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Divisão de Ensino Soldados que sonhavam ser pará-quedistas PART: 17

17
O inicio do Fim 



A 1ºCIA e o 26º partiram para Douma um pouco mais das 7 horas a viagem toda foi de muita alegria todos sabiam que não estavam sendo enviados para o campo de batalha e não precisariam mais estar em uma trincheira ou em atrás de alguma barreira se protegendo de explosões e dos estilhaços quando chegaram em Douma todos os pára-quedistas viram uma cena que todos achavam que não viriam durante a guerra todos viram mais ou menos uma guarnição inteira de terroristas caminhando em fila de cabeça baixa eram três fileiras de mais ou menos 250 terroristas caminhando em direção a um campo de prisão que foi montado improvisadamente as pressas dentro de uma grande fazenda que havia ali onde toda a propriedade e o campo onde estava o gado foi cercado para ser um campo de prisioneiros e uma outra parte do campo onde havia uma grande plantação de trigo estava sendo desmatado por inteiro para ser montado um segundo campo de prisioneiro e a casa da fazenda alem de servir de posto de guarnição servia como uma delegacia, era nítido ver o sentimento de derrota na cara de cada um deles e o cansaço estampado em seus rostos no campo de prisioneiros foram montados grandes barracas onde havia beliches e colchonetes para os prisioneiros o campo guarnecido por oito soldados da infantaria russa e seis fuzileiros navais americanos e brasileiros borá todos eles estavam em maior numero nunca houve nenhum problema no campo dos prisioneiros todos os terroristas podiam andar a vontade pelo campo todo e tinham água potável para beber a vontade um banheiro com chuveiros que foi construído improvisadamente que podia ser usado a vontade por eles todos colaboravam e muito com os aliados todos estavam cansados e exaustos na prisão podiam dormir a vontade e tinham três refeições ao dia isso quando algum soldado não compartilhava um pouco de sua ração R2-D2 com eles ou um maço de cigarro. O 26º e a 1ºCIA foram alojadas em um prédio juntamente com os fuzileiros navais do Brasil o primeiro andar ficou reservado para os fuzileiros navais o segundo andar para os pára-quedistas da 1ºCIA, o terceiro andar para os pára-quedistas do 26º os dois últimos andares foram reservados para ser o posto de comando da 1ºCIA e do 26º e alojamentos para os oficiais, todos os pára-quedistas só fariam serviço de policiamento em toda a cidade os distritos foram divididos igualmente para as duas companhias o 26º faria todo o policiamento do lado norte e a 1ºCIA faria o policiamento em todo o distrito do sul apesar dos estragos causados pelos bombardeios a cidade toda era bonita tinha ótimas vistas e varias ruelas e becos alguns de nós sentíamos como se estivesse em alguma favela do Rio do Janeiro por conta do grande numero de becos e vielas, no centro do lado sul de Douma havia uma grande casa de luxo que havia varias saídas subterrâneas e um abrigo subterrâneo Adail organizou uma patrulha de reconhecimento com seis pára-quedistas que seria comando pelo segundo sargento Hartmman quando eles entraram na casa eles não acreditaram no que viam bem a sua frente às escadas e corrimão todo era folheado a ouro algumas maçanetas dos quartos da casa principalmente da casa eram feitos de prata quase todo o piso da casa era de mármore incluído as pilastras nos fundos da casa havia uma grande piscina com aquecimento interno em toda a casa havia ar condicionado era muito luxo pra um lugar só, todos os pára-quedistas não acreditavam que estavam vendo era um luxo que jamais imaginavam que veria em toda a sua vida e jamais teriam na vida em toda a casa havia obras de arte e luxo extravagante toda a casa exibia o luxo e respondia a pergunta de onde foi parar todas as coisas que foram saqueada no Libano e em toda a Ásia pela Al Qadea quando eles desceram para ver o abrigo subterrâneo e o porão tiveram uma surpresa tanto o porão como o abrigo subterrâneo estava com varias prateleiras de metal cheias barras de ouro e caixas cheias de garrafas de vinho, champanhe e de bolos de dinheiros todas as notas era em dólares em valores de 100 e 50 as barras de ouro não havia nenhuma descrição apenas estava escrito 50 com uma etiqueta colada em cada barra 100 quilates era tanto ouro tanto dinheiro que todos ficaram impressionados com aquela cena era uma coisa que jamais imaginavam ver era tanto ouro que as luzes do quarto refletia nas barras e a luz amarela era refletido em todo o local depois da descoberta do local e do que havia na casa americanos, russos e franceses estavam querendo fazer daquela casa um posto de comando sabendo disso Adail cuido pessoalmente para que nada saísse da casa e moveu toda a companhia para lá em dois dias a 1ºCIA foi a primeira a chegar e tomar posse da casa o serviço de inteligência permitiu que os pára-quedistas usasse os mantimentos alimentícios da casa e beber desde que tivessem permissão de algum comandante da companhia na mesma tarde vários tanques T-90 chegaram na cidade alguns ficaram próximos a casa alguns de nós nos assustamos um pouco achávamos que os russos iriam invadir e nos expulsar a força o V exercito de cavalaria motorizada russa não tinha mais o que fazer a não ser andar de tanque pela Síria gastando gasolina do governo russo não tinham onde ficar depois que eles chegaram em Douma gostaram da cidade e ficaram por ali mesmo dois dias depois o serviço de inteligência conseguiu mandar todos eles para casa eles foram os primeiros de todo o exercito aliado a voltarem pra casa os tanques que não voltaram para a Rússia o presidente da Rússia os dôo para o Brasil como um presente de agradecimento pelo apoio e todo o serviço que as tropas do exercito brasileiro fizeram durante a guerra depois que os russos partiram três dias depois os tanques que não foram para a Rússia estavam sendo removidos e enviados para o Brasil, o que causo um pouco de raiva em alguns pára-quedistas os tanques estavam sendo enviados pro Brasil primeiro que eles depois deles verem o luxo da casa toda e os privilégios que eles tinham pararam de reclamar de o porque não poderem ir logo pra casa já que a guerra havia terminado.
Na semana seguinte para evitar saques na casa toda Adail transferiu o comando da companhia para dentro da casa e fez de uma das suítes da casa seu alojamento ele proibiu todos de saquearem os talheres de prata, ás jóia de ouro e prata da casa e as barras de ouro que era o objeto mais cobiçado da casa mais ele permitiu que todos os pára-quedistas pudessem ficar com os malotes de dinheiro que ficavam dentro da casa ou qualquer outra quantia em dinheiro que fosse encontrado dentro da casa e que eles podiam carregar, três dias depois ele se arrependeu de não ter deixado os rapazes não pegarem nada o serviço de inteligência mandou alguns oficiais americanos para verem a casa e fotografar o local no mesmo dia a tarde eles voltaram com mais alguns oficiais americanos do serviço de inteligência e levaram tudo que eles poderiam carregar incluindo as barras de ouro que iria fazer parte da propriedade do governo americano depois disso ele focou no policiamento em torno da casa e monto alguns postos de observações depois de mapear toda a área ele organizou um esquema tático no qual ele conseguia controlar todo o trafego para orientar alguns moradores que estavam voltando para a cidade e levar alguma tropa da Al Qadea ou terrorista que se rendia e levar eles até o campo de prisioneiros próximo a casa e em todo o distrito que estava sob responsabilidade da companhia em uma noite em um dos postos de observações o soldado Fernando do esquadrão de caçadores do regimento divisão de ensino avistou um comboio de quinze caminhões vindo em direção da ponte que ele guarnecia enquanto o comboio não chegava ele rapidamente avisou o terceiro sargento Oliveira do esquadrão de metralhadoras do regimento arranca-toco que ordenou todos os soldados deixarem os fuzis e as metralhadoras destravadas prontas para disparar a qualquer momento e ordenou que o cabo Fernando Alencar avisasse o posto de comando do serviço de dia da companhia a medida que o comboio ia se aproximando da guarnição ia diminuindo a velocidade quando chego perto da guarnição o comboio paro e desceu um árabe desceu do caminhão pedindo em árabe para que todos não atirassem e se apresentou para toda a guarnição ele se chamava Adair Kalil e comandava uma guarnição terrorista e estava se rendendo para a guarnição eles estavam sem suplementos toda a comida havia acabado e eles só estavam com munição todos estavam fracos e muito cansados Adair Kalil preferiu se render para a primeira guarnição dos aliados que encontrasse do que ver sua tropa morrer de fome ou entrar em combate e cair fácil por estarem fracos, com fome e muitos cansados ele era muito gentil e conservador nem parecia que ele era terrorista parecia mais ser um contador de historias ou um taxista de tanto que ele falava ele tinha uma voz rouca e bem mansa e apesar dele ser terrorista ele tinha uma aparência muito inofensiva todos os pára-quedistas da 1ºCIA o chamava de o falastrão os seus homens o chamava de locutor de radio por gostar de conversa e falar muito, o fato maior que chamou mais atenção que depois que o Adail interrogou ele descobriu que ele comando todas as tropas de resistência em Qadisha quando ele descobriu que era nós que estávamos lá tentando avançar e interrompendo o avanço dos terroristas ele riu como se fosse uma piada muito bem contada e respondia dizendo que em Qadisha sempre maneirava os ataques e qualquer avanço pois estavam com pouca munição e os suplementos estavam bem escasso desde que a neve começava a cair e quando chegava suplementos era somente munições como resposta bombardeava toda a nossa posição pra descontar toda a raiva depois de uma semana todos da 1ºCIA conhecia bem Adair Kalil e seus homens todos haviam criado um vinculo com eles quando era um de nós que era mandando para o campo de prisioneiros tirar serviço nós sempre levávamos para eles alguns maços de cigarros ou alguma barra de chocolate ou barra de cereal e dava para eles e passávamos horas e horas conversando com eles depois de um mês deixávamos o campo todo aberto para os terroristas transitarem havíamos feitos um trato com eles nós deixávamos eles livres na prisão e dividíamos nossa comida e cigarro com eles e eles não arrumavam problemas e colaboravam com tudo, naquela mesma semana cada vez mais terroristas iam até a cidade e se entregavam para a primeira guarnição que encontrava e cada vez mais terroristas chegavam cansados e com muita fome. Depois de uma semana a procura em todo o lugar era por algum carro de luxo ou mais objetos de valor todos os pára-quedistas da 1ºCIA e do 26º já havia saqueado tudo que podiam carregar e levar alguns se apossaram até de algumas bandeiras e objetos da AL Qadea, o dinheiro que os rapazes da 1ºCIA havia se apossado alguns mandaram essa quantia pra casa nas cartas que escreviam pra família em cada malote de dinheiro havia quase cem mil dólares outros que não gastaram parte da grana no jogo estavam com esperança de fazer uma pequena viagem na Europa antes de ser mandando de volta pra casa ou quando fosse mandado de volta pra casa pudesse fazer uma pequena parada por lá e ficar por lá mesmo depois voltariam para o Brasil, os rapazes da 1ºCIA quando não estavam de serviço no campo de prisioneiros ou de patrulha em alguma guarnição estavam na casa deitados na cama ou sentados em uma poltrona tomando um vinho ou algum champanhe admirando a vista pras montanhas que a casa tinha na sacada ou passavam o dia todo na piscina tomando vinho dentro da mesma casa dentro da biblioteca havia uma passagem secreta encontrada por Hartmman que levava até um abrigo subterrâneo nesse abrigo na parede toda havia varias garrafas de vinho toda a parede devia ter no mínimo uns quinze metros de altura com prateleiras que ia do chão até o teto cheio de bebidas era a maior adega que Hartmman havia visto em toda sua vida, Adail preferiu não contar ao QG e muito menos ao coronel Fontelli sobre esse fato ele estava muito cansado e irritado de ter o serviço de inteligência americana vindo somente para fazer saques e levar tudo que eles podiam carrega nos braços e nas caixas ele tentou conta quantas garrafas havia ali mais sempre perdia a conta quando se aproximava de mil garrafas depois disso ele deixou que cada regimento bebesse no maximo cinco garrafas por semana ele não queria problemas na companhia e nem que ocorresse brigas por conta da bebedeira, a noticia da rendição dos terroristas corria rápido em toda a Asia e no mundo cada vez mais chegava noticias de guarnições e tropas inteiras municiadas até os dentes que tinham forças suficientes estavam se entregando por conta da queda em Damasco e a morte do líder deles e o fator principal por estarem sem comida eles não tinham forças para lutar alguns recorriam a caça e a pesca mais com o passar do tempo caçar animais e pescar não foi uma boa idéia pois suas poseições eram longes de rios florestas ou pequenas matas fechadas que poderia ter algum animal para que eles pudessem se alimentar mais seria muito arriscado então preferiam se entregar todos já sabiam e preferiam se entregar pois de certo modo sabiam que seriam alimentados e teriam um lugar pra descasar e dormir a vontade sem se preocupar de serem atacados enquanto dormiam.
Na semana seguinte os problemas começaram a aparecer causados em sua maioria pelos substitutos que em sua maioria não estavam acostumados a beber exageradamente muitos substitutos provocavam brigas ou dava tiro em garrafas vazias para treinar a mira ou como jogo de apostas com alguém de tiro ao alvo o QG e o 26º e a 1ºCIA estavam com grandes problemas era quase impossível parar toda a comemoração um dos casos mais graves foi de um terceiro sargento graduado do 26º com um grupo de soldados novatos eles estavam bebendo até que o sargento aposto com um dos soldados se eles eram bom revólveres 9 milímetros um dos soldados disse sim então o sargento o desafio para que desse um tiro em uma das garrafas vazias que ele colocaria com alvo daria cem reais para ele se o soldado acertasse a garrafa, o soldado aceitou o desafio depois do sargento arrumar tudo deu a pistola na mão dele e ele atirou no momento em que ele atirou o sargento havia virado de costas para acender um cigarro o soldado havia errado o tiro e o projétil ricochetou no chão acertando a coluna do sargento isso alertou uma guarnição que estava próxima do local que chegaram no local prontos para atirarem quando viram toda a cena ficaram chocados com imprudência cometida pelo sargento e pelo soldado esse incidente custo caro para os dois o soldado foi preso e levado para a corte marcial o terceiro sargento perdeu o movimento das pernas o QG queria levá-lo também para a corte marcial mais o comando do 26º de um jeito e articulou tudo para que ele pudesse ser dispensado e enviado para o Brasil ele foi o primeiro pára-quedista do 26º a voltar pra casa depois que a guerra havia terminado esse incidente fez com que o QG ficasse mais rígido com o controle de armas o pára-quedista que fosse pego portando qualquer arma fora do serviço de policiamento, patrulha, guarnição ou sentinela no campo dos prisioneiros seria preso e punido com uma multa de oitocentos e noventa reais e aplicou a lei do silêncio e proibiu qualquer comemoração, festas ou bebedeira durante a semana nos finais de semana só poderia ser 08:45 até as 23 horas depois disso qualquer pára-quedista pego bebendo ou comemorando em alguma festa seria preso punido com uma multa e levado até a corte marcial apesar dessa lei as farras ainda continuava só que agora escondidas o que mais chamou a atenção de Adail foi ver oficias não só quebrando essa regra como acobertando toda a bebedeira e a farra que eles faziam no começo Adail punia rigorosamente todos da companhia mais depois de uma conversa que teve com o Evanildo que o convenceu deixar de lado pois era preferível saber e ver eles fazendo isso próximo dele onde ele podia ter um certo controle da situação do que longe num lugar fechado onde poderia ter acidentes como o ocorrido no 26º todos em algum lugar do mundo estavam comemorando intensamente o fim da guerra de algum jeito quem mais comemorava o fim da guerra era os combatentes aliados todos havia sobrevivido a guerra enfrentado e caminhado lado a lado a todo momento com a morte passado e superado todas as dificuldades inimagináveis nos quais eles se quer foram treinados para suportar e enfrentar, todos tinham um bom motivo para comemorar como se não houvesse amanhã.
Conforme a noticia do fim da guerra ia se alastrando pela Síria e por toda a Ásia pouco á pouco civis iam voltando para suas casas e para os locais onde moravam antes da guerra e retornando a vida normal em Douma a cada dia era visto andando nas ruas civis andando pelas ruas com carroças e malas com suas coisas pessoais procurando sua casa e voltando a morar lá, as propriedades onde havia tropas alguns moradores iam reclamar no comando do QG que rapidamente dava um jeito e colocava eles em algum outro prédio ou casa temporariamente até que as tropas fosse removidas e o civil pudesse voltar para a sua casa em alguns casos muitos civis tinham que dividir a casa com outro civil esse fato fez com que o QG organizasse a reconstrução da cidade e de todas propriedades dando mais urgências aos prédios enquanto o pelotão de obras não chegava um pelotão de obras foi rapidamente organizado pelo QG e fazia o que podia até que o pelotão de obras do exercito de engenharia chegasse e acelerasse as obras em toda a cidade alguns civis que trabalhavam como pedreiros, carpinteiros e encanadores ajudavam como podia na reconstrução das propriedades de toda a cidade para acelerar ainda mais as obras o comando do QG notificou todos os civis todos homens acima de 25 anos e abaixo dos 68 anos estavam sendo convocados para trabalharem nas obras reconstrução de todas as propriedades e da cidade além dos poucos civis que haviam ali o QG conseguiu autorização de usar todos os prisioneiros para reconstrução de toda a cidade o aceleramento das obras de reconstrução fez com que os pára-quedistas do 26º e da 1ºCIA parasse um pouco com a festança e a bebedeira desenfreada os rapazes que não estavam no serviço de policiamento e patrulha ou em algum posto de guarnição ou de sentinela no campo dos prisioneiros estavam em alguma obra recolhendo entulhos causado pelos fortes bombardeios dos aliados ou carregando lajotas ou toras de madeiras ajudando na reconstrução depois de uma semana que as obras havia começado Adail se perguntava porque ele não pensou nisso antes talvez se isso fosse feito desde que eles haviam chegado na cidade talvez a 1ºCIA nem o 26º teria problemas com a comemoração dos pára-quedistas nem preocupados em ocupar os soldados com o tempo livre.

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Atualizado em: Sex 22 Dez 2017
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