizendo que ele havia sido morto em combate ele fez com que Gabriel para seus familiares havia morrido em combate e não por um sentinela durante a inspeção, os familiares de Gabriel jamais souberam a verdade de sua morte e o soldado que atirou contra ele jamais soube de sua morte ele ficou dois meses recebendo tratamento psicológico antes dele voltar para o campo de batalha ele pediu pessoalmente ao Adail para que não tirasse mais serviço de sentinela sozinho na linha de frente, Adail acatou seu pedido depois de varias horas tentando o convencer de voltar para casa mais o soldado queria estar no campo lutando ao lado de seus companheiros.

O frio ficava cada vez mais tenso e piorava a situação quando nevava levemente depois de uma desagradável chuva depois de vários meses na linha de frente fomos substituídos por uma unidade de pára-quedistas russa, fomos retirados de Blint Jubayl e embarcamos nos caminhões em direção ao litoral de En Naqura a compania foi retirada do campo de combate para que todos descansassem se reequipar-se, receber e treinar melhor os substitutos e tomar um banho coisa que os combatentes não faziam a quase cinco meses.   
No final daquela semana os russos juntamente com os franceses conseguiram retomar toda cidade de Jwayya mais não conseguiam avançar até Israel os terrosristas haviam formado uma fortaleza ao longo de toda fronteira com Israel depois de algumas operações com o intuito de penetrar essa fortaleza não se obteve sucesso então os aliados descartaram qualquer hipótese de cruzar a fronteira com Israel e seguir em direção a Síria, os moradores locais fizeram uma grande festa e ovacionava cada combatente principalmente os brasileiros que lutaram duramente ali nenhum pára-quedista da 1ºCIA ou do 26º se sentiam heróis e muito menos libertadores, pois haviam falhado na operação bandeirante e isso incomodava muito os graduados principalmente os oficiais.
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Atualizado em: Ter 12 Set 2017
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