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A personalidade dos gatos

Criar animal doméstico é uma coisa muito boa para quem de fato gosta desses pequenos que passamos a ter como filhos indiretos, pois para criá-los. temos de além dá os alimentar, devemos dar assistência médica veterinária aplicar os medicamentos que se façam necessários, dá vacina para vários tipos de doença, e muitas vezes os levar à salão de beleza que chamamos de pet, para deixá-los com o pêlo bonito e cheiroso. Gato em salão pet é mais difícil, mas tem alguns que são frequentadores desses estabelecimentos, entretanto, os demais cuidados são necessários para eles, e requer custo, mas, mesmo diante das dificuldades, cuidamos bem deles e os deixamos felizes. O único inconveniente é, quando precisamos fazer uma viagem mais prolongada a serviço ou mesmo à passeio, temos de os deixar em clínica que hospeda ou então recorremos a alguém para nos fazer o favor de cuidar dos nossos bichinhos, mas Deus ajuda, e sempre encontramos.

Quando conheci minha esposa, ela tinha uma cadelinha poodle que era o xodó da casa, reinava absoluta sem ser incomodada por outro animal. Mas, como tudo que é bom permanece para sempre, um belo dia, minha enteada apare em casa trazendo uma gatinha linda, que inicialmente não foi aceita tanto por minha esposa, como pela cadelinha; o certo é que, os dias foram se passando e aos pouco a gatinha foi ganhando carinho de todos e ate mesmo a cadela Minne, passou a interagir  com ela e tornaram-se amigas. Minne não era uma cadelinha jovem, já possuía alguns anos e já era considerada idosa, e como todo ser vivo, mesmo sendo cuidada, veio a falecer, ficando apenas a gatinha que foi batizada por Amora.

Meses se passaram, e certo dia, entre um monte de objetos guardados em uma dispensa, eis que surge outra gatinha, linda, malhada, bem peluda tipo Angorá. Novamente outra batalha entre mãe e filha: ficar ou não ficar eis a questão. A gatinha já estava prenha. Minha esposa dizia não querer mais gato em casa, que AMORA era suficiente, e que dessa vez não seria vencida pelo cansaço, como na vez anterior.

. A gatinha que chegou em busca de abrigo e amor, terminou sendo aceita e ainda nos deu de presente nada mais que cinco novos gatinhos dos quais quatro sobreviveram. Os pequenos foram crescendo, e começamos a batalha por adoção. Graças a deus conseguimos, o que nos deixou felizes e aliviados. Atravessado o período pós-parto, eis que AGATHA, nome da segunda gatinha, novamente fica prenha. Minha esposa não aceitava, querendo passar adiante aquela que já fazia parte do nosso convívio, dessa vez, tomei as dores da gestante, e resolvi me envolver não permitindo que fosse doada.

Nasceram seis gatinhos, a maioria fêmea. O que fazer com tantos gatos?

GENEOLOGIA DOS ATUAIS GATOS.

Como já disse, Agatha deu à luz seis gatinhos dos quais um nasceu morto, e os demais conseguimos quem os adotasse. Na segunda gestação, novamente ela deu há mais cinco, que são os protagonistas desse texto. BEETHOVEN, DÔLLE, GIZELLE, ELISA e uma bem alva, que foi doada e não chegamos a pôr um nome. Elisa fugiu, não sabemos onde se meteu, ficando os três no nosso convívio.

AGATHA e AMORA não tinham uma boa convivência, tanto que AMORA vivia o dia inteiro no quintal da casa, escondida ou na casa do vizinho. Quando AGATHA via AMORA, explodia em atitude de defensa da cria, se tornando agressiva.

Certo dia ao entardecer, percebi que Amora voltava pra casa mesmo desconfiada e amedrontada. Ao vê-la caminhando sobre o moro peguei e entreguei a minha enteada que, não tomou os devidos cuidados para protegê-la, aí, AMORA desapareceu. Fizemos divulgação em diversos aplicativos, pedindo a quem encontrasse que nos avisasse através dos contatos inseridos, mais nunca tivermos resposta. Ficamos sem saber de em mundo ou estrela AMORA foi alegrar... espero que tenha encontrado abrigo com o mesmo amor que já recebia e que nada de mal tenha acontecido. Infelizmente ainda existem pessoas com atitudes violentas que não respeitam os animais.

AMORA se foi, mas AGATHA ficou com seus filhotes, e passamos a procurar alguém para adotar, ou seja, encontrar um lar para cada um deles; não conseguimos e eles foram nominalmente chamados de:  Beethoven, Gizele, Dôlle. Elisa, antes de fugir já havia sido castrada, porém Dôlle não pôde ser pois já estava prenha, e deu à luz a mais cinco filhote; esse conseguimos um lar para eles, no entanto, uma ficou, e essa batizei pelo nome de Bethânia.

Pelos nomes recebidos percebe-se que gosto muito de música. Exceto Dôlle, que não tem nome relacionado a música porque, minha enteada quis homenagear à ovelha pela forma dos miar. Elisa foi homenagem ao Beethoven compositor da bela música clássica postergada pelo mesmo para toda humanidade “POUR ELISE” e Gizele uma compositora clássica.

A família felina ficou composta dos cinco já apresentados e qualificados. Todos têm a sua personalidade própria, e a única coisa em comum entre eles de fato, é a gula, pois ao ouvir o chocalhar da comida no recipiente, todo se aproxima

Beethoven, não precisa fazer uma maior alusão a quem estou homenageando, todos sabemos se tratar de um dos maiores músicos de todos os tempos, e que no dia dezessete de dezembro do corrente ano, a humanidade, comemorará os seus duzentos e cinquenta anos do seu nascimento.

Quando cometia o sacrilégio de criar passarinho, dava aos mesmos nomes de músicos do mundo erudito, hoje, graças a Deus, prefiro escutar às sinfonias por eles entoadas nas arvores, livres e libertos de uma gaiola  sendo regido pelo uivar do vento, do que tê-los presos apenas pelo encanto  da sua melodia. É tão bom, junto com nascer do dia, ouvi-los cantando e voando em entre as arvores que temos na cidade, poucas, mas temos.

Gizele, à história da música não faz referência nenhuma mulher que tenha destaque como os eruditos que conhecemos. Pesquisando, encontrei “Gizele de Gálios”, nascida na Normandia, a quem é atribuída à autoria da bela música “LE LAC DE COME” muita tocada por quem estuda piano. Quem não conhece essa composição, basta recorrer ao Google e ouvi-la, interpretada por grandes pianistas. Se a informação está correta não sei, espero que sim, o importante é que procurei homenagear à desconhecida compositora, quiçá tenha sido mesmo  uma pianista, pois essa música foi escrita para piano e  a sua estrutura musical é em oitavas, (quem estuda piano sabe o que estou dizendo).

              Dôlle, não conheço bem a estória da ovelha, mas em respeito à minha enteada assim ficou sendo chamada. Se o nome fosse escolhido por mim, talvez fosse GAL ou Martha Argerich. (pianista argentina muito conhecida)

Bethânia grande cantora baiana. Todos nós conhecemos a sua voz e como interpreta bem a nossa música popular. Se a cantora um dia vir a ler esse texto, espero que não fique aborrecida com essa homenagem. Desde criança que sempre convivi com gatos e cães, deveria ter estudado medicina veterinária, mas como não nasci vocacionado para ciências biológicas, me limitei a cuidar desses animais da forma que pude e posso, dando aos mesmos tudo que é necessário e especial: casa, alimentação, saúde e carinho.  Se fosse escrever aqui sobre os animais que tive, desde Vereador, um cão feroz que tínhamos no quintal de casa ainda quando eu era uma criança, e os gatos alimentados e criados por meu avô, resultaria num livro com muitas páginas. Sendo assim, restrinjo esse texto, aos cinco gatos do presente já citados e outra da minha remota adolescência. Na verdade, “MENINA” (seu nome) era da minha irmã mais nova. Essa gata nos fez assistir uma sena real e comovente. Havia no pátio da casa, um tonel para armazenar água e atender necessidades de higiene bem como barricas e potes de barro para o consumo de cozinha. Certa noite, minha mãe estava sentada bordando bordado ao lado de uma  janela quando ouviu um miado forte, como se a gata estivesse sendo atacada por algum outro animal; resolveu olhar para ver o que estava acontecendo e viu “MENINA” em cima da tampa do tonel, aflita, como que querendo pular para dentro. O tonel não estava totalmente cheio. Minha mãe resolveu descer para verificar de perto e ao chegar, percebeu que um filhote havia caído, deixando-a ansiosa por retirá-lo do local, evitando a morte. Minha mãe tirou o pequeno animal, e gata mãe o tomou pelo pescoço, o levando para o local seguro onde estavam os demais e cuidou, lambeu, acomodou junto a si a fim de secá-lo e depois o amamentou. Minha mãe, depois de acompanhar todo esse ato de amor, retornou para o  seu bordado, deixando a janela aberta; pouco tempo depois, mãe tomou um susto com o pulo de “MENINA”, que, após alimentar os filhotes, veio e começou a esfregar o corpo em suas  pernas agradecendo por ter ajudado a salvar seu filhote. Eu pude presenciar esse ocorrido, e hoje aos meus setenta anos, ainda me lembro como foi emocionante o agradecimento de “MENINA”. Não sei como foi que aconteceu a queda do filhote no tonel, pois eles já estavam um tanto crescidos, já podiam andar, e por certo, saindo do local onde dormia com à mãe, foi para o tonel e caiu, pois era noite. Não se trata de uma estória de ficção, e sim, de um fato que marcou a minha adolescência.

            AGHATA- hoje uma gatinha muito caseira, mas não tem a docilidade dos demais. Foi por ela que todos chegaram de forma direta ou indireta já que é mãe de uns e avó de outros. Não consigo pegá-la, é seletiva com as pessoas que tem pouca intimidade e para se defender as vezes usa os dentes... Só mesmo minha enteada consegue colocá-la no colo, brincar e dar a medicação. Em certos momentos, briga com os demais, mas depois da briga os lambe tranquilamente como fazia quando eles ainda eram recém-nascidos. Não é uma gata caçadora e nem brinca com lagartixa como fazem os demais. Logo que nos pediu abrigo, fugia de casa, tomava rumo desconhecido: talvez fosse a procura do seu antigo habitat, e como não conseguia encontrá-lo, para o local onde recebia todos os cuidados. Só não fugia quando estava cuidando das crias, justamente para alimentá-los com o leite materno e protegê-los dos possíveis ataques da cadelinha MINNIE, que nesse período ainda estava viva. Hoje AGATHA ao final da tarde sai e faz seu passeio vespertino ou se refresca na lajem do tanque de água caso o período seja de calor; às tardes não esquece o velho passeio no quintal da vizinhança para então juntar-se aos demais. Pela foto, dá para verificar que o pêlo de Dôlle é muito parecido com o de Agatha.

Como podemos observar todos os cinco felinos tem sinais de personalidade compatíveis: dóceis, desconfiados, gostam de passeio tipo espionagem pelos quintais e casa de vizinhos, sabem a hora de comer e do  retorno para dormir, BETHANIA é extremamente caseira não faz espionagem pelos quintais, passando quase que o dia inteiro dentro de casa, sempre deitadinha em algum lugar confortável;  pouco usa a vasilha higiênica, pois al sentir a necessidade, ai sim, vai ao quintal, faz a necessidade e retorna para onde se sente bem; ao sentir algum perigo esconde-se  embaixo do sofá. Algumas vezes pula na minha cama para dormir, situação complicada porque não gosta de ser incomodada no entretanto, tem uma profunda característica genética, Agatha gosta de beber água na torneira da lavanderia pula para a o vaso onde cai a água, e fica esperando que alguém abra a torneira, e aí, quando começa cair o liquido precioso, encosta a boca no fluxo e começa a puxar com a língua, como se estivesse bebendo no vaso apropriado para tal; o que afirmo demonstro com as fotos:

  Beethoven- um gatinho tranquilo, não perturba, brinca com as irmãs, é carinhoso, está sempre se esfregando nas pernas de quem esteja perto, sempre procurando um lugar mais fresco para se deitar. Como todo gato, é ladrão: quando chego com a sacola contendo alimentos, se não colocar logo em um lugar seguro, ele é o primeiro a atacar os itens contidos que são muitas vezes os pacotes de ração. É muito desconfiado e depois que foi castrado, todas as vezes que chega em nossa casa uma pessoa do sexo masculino, ele e as irmãs se escondem. Eu acredito que foi trauma da castração rsrsrs... parece fantasia, mas é verdade, acreditem.  Quando tivemos de vaciná-los, logo tomamos o cuidado de colocá-los em uma varanda fechada, e fizemos a pega individual para que o técnico fizesse a vacinação. Único macho do quinteto, que não é o Violado de Pernambuco, é soberanamente bendito entre as mulheres.

 GIZELE - gatinha que dá trabalho. Diferente dos demais não gosta de ficar dentro de casa. Ao amanhecer, assim que chego na varanda onde dorme ela é a primeira a correr em direção ao vaso da comida. É refinada, gosta de comer a ração à base de salmão, e se misturar com outro tipo carne ou frango, pelo olfato apurado, só como os grãos do sabor preferido; GIZELE, depois que come, ganha o mundo pelo quintal indo pra onde não sei. Essa aventura me causa preocupação mesmo usando coleira de identificação pois é muito mansa o que pode levar alguém `pegá-la.. Chamo pelo nome, uso o truque do chacoalhar do vasilhame da ração, mas ela se faz de surda, continuando no seu passeio por horas, até que a fome a faça sentir necessidade de voltar para casa, e quando chega, é miando como uma esfomeada;  aí, quando abro o portão logo vai se entrelaçando nas minhas pernas até que seja alimentada; saciada, deita na almofada preparada pra ela, ou vai para o quintal deitar-se à sombra da jaqueira ou abacateiro, fazendo sua sesta até novamente fugir; esse ritual, acontece desde que se alimenta ao amanhecer até o anoitecer, quando travo outra batalha para traze-la para dentro de casa, e algumas vezes  só aparece no dia seguinte pela manhã, sempre faminta. Mais uma vez uso o truque da chacoalhar forte o vasilhame da ração, chamo bem alto pelo nome, mas ela não aparece. Outas vezes atende de imediato. Tranco o portão, pois os demais já estão recolhidos aos aposentos reais. Dos cincos pequenos felinos, GIZELE é a única que sobe na rede todas as noites. Fica deitada me fazendo companhia durante o tempo que estou assistindo partidas de futebol na TV.  É minha fiel companheira torcedora do meu Vitória, e uma secante ferrenha do Bahia. Na maioria das vezes, só assistimos mesmo os jogos da dupla BA-VI, sendo que outra programação esportiva só tem a nossa audiência se a dupla de casa não estiver em campo. Quando GIZELE cansa de ficar na rede, pula para a mesa do computador, e deita sobre o mesmo, até que eu saia, e carinhosamente me acompanha em direção ao pátio onde fica os vasos da ração, por saber que está na hora da ceia, para então se recolher aos aposentos soníferos.

  DÔLLE - alguns dias depois de castrada resolveu imitar GIZELE, e foi visitar os quintais dos vizinhos e não retornou. Chamei muito pelo nome e balançando o vasilhame da ração e nada de DÔLLE aparecer. Os dias foram passando... hum, dois, três dias e nada... No oitavo dia, pela madrugada, ouvimos o miar na varanda da frente. Como todos estavam nos seus respectivos aposentos, achei que era outro gato perdido querendo abrigo, e relutei em levantar, mas o coração falou mais forte e como o miado estava  incomodando minha esposa, fui ver de perto do que se tratava, e ao abrir a porta, eis que ela entra rapidamente, esfrega o corpo nas minhas pernas. DÔLLE voltou gritei: estava magra, e graças a deus sem sinais de maltrato. Recebi com carinho, acariciei conduzindo-a para a varanda do fundo onde estavam os outros. Coloquei comida e ela devorou com tanta fúria que nos deu a certeza que de fato passava fome. Quando amanheceu o dia, veio a dúvida se era ou não DÔLLE, mas como temos fotos de todos, fizemos a análise do tipo de pêlo e concluímos que realmente era a nossa gatinha. A dúvida se deu, pois poderia ser semelhante a tantos outros e poderia não estar castrada. A cicatriz do corte cirúrgico não estava mais visível, mas todos os demais detalhes nos davam a certeza de ser a nossa DÔLLE que desse dia em diante aprendeu que não deveria mais fugir, passando a ser uma gata super caseira. Não vou afirmar que ela não dê uma voltinha na vizinhança, mais logo retorna, e como mostra a foto, sempre está acomodada, dormindo em um banco da varanda ou em uma cadeira da sala de jantar. Dentre as filhas de AGHATA, foi à única que engravidou por descuido nosso, mais conseguimos doar os filhotes e hoje a única cria é Bethânia, cuja personalidade passo a descrever agora.

      Bethânia- inicialmente por ser preta e branca, seria chama de Botafogo, mesmo sendo torcedor do Vitoria e Flamengo ambos rubro-negros; ela é uma gatinha tranquila e sempre que a procuramos está escondida embaixo do sofá, dormindo, só saindo desse local pra deitar-se em uma das cadeiras da varanda da frente da casa, ou atrás de algum vaso de planta que lhe forneça sombra. Pela manhã, assim que come, desce para o nosso quintal, faz a necessidade fisiológica, e logo retorna ao seu lugar afim de continuar o seu sono nos dando a impressão de que a noite foi curta. E do tipo come dorme, mas conectada aos horários e ao barulho do chacoalhar do vasilhame da ração. Muito mansa, muito desconfiada, não se permite ser pega ao colo. Para tomar o vermífugo foi uma tarefa complicada verdadeira corrida de obstáculos, mas em contra partida, foi a mais fácil de engolir o medicamento. Como é uma gatinha tranquila e caseira, pouco tenho o que relatar sobre as peraltices.

 Assim como Agatha, Dôlle faz a mesma coisa,  bebe água na torneira, imitando a mãe; Beethoven e Gizele que são irmãos de Dôlle já não tem essa característica, no entanto Bethânia, que é neta de Agatha já está praticando beber água da mesma forma, que as duas. Assim como nós humanos, herdamos as características de nosso país, o mesmo acontece com os animais, e podemos observar essas coisas com o passar do tempo, acompanhando desde o nascimento até se tornarem adultos.

Todos têm o local próprio e exclusivo para dormir. Temos uma bancada na varanda, e nela duas almofadas, DÔLLE fica em uma e BETHANIA na outra entretanto as vezes mãe e filha dormem juntas. BEETHOVEN dorme na cadeira com um tapete especial, GIZELE na mesa de passar roupa onde tem um tapete especial para ela. AGATHA é a única que dorme dentro de casa, se esconde em algum lugar e não faz as suas necessidades fisiológicas dentro de casa, deixando para fazer quando o dia amanhece no extenso quintal ou então no vaso de areia colocado para esse fim.

Confesso que gostaria que todos os que se foram para onde não sei, estivessem presentes sendo cuidado por nós, assim como todos que doamos. Com certeza seria muito trabalho, mas os queria... há há há queria sim!

.Acredito que outros criadores de gatos, observando seus felinos, possam encontrar alguma semelhança com os meus, mas com toda certeza vai encontrar neles outras características de  comportamento pois, em janeiro de 2019, estive em São Paulo, visitando um casal de amigos que tenho em São Caetano do Sul, e eles, tem cinco felinos, e todos os cincos tem característica semelhante aos meus, no entanto, pude observar especificamente em dois; uma gatinha Meg que espera a dona ir dormir  e deita-se com ela, e um gato Tico  que deita-se no sofá e fica esperando que o marido da minha amiga chegue do trabalho, e ao ouvir o movimento da sua chegada, levanta-se e fica postado ao lado da porta para recebe-lo. Esse tipo de comportamento é característico de cão, no entanto, os meus cinco também tem essa característica e me recebem à porta quando chego de qualquer lugar que tenha demorado um certo tempo. Certa vez, precisei ir a Salvador, e por ter saído muito cedo eles ficam sós, e quando retornei por volta das  23h, todos estavam postado na varanda à minha espera, e assim que entrei em casa, se entrelaçaram nas minhas pernas, pois  sabiam que eu ia  colocar à comida, e preparar o local para  dormirem, o que de fato aconteceu.               

                                    

O que posso afirmar é que todos, encontrando amor, carinho e alimento, se acostumam com o lugar e com quem os cria.

Em certos momentos são mais racionais que alguns humanos, principalmente na defesa de sua prole, coisa que os humanos deixam muitas vezes  a desejar; quando não educa os filhos corretamente, não  dedicam amor, e os deixam serem educados no convívio da rua; os animais, independentemente de serem gatos, cães, animais selvagem etc. são extremamente amorosos com os filhotes  e muito fieis, creio que mesmo sem falar, agradecem a Deus pelo que são, e em nenhum momento com toda certeza,  eles sentem vergonha  de serem irracionais e muito menos de serem devidamente  HONESTOS, diante de Deus e diante dos homens.

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Atualizado em: Seg 20 Jul 2020

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