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Portugal no tempo

Portugal
Velhos monumentos.
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Os romanos.
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As lutas ...
As vitórias
As glórias.
Portugal no tempo...
Diluído no tempo..
Construindo o tempo
Navegando o vento
O mar aberto
À tua frente
Destino incerto
A te acenar
E na história
Com os franceses...
De Bonaparte
A invasão ...
Herói sem arte
Foi enganado
por D. João
A Terra Lusa
Se reinventa
E seu exílio
é salvação
Portugal,
costas pra Europa
Frente pro mar
E navegar
é solução...
Na mente
Outro continente
Nova terra
Nova gente
A conquistar
O mar à frente
O mar à frente
Aldeias pobres
Casas branquinhas
De tristes fados
Ficam pra trás
Ficam pra trás
Homens se vão
Velas ao vento
Pra trabalhar
E muitos deles
Morrem no mar
São duros tempos
São outros tempos
É Salazar...
Filhos, maridos
De novo partem
Para Além Mar
Tristes viúvas
de homens vivos
E luto eterno
N'aldeia ficam
a lamentar
Aldeias pobres
tristes sombrias
Órfãs de riso
Órfãs de fados
Órfãs de vida
Só há velhinhas
A relembrar
E as ovelhinhas
A ruminar
Porque velhinhas
e ovelhinhas
São eterninhas
São eterninhas
Não vão pro mar...
Mas novos tempos
'stão a chegar
Não mais colônias
No ultramar
Chega de guerras
De um governo
A caducar
Não mais o choro
De tantas mães
É primavera, é nova era
É a revolta dos capitães !
Homens d'abril
Homens d'abril
Brotaram cravos
No meu fuzil!
Jamais se viu,
Jamais se viu,
Mais bela cena!
Grândola,
Vila Morena!
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Atualizado em: Seg 5 Out 2020

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